Artigos com o marcador receita federal

Receita Federal barra entrega de mercadorias do site Kabum após denúncia de defeito em notebook

Info Online

Órgão alega que empresa não está autorizada a importar produtos da marca Acer. Galpão foi lacrado e passa por fiscalização minuciosa.

Uma ação da Receita Federal levou a polícia a lacrar o principal galpão de distribuição de produtos da loja de comércio eletrônico Kabum, na cidade de Limeira, interior paulista.

De acordo com a Polícia Federal, o galpão da Kabum foi lacrado no dia 12 de janeiro como consequência de uma investigação de irregularidades em importações iniciada pela Receita Federal ainda em 2011. O caso teve início quando um cliente da Kabum queixou-se à representação da fabricante de eletrônicos Acer de uma falha em notebook recém-comprado.

A Acer, por sua vez, teria alegado que não poderia sanar o problema apresentado pelo consumidor, uma vez que o notebook exibido seria um artigo importado, fora das garantias oferecidas pela Acer do Brasil. O caso despertou a atenção da Receita Federal pois a Kabum não teria autorização para importar produtos.

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Polícia Federal dá mais 24 horas para Latino entregar veículo de luxo importado ilegalmente

G1

Operação desarticula quadrilha que contrabandeava carros de alto luxo. A lista de compradores está repleta de cantores e jogadores de futebol. Israelense comandava o esquema de venda ilegal de carros.

Olha a promoção: um carro de luxo que custa R$ 600 mil é colocado à venda por R$ 300 mil. Você desconfia ou compra? Jogadores de futebol e cantores compraram e agora vão ter de dar explicação para a Polícia Federal e para a Receita Federal. Nove pessoas estão foragidas e 40 carros foram apreendidos.

Cadillac Escalade importado de forma ilegal deve ser entregue por Latino imediatamente

O jogador Emerson Sheik, hoje no Corinthians, não foi encontrado pelos investigadores e tem apenas mais um dia para entregar o carro importado, um luxuoso Chevrolet Camaro. Diguinho, do Fluminense, aparece ao lado do BMW X-6 poucos dias antes da operação. Kleberson, do Atlético Paranaense, usava um GMC Hummer, também apreendido.

Procuradores dizem que investigam jogadores do Flamengo e do Botafogo. O cantor Latino é outro que não foi encontrado e tem até terça-feira (11) para apresentar à Receita Federal um Cadillac Escalade.


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Latino diz que não sabia origem dos veículos. Belo diz que inclusão de seu nome às denúncias é ‘absurda’

Último Segundo | Globo News

Músicos estão entre os suspeitos famosos que tiveram seus veículos confiscados na sexta-feira (7) durante operação da Polícia Federal.

Após a Polícia Federal ter desarticulado um esquema de lavagem de dinheiro e compra de veículos importados seminovos contrabandeados, os cantores Belo e Latino se manifestaram através de nota assinada por seus advogados na tarde deste sábado (8).

Além das músicas de gosto duvidoso, Latino é conhecido pela sua coleção de carros importados luxuosos

Segundo Bruno Gomes, advogado de Latino, o músico “repudia qualquer insinuação sobre seu envolvimento ou participação em negócios de importação e comercialização de veículos”. Ele afirma ainda que Latino vai colaborar com as investigações e que o cantor era “apenas cliente, como tantos outros, que de boa-fé adquiriram veículos em uma loja bem estabelecida em local nobre da cidade do Rio de Janeiro”.

O advogado de Belo, Ivo Peralta, definiu como “absurda” a vinculação de seu cliente com o esquema e disse que o cantor recebeu da loja “toda a documentação de regularidade dos órgãos nacionais que fiscalizam e efetuam o cadastro de veículos”. Assim como o advogado de Latino, Peralta afirma que Belo irá colaborar com as investigações e que o cantor não tinha conhecimento das irregularidades na importação e venda do automóvel.


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Carros importados de Sheik e Latino são apreendidos pela Polícia, diz jornal

UOL

Cantor e jogadores estão envolvidos em esquema ilegal de aquisição de carros importados, confirma a Polícia Federal.

O carros importados do atacante do Corinthians, Emerson Sheik, do cantor Latino, e de outros dois jogadores foram apreendidos pela Polícia Federal. Os veículos foram contrabandeados, entrando ilegalmente no país, conforme destacou o jornal Lance!. Ao todo, 102 veículos foram recolhidos pela Polícia em conjunto com a receita Federal.

Os atletas Diguinho, do Fluminense, e o meio-campista Kleberson, do Atlético-PR, também tiveram os veículos apreendidos. A Operação Black Ops foi criada para detalhar a entrada de veículos de luxo no país. A investigação constatou que apenas esses 102 autos recolhidos podem ter causado prejuízo ao erário de R$ 30 milhões. A 3ª Vara Federal Criminal determinou o recolhimento desses veículos e acredita que o número de autos irregulares pode dobrar.

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Atletas de grandes clubes e artistas lavaram dinheiro com esquema, diz PF

Último Segundo

Cerca de 15 esportistas e cantores de pagode serão investigados por comprar carros importados, lavar dinheiro e enviar recurso para o exterior.

Carro do jogador Kleberson, ex-seleção brasileira, foi apreendido

Cerca de 15 atletas de grandes clubes e artistas de grupos de pagode famosos são suspeitos de ter usado o esquema de lavagem de dinheiro e de compra de carros importados contrabandeados desarticulado nesta sexta-feira em megaoperação da Polícia Federal. Os nomes deles, celebridades no esporte e na música popular, não foram revelados para não prejudicar as investigações, ainda em andamento.

O único que já apareceu foi o do ex-jogador do Flamengo e da Seleção brasileira Kleberson, atualmente no Atlético-PR, que teve um Jeep Hummer preto apreendido na operação. Ele é um dos investigados. Comandada pelo contraventor Haylton Escafura e pelo israelense Yoram El Al, a quadrilha se especializou em lavar dinheiro e enviar recursos ilegalmente para o exterior.

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Shopping de São Paulo vai à Justiça pedir o despejo da loja Daslu

Terra

O Shopping Cidade Jardim de São Paulo recorreu à Justiça para despejar a loja Daslu, da empresária Eliana Tranchesi, em razão de falta de pagamentos de aluguel e encargos no valor de R$ 471,8 mil. O processo é contra a chamada “velha” Daslu, que tem dívidas com a Receita Federal estimadas em R$ 500 milhões. As informações são da Folha de S.Paulo.

Segundo a publicação, a empresária alugou um espaço no Shopping Cidade Jardim com o acordo de pagar à administradora 4% do faturamento dos produtos importados e 5% do obtido em mercadorias nacionais, sendo o mínimo de R$ 175 mil. O jornal procurou a nova direção da Daslu e a empresária Eliana Tranchesi, mas não obteve retorno.

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Operação Alquimia: Empresário diz que processará ‘caluniadores’

A Tarde

O empresário repeliu a condição de “foragido” e  não se “furtou a esclarecer qualquer dúvida” sobre o caso.

Advogado de Cavalcanti diz que empresário vai processar responsáveis, por 'danos morais'

O empresário Paulo Cavalcanti, apontado como um dos cabeças de um suposto esquema de sonegação fiscal investigado na Operação Alquimia e preso na segunda-feira, 22, ao desembarcar no aeroporto de Salvador, após passar dez dias na Europa, qualificou de “avalanche de acusações absurdas referentes a sua pessoa” as notícias publicadas sobre o caso.

Ele se manifestou por meio de uma “carta àsociedade” lida antes da entrevista convocada pelo advogado do empresário, Gamil Föppel, na terça, 23, na capital baiana.

Do aeroporto, Cavalcanti foi conduzido sem algemas para a superintendência regional da Polícia Federal, onde foi ouvido por 10 horas. Depois transferido, na manhã de terça, para o Centro de Observação Penal do Complexo Penitenciário da Mata Escura, para onde foram conduzidos os 14 detidos na operação, a maior parte liberada. Além de Cavalcanti, quatro permanecem detidos.

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Dono de ilha confiscada na Bahia diz que patrimônio é ‘fruto de suor’

Terra

Empresário se defende de acusações e afirma que não havia fugido para a Espanha, onde foi capturado.

Um dos donos da ilha de 20 mil m² na Baía de Todos os Santos, confiscada por fraudes fiscais investigadas na Operação Alquimia, da Polícia Federal, negou todas as acusações que levaram à sua prisão na segunda-feira e disse, por meio de carta divulgada nesta terça-feira, que “não se envergonha de seu patrimônio”, “fruto de muito suor”. Segundo a PF, 300 empresas instaladas no Brasil e no exterior que atuam na venda e na distribuição de produtos químicos teriam sonegado R$ 1 bilhão em impostos.

O empresário Paulo Sérgio Costa Pinto Cavalcanti (foto abaixo), presidente da Sasil Comercial e Industrial de Petroquímicos e da Varient Distribuidora de Resinas, foi detido no aeroporto, em retorno da Espanha, onde estava quando teve sua prisão preventiva decretada, na semana passada. O suspeito garantiu que não estava fora do País fugindo das investigações da PF.

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Ilha baiana confiscada pela Receita é avaliada em R$ 15 milhões

Correio

Empresa envolvida tinha como sócios e pedreiro e motorista e movimentou R$ 32 milhões.

A ilha com 20 mil metros quadrados localizada na Baía de Todos os Santos, confiscada pela Operação Alquimia, da Polícia Federal, está avaliada em R$ 15 milhões. Segundo informações do Estadão, esse valor não inclui as benfeitorias do imóvel, equipamentos e utensílios.

O alvo da ação é uma organização criminosa suspeita de sonegar R$ 1 bilhão em impostos devidos por empresas do setor químico. Uma dessas empresas, que tinha como sócios um pedreiro e um motorista, provaveis laranjas, e movimentou R$ 32 milhões entre 1996 e 2009, segundo a Folha Online. A operação Alquimia foi realizada pela Receita Federal (RFB), Polícia Federal e o Ministério Público Federal.

Na ilha, que pertence a um dos responsáveis pela organização criminosa, foram apreendidos 2,4 kg em barras de ouro e barras de prata, em um cofre, quinze jet skis, duas armas, quadriciclos, barco à vela, além de motos e carros de luxo. Por conta do grande número de itens de luxo, ela foi apelidada pelos policiais de “ilha do tesouro”, além de algumas armas como um fuzil e uma pistola de uso restrito das Forças Armadas, além de farta munição.

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Receita, PF e MPF fazem operação de combate a fraudes no Fisco

G1

As ações ocorrem simultaneamente em 17 estados, mais o Distrito Federal. Prejuízo aos cofres públicos pode chegar a R$ 1 bilhão, diz Receita.

A Receita Federal, a Polícia Federal e o Ministério Público Federal (MPF) deflagraram nesta quarta-feira (17) a Operação Alquimia, com o objetivo de combater organização criminosa, composta por quase 300 empresas, suspeita de fraudar o Fisco. As ações ocorrem simultaneamente em 17 estados, mais o Distrito Federal. O prejuízo aos cofres públicos, pelo não recolhimento dos tributos devidos, pode chegar a R$ 1 bilhão.

Os órgãos apuram indícios encontrados em investigações de prática de diversos crimes, como sonegação fiscal, fraude à execução fiscal, formação de quadrilha, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro. A PF classifica a operação como uma das maiores do gênero nos últimos anos no país.

De acordo com a Receita, são cumpridos 31 mandados de prisão, 63 conduções coercitivas (quando a pessoa é levada para prestar esclarecimentos na delegacia) e 129 mandados de busca e apreensão em residências dos investigados e nas empresas supostamente ligadas à organização criminosa. A PF diz, ainda, que ocorre o sequestro de bens de 62 pessoas físicas e 195 pessoas jurídicas.


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Quem pagar conta de consumo no cartão de crédito, pagará 3% de IOF

Último Segundo

Receita Federal agora classifica operação como “empréstimo bancário”.

Quem utilizar o cartão de crédito para quitar qualquer tipo de conta, como condomínio, luz e água, terá de pagar o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) incidente sobre operações de crédito. A alíquota do IOF para pessoas físicas é de 3% ao ano ou o equivalente a 0,0082% ao dia. Para a Receita Federal, que publicou hoje Ato Declaratório Interpretativo (ADI), no Diário Oficial da União (DOU), esse tipo de operação com cartão de crédito consiste na prática em empréstimo e, portanto, o imposto deve ser cobrado.

A Receita identificou que alguns bancos estavam recolhendo IOF nessas operações e outros não vinham fazendo o recolhimento. O governo aumentou em abril a alíquota do IOF para pessoa física de 1,5% para 3% ao ano para frear o crescimento do crédito na economia. Foi uma medida para auxiliar no combate às pressões inflacionárias.

PF e Receita desmontam esquema de fraude em Itabela

A Tarde

Três mandados de busca e apreensão foram cumpridos na manhã desta quinta-feira (28) em Itabela e Guaratinga durante a Operação Monte Pascoal da Receita Federal, Polícia Federal (PF) e Ministério Público Federal.

A ação aconteceu na loja “O Casarão”, em Itabela, que pertence à família do prefeito de Guaratinga, Ademar Pinto Rosa; na casa do contador Dionísio do Carmo, em Itabela, e no seu escritório, em Guaratinga. O profissional também trabalha para a prefeitura de Itabela.

De acordo com o auditor da Receita Federal de Itabuna, Sérgio Bandeira, Dionísio chefia uma esquema de fraude em declarações do Imposto Sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF) com o intenção de obter restituições indevidas. Mais de 300 pessoas foram beneficiadas pelo golpe estimado em R$ 5 milhões. De acordo com o auditor, Dionísio recebia 70% do valor da restituição.

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Mais de 4500 produtos contrabandeados são apreendidos na BR-116 em Vitória da Conquista

Correio

As mercadorias foram encaminhadas à unidade da Receita Federal de Vitória da Conquista.

Mais de 4500 produtos contrabandeados são apreendidos na BR-116

Mais de 4500 produtos contrabandeados foram apreendidos pela Polícia Rodoviária Federal de Vitória da Conquista nesta terça-feira (15) e na madrugada desta quarta-feira (13) na BR-116.

A primeira apreensão ocorreu às 13h de terça-feira, no Km 830 da BR 116. Ao abordar e revistar o bagageiro do ônibus da empresa Viação Itapemirim, linha São Paulo/SP X Parnaíba/PI, os policiais encontraram 1.000 relógios importados e de diversa marcas, sem nota fiscal. O passageiro do ônibus e proprietário das mercadorias não fora encontrado.

Já a noite, às 19h30, no mesmo local, outro ônibus da empresa Viação Itapemirim foi abordado. Desta vez, o veículo fazia a linha São Paulo/SP x Timbauba/PE. Ao fiscalizarem o bagageiro do veículo, os policiais encontraram 195 CDs, 304 produtos eletrônicos e 53 equipamentos de informática. O proprietário da mercadoria foi encaminhado à unidade da Receita Federal local.

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Ivete diz à jornal que o irmão Jesus Sangalo não saiu da Caco da Telha

OFuxico

Cantora revelou que ele está de férias desde novembro, realizando “inseminação artificial”. Para ela, demissão não passa de fofoca.

Ivete Sangalo afirmou na sexta-feira (4), em Salvador, durante o Festival de Verão, que seu irmão Jesus Sangalo continua empregado na Caco de Telha, diferente do que foi veiculado nos últimos dias. A cantora concedeu uma entrevista a um jornal paulista, na qual revela que o irmão está apenas curtindo suas férias:

“Jesus não saiu, meu amor. Jesus está em férias, fazendo uma inseminação artificial. É por isso que não foi dito. Jesus está em férias e está desde antes do que vocês imaginam”, disse ela à publicação, explicando ainda que Jesus está de férias desde novembro. Ivete estaria achando graça da boataria sobre o afastamento do irmão.

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Assessoria ‘blinda’ Ivete sobre problema da Caco da Telha com a Receita

EBAND

Questionado sobre investigações na empresa da cantora, porta-voz foi taxativo: “Falamos de Ivete, de Carnaval, de coisas boas”.

Ivete Sagalo está envolvida em uma polêmica. Segundo o jornal “Extra”, a cantora teria demitido o irmão Jesus Sangalo da presidência da empresa Caco de Telha, responsável por todos os seus negócios, para se livrar da Receita Federal.

Em entrevista à publicação, Antônio da Silva, de 53 anos, mais conhecido como Toinho Batera, contou que decidiu entrar na Justiça contra a artista depois de ser demitido em março do ano passado. Ele acompanhava Ivete há 14 anos e afirma não ter recebido todos os seus direitos ao ser dispensado.

O músico revelou que pediu R$ 5 milhões referentes a FGTS, férias, 13° salário e aviso prévio. A empresa ofereceu R$ 140 mil e ele baixou o acordo para R$ 1,6 milhão, o que teria feito com que o irmão da cantora se revoltasse. “Jesus empurrou nosso advogado, saiu enxotando a gente e chamou Toinho de merda”, contou Andrea, mulher do baterista, ao jornal carioca.

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