Artigos com o marcador vício

Mãe se vicia em crack ao tentar tirar o filho da cracolândia em São Paulo

Estadão

Ela foi atrás do filho mais novo, viciado em crack, mas acabou sendo dominada pela droga.

Vera Lúcia, de 45 anos, chegou à cracolândia há dois. Ela diz que tinha na época um objetivo claro na cabeça: resgatar dali o filho adolescente que havia se tornado viciado em crack e voltar para casa, em Bragança Paulista, cidade no interior paulista, a 89 quilômetros da capital. Antes de completar a missão, no entanto, conta que acabou também sendo pega pelo vício.

A mulher vive na área com os filhos Leonardo, de 19 anos, e o adolescente, hoje com 16, que motivou a primeira viagem. E diz ter criado vínculos com outros moradores da região. Em Bragança Paulista, ela vivia em uma casa alugada e trabalhava como auxiliar de enfermagem.

Ao cair no vício, virou catadora de materiais recicláveis e passou a levar tudo que tem consigo. Nesta sexta, carregava uma bolsa e uma sacola com alguns pertences. Por dia, Vera Lúcia fuma em média dez pedras. Dependendo da qualidade, a unidade da droga pode custar de R$ 1 a R$ 10. Durante a ação da PM de ontem, o filho mais velho dela passou por revista.

Dependentes da web sofrem com prejuízos sociais e no trabalho

Correio

Considerada uma doença mental, a dependência pela Internet pode surgir em qualquer idade, mas é mais comum em adultos jovens. O problema tem tratamento com terapia.

Você já tentou ficar menos tempo na Internet sem sucesso? Cada vez que está conectado sente mais necessidade de ficar mais tempo on line? Está sempre atrasado nos compromissos sociais e até no trabalho por verificar e-mail, redes sociais ou chats? Fica impaciente quando alguém chega ao seu lado e atrapalha seus momentos de navegação? Preocupa-se de modo incontrolável todas as vezes que está off line? Sente ansiedade, agitação ou tecla em equipamentos imaginários quando está longe do computador? Prefere o mundo virtual ao real? Mente sobre o tempo que permanece na Internet?

Se a resposta for afirmativa para, pelo menos, duas perguntas, é preciso tomar cuidado, pois há uma grande possibilidade que você seja um compulsivo pela rede mundial de computadores. O problema – até agora visto e estudado como um vício, uma compulsão ou adicção (os compulsivos são chamados de adictos) – ainda gera muita polêmica entre psicólogos e psiquiatras, que discutem se o quadro de dependência surge nas pessoas que já têm um transtorno emocional anterior ou se essa compulsão termina determinando outros problemas, como ansiedade e insônia.

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Atriz Vera Fischer é internada em clínica de reabilitação no Rio

Terra

Para ela, clínicas são ineficientes aos viciados em cocaína.

Vera Fischer foi internada em uma clínica de reabilitação para dependentes químicos na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro. De acordo com a assessora da atriz, ela deu entrada nesta terça-feira (26) para iniciar um novo tratamento.

Essa não é a primeira vez que Vera tem problemas com drogas. Em 1995, ela foi denunciada pela babá de seu filho que a acusou de ter lhe dado golpes de tesoura. Em 1997, Vera se internou na Clínica Solar do Rio, em Santa Teresa, para um tratamento que durou dois meses.

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Charlie Sheen perdeu os dentes por conta das drogas, revela ex-amante

OFuxico

O ator está em reabilitação por causa de seus excessos com entorpecentes e bebidas alcoólicas.

Charlie Sheen parece ter perdido todos os dentes devido ao consumo excessivo de drogas, por isso teve de substituí-los por dentes de porcelana, indicou o jornal inglês Daily Mail. Estes fatos foram revelados pela estrela pornô de 22 anos que participou da festa com o ator em sua casa de Los Angeles.

Kacey Jordan, que admitiu ter feito uma ‘rapidinha’ com o astro de Two and a Half Men, disse que Sheen se queixava sobre o estado de seus dentes. ”Todos meus dentes caíram… Que merda…”, citou ela ao jornal. ”A maioria de seus dentes caíram, ele não quis dizer por quê, mas todos sabemos que é por causa do uso de drogas”, acrescentou Jordan.

Novelista minimiza impacto da saída de Fábio Assunção das gravações de novela da Globo

OFuxico

Ricardo Linhares diz que precisará refazer todas as seqüências do ator, gravadas em Florianópolis. Apesar dos transtornos, autor torce pela recuperação de Fábio, seu amigo pessoal.

Logo após o anúncio da entrada de Gabriel Braga Nunes para o elenco da novela Insensato Coração – que irá suceder Passione, na Globo –, o novelista Ricardo Linhares conversou com O Fuxico.

Segundo o autor, a saída de Fábio Assunção – que deixou a novela para passar os próximos meses cuidando da saúde – obrigará o novo vilão da história assumir uma empreitada bastante árdua. Nos próximos dias, Gabriel Braga deve refazer todas as cenas que Fábio realizou em Florianópolis ao lado de Antonio Fagundes e parte do elenco.

“Imprevistos acontecem. Então, as cenas já feitas em Florianópolis serão regravadas no Rio, sem qualquer alteração de texto. Também não será preciso mudar nada no perfil do personagem. Tudo continua como está. Até em relação à faixa etária, Gabriel e Fábio se harmonizam”, garante Linhares.

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Hospital abre vagas para tratar adolescentes viciados em internet

do Info Online

Uso excessivo da internet é considerado um vício

O Hospital das Clínicas de São Paulo abriu 15 novas vagas para adolescentes viciados em internet. De acordo com o Hospital, todo o tratamento é baseado em terapia em grupo. As pessoas com problemas de uso excessivo discutem entre si suas dificuldades e contam com a supervisão de um médito psiquiatra.

A ideia é que os participantes se encontrem uma vez por semana, sempre às quartas-feiras pela manhã. Existente desde 2007, o programa busca tratar os dependentes por um período mínimo de 18 semanas. São considerados sintomas de dependência o sentimento de depressão e angústia quando o paciente é impossibilitado de usar a web e a dificuldade em determinar limites para o uso da web ao longo do dia.

Antes de candidatar-se para participar do tratamento, o usuário precisa verificar o seu nível de dependência por meio de um teste online oferecido pelo Hospital das Clínicas.

Cresce entre as mulheres o consumo de comprimidos sem acompanhamento médico, alerta o Senad

do iG

Universitárias são mais dependentes de comprimidos do que ecstasy, cocaína e crack.

Mulheres, meninas e senhoras podem ficar dependentes de drogas 'legais', como calmantes e ansiolíticos

Atrás do balcão das farmácias, as jovens brasileiras encontram substâncias que provocam os mesmos efeitos buscados por homens em “bocas” de tráfico. Se para o sexo masculino na faixa dos 20 e 30 anos, cocaína, crack e anabolizante são as drogas ilícitas mais utilizadas, entre as mulheres desta faixa etária as sensações entorpecentes são adquiridas com o abuso de medicamentos.

A relação perigosa entre remédios e o universo feminino acaba de ser demonstrada em pesquisa feita pela Secretaria Nacional Antidrogas (Senad), em parceria com a USP. Foram ouvidos 18 mil universitários, matriculados em instituições das 27 capitais brasileiras.

O risco de dependência de tranqüilizantes e ansiolíticos para as mulheres pesquisadas (9 mil no total) superou o índice encontrado para ecstasy, cocaína, solvente e crack. No público universitário feminino, 3,2% delas já são viciadas em calmantes e antidepressivos, terceira maior taxa de uso abusivo, atrás apenas da maconha (5%) e de um outro comprimido que também prende as mulheres, as anfetaminas (3,9%).

Para efeito comparativo, 14,6% das pesquisadas informaram usar tranqüilizantes e, na população em geral – conforme mostrou o último censo nacional feito pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) – a média de uso não chegou a 1,5%.

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‘Efeito Tiger Woods’ eleva procura por terapia contra compulsão sexual

da BBC Brasil

Clínicas para o tratamento de viciados em sexo na Grã-Bretanha afirmam que tiveram um aumento na procura por seus serviços nos últimos meses, em um fenômeno que estão relacionando à admissão de infidelidade conjugal feita pelo golfista americano Tiger Woods (foto).

A Clínica de Terapia Steven Pope, em Blackpool, por exemplo, disse que recebeu 52 novos clientes nos últimos dois meses – no ano passado não passavam de uns poucos por mês.

E muitos dos novos clientes citam Woods, que confessou vários casos amorosos que teriam abalado sua carreira e o casamento, entre as celebridades que os inspiraram a buscar ajuda para o seu problema.

Entrevistado pelo repórter da BBC Gavin Lee, o dono da clínica, Steven Pope, disse que o interesse de pessoas que querem ajuda tem sido sem precedentes. ”As pessoas agora estão se apresentando e vindo conversar sobre seus problemas”, afirmou. “Por um lado, a vida de Woods se transformou em um inferno, assim como a da família dele, mas ele salvou vidas. Este é o efeito Tiger Woods.”

‘Droga’

Um dos clientes, Danny James, de 27 anos, disse que o vício quase destruiu seu relacionamento com a namorada e a filha. ”Pode ser comparado a uma droga”, afirmou. “A sensação depois do sexo – eu comecei a ter necessidade de sentir isso mais e mais. Depois de um tempo aquela sensação não durava por tanto tempo, então eu fazia de novo e de novo.”

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“Vício na internet deve ser prevenido”, alerta psicólogo do Hospital das Clínicas de São Paulo

do Info Online

Ferramenta de comunicação e lazer, a internet pode viciar e comprometer aspectos da vida social do indivíduo.

No Hospital das Clínicas de São Paulo, o Centro de Estudos de Dependência da Internet já atendeu 200 pessoas em três anos de funcionamento. O perfil dos dependentes não se resume a crianças e adolescentes: adultos e idosos preferem, cada vez mais, optar por uma vida virtual à real.

“Ao contrário do álcool e das drogas, por exemplo, não há nenhuma campanha de prevenção e controle ao uso da internet. As pessoas não fazem ideia do perigo”, explicou o psicólogo Cristiano Nabuco, responsável pelo centro.

O especialista alerta que a dependência de internet é um problema de saúde pública e defende a necessidade de investimento em campanhas educativas com orientações sobre o uso da web.

“Uma campanha para prevenir o vício em internet é necessária. Com a inclusão digital, o número de dependentes tende a explodir em pouco tempo”, alertou. Ele explicou que todos estão sujeitos ao vício digital. “Atinge independentemente de idade e classe social. Tive uma paciente de 45 anos que acordava todos os dias às 4h30 para colher morangos de um jogo virtual. Outro, um adolescente de 13 anos, não levantava do computador nem para ir ao banheiro.”

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Cantor revelação do Carnaval 2009 em Salvador luta contra vício em crack

do A Tarde

Mãe do artista é seu maior apoio na luta contra o vício

Cantor revelação do Carnaval de 2009, com a banda Bué da Fixe, Allan Spínola, 26 anos, vive hoje refém do crack. O vício, que o persegue há 5 anos, traz sofrimento para ele e familiares, que não sabem mais o que fazer.

Vendo a angústia da mãe, Cristiane Spínola, e depois do uso excessivo da droga, Allan pediu socorro  a um programa de TV para se recuperar. “Luto há três dias para não usar nada, mas é muito difícil. Como ato de desespero, resolvi tornar minha história pública, na esperança de ser ajudado. Quero ficar livre deste vício”, diz o cantor,  que contou com a ajuda da mãe para ficar “limpo” nos últimos dias, quando resolveu parar.

A alternativa encontrada por ela foi dopar Allan com a utilização de calmantes. “Dou remédio para que ele durma e não saia como um louco para usar crack. Não quero ver meu filho nesta vida, não quero perdê-lo”, emociona-se Cristiane, que nesta quarta completou 46 anos, desejando que o filho “largue de vez as drogas e volte a ser o menino  talentoso de sempre”.

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Estudo britânico vincula excesso de internet a depressão

da Reuters

Quem passa muito tempo na internet tem mais propensão a apresentar sintomas de depressão, disseram cientistas britânicos nesta quarta-feira (3). Não está claro, no entanto, se a internet causa depressão ou se a rede atrai os deprimidos, segundo eles.

Psicólogos da Universidade de Leeds disseram ter notado uma “impressionante” evidência de que alguns internautas desenvolvem uma compulsão na qual substituem a interação da vida real por salas de bate-papo e sites de relacionamento.

“Este estudo reforça a especulação pública de que o excesso de engajamento em sites que servem para substituir a função social normal poderia levar a transtornos psicológicos correlatos, como depressão e dependência”, disse a principal autora do estudo, Catriona Morrison, em artigo na revista “Psychopathology”. ”Este tipo de ‘vício em navegação’ pode ter um sério impacto sobre a saúde mental.”

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