Artigos com o marcador pt
Serra: ”Isso é o DNA do PT”
06/09/10
do Estadão
Tucano disse que não vai bater boca com Lula e não quis se aprofundar no assunto.
O candidato à presidência José Serra (PSDB) disse ontem que não tem dúvida nenhuma do envolvimento do Partido dos Trabalhadores (PT) no caso das violações fiscais de pessoas do seu partido. “Isso é o DNA do PT”, avaliou, em entrevista coletiva realizada após visita ao Museu da Língua Portuguesa, na capital paulista. De acordo com os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o analista tributário Gilberto Souza Amarante, que acessou os dados do fiscais do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge Eduardo Jorge, é filiado ao PT desde 2001.
José Serra afirmou que “não vai ficar batendo boca com Lula” e que “está mais que na hora de Dilma sair da sombra do presidente e se manifestar para o Brasil”. O pronunciamento do tucano foi uma resposta ao fato de Lula o acusar de “baixar o nível da campanha”.
Falso procurador da filha de Serra foi filiado ao PT, informa TRE-SP
04/09/10
do G1
Antonio Atella usou documento falso para obter dados de Veronica Serra. Ele filiou-se ao PT em Mauá (SP) em outubro de 2003.
O Jornal Nacional obteve no início da noite desta sexta-feira (3) informação oficial do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) sobre a filiação partidária do contador Antonio Carlos Atella Ferreira e do homem que ele apontou como sendo um colega, Ademir Estevam Cabral. Atella foi filiado ao PT e sua situação atual é indefinida. Ademir é filiado ao PV.
Atella prestou depoimento à Polícia Federal nesta sexta no caso que apura o acesso a dados fiscais de Veronica Serra, filha do candidato tucano à Presidência, José Serra. O nome de Atella aparece numa procuração datada de 29 de setembro de 2009 utilizada na agência da Receita Federal de Santo André (SP) para obter cópias de declarações do imposto de renda de Veronica. A procuração foi falsificada.
Atella filiou-se em 20 outubro de 2003 ao Partido dos Trabalhadores em Mauá (SP), na zona eleitoral 217. A data de exclusão é de 21 de novembro de 2009. O e-mail é assinado pela assessoria de comunicação do TRE-SP.
Dilma para de avançar e Serra deixa de cair, indica pesquisa Ibope
04/09/10
do Estadão
Petista mantém 51% e tucano, 27%, em levantamento que capta só parcialmente eventuais efeitos do noticiário sobre devassa ilegal de IR.
A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, parou de avançar na corrida eleitoral e se mantém com 51% das intenções de voto, segundo a pesquisa Ibope/Estado/TV Globo. Da mesma forma, José Serra (PSDB) parou de cair, suspendendo uma tendência iniciada no início de agosto. O tucano aparece com 27% das preferências, mesmo índice verificado na pesquisa anterior do Ibope, divulgada no último sábado. Marina Silva (PV) oscilou de 7% para 8%.
Com esses números, Dilma teria 59% dos votos válidos (excluídos os brancos, nulos e indecisos) e venceria no primeiro turno. Na eventualidade de ocorrer um segundo turno, ela manteria o favoritismo e teria 22 pontos de vantagem sobre Serra (55% a 33%), segundo o Ibope.
O resultado da pesquisa, feita entre os dias 31 de agosto e 3 de setembro, capta apenas parcialmente os eventuais efeitos do noticiário sobre a quebra do sigilo fiscal de Verônica Serra, filha do candidato do PSDB.
Escândalo na Receita: Contador diz que obteve dados a mando de terceiros
03/09/10
do G1
Ele deu pistas de outra pessoa supostamente envolvida com quebra de sigilo. Filha de José Serra e pessoas ligadas ao PSDB tiveram dados fiscais violados.
O contador Antonio Carlos Atella Ferreira, o homem que recebeu os dados sigilosos da filha de José Serra usando uma procuração falsificada, afirma que pediu e retirou as informações fiscais de Veronica Serra a mando de terceiros. Segundo ele, o pedido fazia parte de “um lote”. O contador disse que não se deu conta de quem se tratava e deu pistas de mais uma pessoa supostamente envolvida no esquema.
“Eu não sabia que essa pessoa existisse fisicamente e nem que fosse filha de uma pessoa que eu aprecie e respeito”, disse Ferreira. O contador afirma que não trabalha para politicos nem é filiado a partido algum. “Se alguém me filiou, nem conheço quem é, se caso eu ‘tiver’ filiado.”
Em entrevista ao repórter César Tralli, da TV Globo, Antonio Carlos negou ter falsificado a assinatura de Veronica Serra. “Se fosse eu, o senhor acha que eu teria assinado que teria retirado o documento?” Veja como foi a entrevista:
Para não demitir Cartaxo, Lula tira Receita da apuração de quebra de sigilos fiscais
03/09/10
do Estadão
PF assume integralmente a investigação do caso e o Fisco fica apenas com o processo disciplinar dos seus funcionários.
Em vez de demitir o secretário da Receita Federal, Otacílio Cartaxo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ordenou ontem ao ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, que a Polícia Federal assuma integralmente a investigação das violações de sigilo fiscal dos políticos e familiares de tucanos aliados do presidenciável José Serra (PSDB). A Receita fica só com o processo disciplinar dos seus funcionários.
O acirramento da disputa eleitoral e judicial entre PT e PSDB adiou a exoneração de Cartaxo. Os assessores da Presidência avaliam que a candidata Dilma Rousseff (PT) está enfrentando um “golpe eleitoral” e que este não é o momento de oferecer a cabeça de Cartaxo aos tucanos.
A decisão de concentrar a investigação na PF parte do princípio de que a instituição policial tem mais credibilidade para o trabalho. Também tira o foco da suspeição de cima da Receita.
Ação contra Dilma em caso de sigilo é arquivada no TSE
02/09/10
da Agência Estado
Em decisão monocrática, o corregedor eleitoral do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Aldir Passarinho, determinou o arquivamento da representação movida pela coligação “O Brasil Pode Mais”, que apoia a candidatura de José Serra (PSDB), contra a presidenciável Dilma Rousseff (PT) por abuso de poder político e uso da máquina pública no caso da quebra de sigilo fiscal de cinco pessoas ligadas ao alto escalão tucano.
Os advogados da coligação pediam a investigação do caso e a punição de Dilma com a cassação da candidatura dela. Passarinho avaliou que as provas apresentadas pela coligação – que anexou à representação cópias de diversas reportagens publicadas sobre o caso – não são suficientes para confirmar se a campanha de Dilma teve envolvimento no caso, nem se foi beneficiada pela situação. As investigações, portanto, cabem ao Ministério Público Federal e não à Justiça Eleitoral, aponta o ministro.
Contra-ataque: Coligação de Serra pede ação do TSE contra candidatura de Dilma por escândalo na Receita
02/09/10
do G1
O motivo é a quebra de sigilo fiscal de pessoas ligadas ao PSDB. O partido alega abuso de poder político a favor da candidata petista.
A coligação “O Brasil pode mais”, do candidato do PSDB à Presidência, José Serra, protocolou nesta quarta-feira (1º) no Tribunal Superior Eleitoral ação contra a adversária do PT, Dilma Rousseff, por causa da quebra de sigilo fiscal do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge e de outras pessoas ligadas à legenda, inclusive a filha do candidato tucano, Verônica Serra.
Na ação, a coligação de Serra pede que a Justiça Eleitoral apure a prática de abuso de poder político e uso da máquina pública por parte da campanha da petista.
Segundo o advogado da campanha de José Serra, Eduardo Alckmin, caso a Justiça Eleitoral entenda que houve abuso, pode aplicar pena de inelegibilidade e até de cassação de registro da candidatura de Dilma Rousseff. A ação contra a candidata petista foi encaminhada ao corregedor-geral eleitoral, ministro Aldir Passarinho Junior.
A coligação tucana pediu a abertura de uma investigação dentro da Justiça Eleitoral, que deve ser feita com base em depoimentos de testemunhas e juntada de documentos. A coligação requer decisão liminar do TSE pedindo o encaminhamento à Justiça Eleitoral das investigações que estão sendo feitas pela Polícia Federal e do processo administrativo da Receita que apura as violações de sigilo. Também pede que computadores da Receita sejam periciados por técnicos indicados pela Justiça Eleitoral.
Em entrevista ao Jornal do SBT nesta quarta, Dilma afirmou ser “leviana” a acusação, feita por Serra, de que sua campanha tem ligação com a violação. Ela disse ser “a maior interessada” na investigação.
Receita tentou abafar caso da violação do sigilo fiscal da filha de José Serra
02/09/10
do Estadão
Em meio ao discurso de que não havia irregularidade, governo já sabia que a procuração usada para violar dados de Verônica Serra era falsa.
O comando da Receita Federal suspeitou de fraude na violação do sigilo fiscal da filha do candidato do PSDB à Presidência, José Serra, mas mesmo assim montou uma operação para abafar o escândalo e evitar impacto político na campanha de Dilma Rousseff (PT). Em meio ao discurso oficial de que não havia irregularidade, o governo já sabia que a procuração usada para violar os dados de Verônica Serra poderia ser falsa.
Os novos documentos da investigação, a que o Estado teve acesso ontem, também provam que a Receita sabia desde o dia 20 de agosto que o sigilo fiscal de Verônica havia sido violado em setembro do ano passado.
A prova da suspeita da Receita está em um documento que mostra que, na tarde de terça-feira, a comissão de inquérito decidiu encaminhar o caso ao Ministério Público Federal. Ou seja, antes de a filha de Serra e o cartório afirmarem que o documento era falso, o que desmente o discurso e a entrevista dada ao Estado pelo secretário-geral da Receita, Otacílio Cartaxo.
Dilma diz na TV que dá “azar” sentar na cadeira do presidente
31/08/10
do O Globo
Candidata petista também afirmou que não há cargo esperando José Dirceu em seu eventual governo.
Irritada com a recente safra de críticas políticas e especulações sobre seu eventual governo, a candidata Dilma Rousseff (PT), convocou uma entrevista ontem para rebater seu adversário, José Serra (PSDB) a respeito de investimentos feitos em favelas paulistanas e negar que esteja “sentada” na cadeira de presidente de forma antecipada.
Dilma também aproveitou para defender seu antecessor na Casa Civil, José Dirceu, de uma condenação ao “banimento social” – mas negou que ele seja cotado para assumir um cargo caso o PT se mantenha no Planalto.
Para a presidenciável, todas as reportagens que apuram os bastidores de negociações políticas para a composição de governo são “factóides” e “especulação”.
- Eu lamento muito que exista esse nível de distorção a respeito dessa obra de Paraisópolis e de Heliópolis, que é feita com o orçamento geral da União, porque, naquele momento, a prefeitura não tinha condições de se endividar – disse Dilma, que convocou a imprensa para recitar cifras do PAC nas duas favelas.
Dirceu tenta barrar avanço de Palocci em eventual governo Dilma
29/08/10
do Estadão
Após combater possível ida do rival para coordenar futuro governo, ex-chefe da Casa Civil quer impedir que ele retorne à economia.
A 35 dias da eleição de 3 de outubro e confiantes na vitória de Dilma Rousseff (PT) no primeiro turno, os ex-ministros José Dirceu e Antonio Palocci disputam os rumos de eventual novo governo comandado pelo partido. Depois de emitir sinais contrários à possível indicação de Palocci para a Casa Civil, Dirceu luta agora para impedir que ele volte a ditar os caminhos da economia, a partir de 2011.
Os dois “generais” do presidente Luiz Inácio Lula da Silva reeditam a queda de braço que travaram no primeiro mandato do PT para definir a fisionomia do governo. Abatido pelo escândalo do mensalão, em 2005, e cassado pela Câmara, Dirceu vislumbra perda de influência se Palocci – ex-ministro da Fazenda – assumir a Casa Civil sob Dilma.
A preocupação não é à toa: cabe ao ministro da Casa Civil coordenar a equipe, o que lhe dá muito poder e pode torná-lo candidato natural ao Planalto. Foi o que ocorreu com a própria Dilma, puxada para o cargo após a queda de Dirceu. Nove meses depois, em março de 2006, Palocci também caiu, no rastro da quebra de sigilo bancário do caseiro Francenildo dos Santos Costa.
A 42 dias do pleito, PMDB exige do PT a divisão de 50% do governo
22/08/10
do Estadão
Em caso de vitória de Dilma, partido de Temer deixaria de agir como ‘convidado’, passando a atuar como um dos ‘donos da casa’.
Poder dividido “meio a meio”. Assento no Planalto, entre os “ministros da casa”, e no Conselho Político que assessora o presidente da República. Henrique Meirelles na equipe econômica. Ministérios de “porteira fechada”, os cargos de sempre nas estatais e postos de comando nas vedetes do petróleo, a Petrobrás e a Petro-Sal. Senado e Câmara sob seu comando.
Com a campanha eleitoral em curso e ainda a 42 dias da abertura das urnas, é com essa precisão cirúrgica, alimentada pela liderança nas pesquisas da candidata aliada, Dilma Rousseff (PT), que o PMDB já define as regras de ocupação do poder. Como presidente do partido, deputado Michel Temer (SP), no posto de vice da chapa presidencial, o PMDB estima o tamanho da cota futura de poder baseado no argumento de que agora, se Dilma ganhar, o partido não é mais “um convidado”, mas na verdade um dos “donos da casa”, o Palácio do Planalto.
A diferença entre “convidado” e “dono da casa” deriva do fato, como explicam os peemedebistas, de que, um governo Dilma seria fruto da coalizão do PT com o PMDB, e não de simples aliança construída depois da vitória – o que aconteceu, por exemplo, nos governos Fernando Henrique Cardoso (1995-2002) e Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010).
Serra acusa governo federal e PT de tentar intimidar e censurar imprensa
20/08/10
do Estadão
Em discurso na Associação Nacional do Jornais, tucano não citou Lula, mas foi duro ao falar das ameaças à liberdade de expressão.
O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, acusou ontem o governo federal e o PT de tentarem, nos últimos anos, intimidar, manipular e censurar a imprensa, em duro discurso durante o 8.º Congresso Brasileiro de Jornais, promovido pela Associação Nacional de Jornais (ANJ), no Rio.
Sem citar o presidente Lula, Serra afirmou que as tentativas de “cercear a liberdade” se dão de três formas. A primeira, disse, é a “via democrática entre aspas”, pela realização de conferências como as de comunicação, direitos humanos e cultura, que “se voltaram de fato para um controle da imprensa, através do suposto controle da sociedade civil”.
“Quantas pessoas podem ter participado dessas conferências? Quinze mil? Vinte mil? Isso não representa o povo brasileiro. Representa muito mais um partido e alguns setores que infelizmente revelaram certa porosidade e indulgência”, atacou o tucano. “Eu recusei como governador de São Paulo abrigar uma conferência estadual, coisa que me proporcionou moções de repúdio amplamente aplaudidas.”
Jaques Wagner critica o projeto do metrô de Salvador: “Não faz sentido”
20/08/10
do Correio*
Em entrevista ao BA TV, Wagner disse que governo quer “complementar” o metrô.
O governador Jaques Wagner criticou o projeto do metrô de Salvador, porque segundo ele, “não faz sentido um metrô que sai de um centro como a Lapa até outro centro como a Rótula do Abacaxi”. Wagner disse também que seu governo do PT pretende, se reeleito, “complementar” o metrô.
Penúltimo entrevistado pelo BA TV nesta quinta-feira (19), o governador também falou sobre problemas que foram levantados em uma reunião hoje com empresários da Federação das Industrias do Estado da Bahia (Fieb) sobre a malha rodoviária de má qualidade, os portos, que seriam os piores do Brasil, e o problema na mobilidade urbana, por conta das vias saturadas. Segundo Wagner, estes problemas já foram cosntatados pelo governo e são “fruto de um período longo sem investimento”, mas que ele e sua equipe estão “trabalhando para superá-los”.
Wagner citou a licitação e concessão da BR-324 e da BR-316, além da duplicação de outras estradas, e também da licitação, em nível estadual, do sistema BA-093. Sobre os portos, o governador disse que já está projetado o novo porto Sul, que ficará entre Ilhéus e Itacaré e servirá de final da ferrovia Oeste-Leste. Wagner disse também que o um estudo de modernização do Porto de Aratu já foi entregue ao ministro Pedro Brito, da Secretaria de Portos. Uma segunda pista no aeroporto também está sendo preparada, segundo Wagner.
Dilma abre 8 pontos sobre Serra, aponta pesquisa do Datafolha
14/08/10
do Estadão
Levantamento que indica 41% para petista e 33% para tucano é o 1º divulgado após debates na TV.
A candidata petista à Presidência Dilma Rousseff tem 41% das intenções de voto e vantagem de oito pontos porcentuais sobre o tucano José Serra, segundo pesquisa Datafolha divulgada na última sexta-feira pela TV Globo.
Em relação ao levantamento anterior do mesmo instituto, feito há três semanas, Dilma subiu cinco pontos, e Serra caiu quatro. A candidata do PV, Marina Silva, permaneceu com o mesmo índice, de 10%.
A pesquisa foi a primeira a ser divulgada depois de dois eventos televisivos que colocaram os presidenciáveis sob os holofotes: o debate na Band, no último dia 6, e as entrevistas com Dilma, Marina e Serra no Jornal Nacional, da TV Globo, nos dias 9, 10 e 11, respectivamente.
O Datafolha fez as entrevistas para a pesquisa entre os dias 9 e 12 – ou seja, no universo do levantamento, a performance de Dilma no Jornal Nacional foi assistida por uma parcela maior de eleitores, em comparação a Serra.
Fernando Collor: “Lula é o melhor presidente que Brasil já teve”
11/08/10
do Terra
O senador Fernando Collor (PTB) disse que, se ganhar as eleições ao Governo de Alagoas em 2010, pode não concluir o mandato para entrar em outra disputa eleitoral em 2014. Não disse para qual cargo.
“Não sei dizer se deixaria o mandato antes, depende das circunstâncias políticas, depende de muitos fatores. Mas, o que desejo é fazer um Governo à altura das expectativas dos alagoanos”, disse Collor. Ele foi entrevistado pela rádio Difusora de Alagoas, horas antes do protesto “Fora Collor”, organizado por estudantes, sem terra e representantes da sociedade civil organizada. Em 1989, Collor renunciou ao Governo de Alagoas para disputar – e vencer – a Presidência da República.
Na entrevista, Collor citou o nome da petista Dilma Rousseff e disse que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por ter seguido uma agenda implantada por ele, Collor, “e melhorando o que eu fiz, o presidente Lula, a meu modo de ver, é o melhor presidente que o Brasil já teve”, completou. Ele carregava um adesivo de Dilma do lado direito do peito; à esquerda, estava o dele.

















