Artigos com o marcador praias

Após demolição, ex-barraqueiros reergueram paraísos na orla de Salvador

Rede Bahia | Correio

Os novos empreendimentos têm mordomias como massagistas e internet, dentro de espaços luxuosos.

Era uma casa muito bacana perto da praia. Do lado de fora, era como as outras no local: tinha teto, chão e todos podiam dormir na rede. Hoje, a fachada daquele imóvel azul continua a mesma, mas o cenário do quintal mudou. Agora, a parte externa abriga a nova Barraca do Lôro, feita com muito esmero, na rua Desembargador Manoel de Andrade Teixeira, Praia do Flamengo, número 266. Em 2010, mais de 500 barracas foram demolidas por ordem da Justiça, encerrando mais de 3 mil empregos diretos:

A vocação para celebrar a vida à beira-mar foi a onda que deu ao empresário Aloísio Melo Filho, mais conhecido como Lôro, energia para reerguer seu empreendimento, que foi uma das 349 barracas de praia de Salvador demolidas por determinação da Justiça Federal, em agosto do ano passado.

“Derrubou num dia, no outro já saí procurando novo local para continuar. Esse lugar é a identificação do meu estilo de vida. Pego onda desde menino. A derrubada não seguiu os critérios devidos e a gente acabou indo no bolo. Provamos que estávamos corretos, mas não adiantou”, lembra.


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Feriado prolongado tem duas mortes e dois desparecidos no litoral baiano

Rede Bahia | G1

Salvamar contabiliza 1.050 casos de afogamentos em Salvador este ano. Jovem de 18 anos e turistas espanhol sumiram em praias no estado.

O litoral de Salvador tem registros até segunda-feira (14) de 1.050 casos de afogamentos este ano, de acordo com o Salvamar. Quatro pessoas morreram. Um rapaz está desaparecido. O número de mortes se aproxima aos registros de janeiro a dezembro de 2010, quando foram contabilizados cinco casos fatais entre 1.340 afogamentos. No interior do estado, somente no feriado prolongado que terminou na terça-feira (15), a forte correnteza do mar vitimou três pessoas – duas morreram – entre elas, uma criança de 7 anos – e um turista espanhol está desaparecido.

Segundo o chefe de treinamento do Salvamar em Salvador, Jorge Cerqueira, a maré fica muito agitada no período de primavera, situação agravada pelo histórico recente de chuvas. “Esse período é muito perigoso. Nos últimos 15 dias tivemos muita chuva, muito vento. Mesmo que o sol saia, às vezes o tempo não está bom. Temos que estar sempre atendo à ressaca, à enchente da maré”, diz.


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Sem barracas nas praias, comerciantes improvisam para atrair clientes

Rede Bahia | G1

Enquanto ex-barraqueiros criam alternativas, algumas pessoas levam comidas e bebidas para a praia. Barracas de Salvador e RM foram derrubadas por determinação judicial.

Após a derrubada das barracas de praia de Salvador, clientes de barracas tiveram que improvisar. Alguns trazem sua própria cerveja, salgados. Quem não trouxe seus peticos, teve que improvizar. “Aí temos que apelar para o acarajé”, diz um cliente.

Entre 2009 e 2010, todas as barracas na orla de Salvador e Lauro de Freitas foram demolidas por ordem da Justiça

Para não perder clientela, alguns barraqueiros tiverem que investir em outro formato de atendimento, mas dentro continuaram no ramo de negócio. Seu Aloísio , que era dono de uma das barracas mais famosas de Salvador, tirou de letra a crise e criou um espaço maior e mais badalado do que a barraca que tinha na praia de Aleluia. E o novo espaço fica de frente para o mar. E tem de tudo. Dá para comer, beber, tomar sol, relaxar. ”Aqui, nós conseguimos dar uma estrutura melhor para os nossos clientes”, diz o empresário.

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Irene matou 21 pessoas e custará US$ 7 bilhões aos EUA

Agência Estado

Furacão deixou grandes porções do território dos EUA sem energia, incluindo 1 milhão no Estado de Nova York.

O que resta do furacão Irene chegou ao Canadá, nesta segunda-feira, após passar pelo nordeste dos Estados Unidos, onde a tempestade provocou pelo menos 21 mortes e causou prejuízos estimados de até US$ 7 bilhões. Muitas pessoas ficaram sem energia na Costa Leste dos EUA, após o fenômeno – agora rebaixado para ciclone extratropical – passar por Nova York e seguir para o país vizinho.

O Centro Nacional de Furacões (NHC, na sigla em inglês) advertiu na noite de domingo sobre grandes cheias em rios em áreas do nordeste norte-americano. O presidente Barack Obama advertiu que os esforços de recuperação podem levar “semanas ou mais”.

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Furacão Irene: Prefeito de Nova York pede que moradores fiquem em casa

Estadão | EFE

Michael Bloomberg alertou para iminência de falta de água potável e blecautes.

O prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, afirmou na noite de sábado, 27, que a hora das evacuações passou e agora os cidadãos devem sair das ruas e permanecer em lugares seguros, depois da chegada do furacão Irene. Bloomberg disse que foram tomadas nos últimos dias medidas para se preparar para o que for, e advertiu que com a chegada do furacão a cidade também está em alerta por causa da possível formação de tornados.

Assim, o prefeito fez de novo uma advertência aos nova-iorquinos que não seguiram as advertências das autoridades. “Deveriam ter ido embora antes, mas se não o fizeram, nosso conselho é que permaneçam onde estão”, disse. Bloomberg aconselhou a população a não sair à rua, permanecer no interior de suas casas e longe das janelas, encher as banheiras de água caso haja cortes de provisão, preparar-se para possíveis blecautes de luz e dormir bem esta noite.

Imagens registradas neste domingo:

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Alerta permanece: Furacão Irene perde força ao tocar costa leste dos EUA e é rebaixado para categoria 1

G1

Os ventos máximos sustentados pelo furacão atingem a velocidade máxima de 140 km/h, informou o Centro Nacional de Furacões. Cerca de 2 milhões de pessoas foram orientadas para sair de casas.

O furacão Irene, que deixou pelo menos seis mortos em sua passagem pelo Caribe, chegou à costa leste dos Estados Unidos por voltas das 8h deste sábado (27), no horário local (9h, no Brasil). Ao todo, sete estados no país estão em emergência. Cerca de 2 milhões de pessoas foram orientadas a sair de casa, entre elas, o presidente norte-americano, Barack Obama, que interrompeu as férias na região.

Os ventos máximos sustentados pelo furacão atingem a velocidade máxima de 140 km/h, informou o Centro Nacional de Furacões (NHC, sigla em inglês) dos Estados Unidos. Mais cedo, o furacão foi classificado como de categoria 1 – de menor intensidade (em uma escala que vai até 5) -, de acordo com o NHC.

Este é o primeiro ciclone que chega ao território dos EUA desde que ‘Ike’, em 2008, tocou terra em Galveston, no Texas. O Irene começou a a castigar nesta sexta-feira (26) o litoral da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, com fortes ventos, chuvas torrenciais e ressaca. As condições do clima têm piorado desde a madrugada deste sábado e o furacão já causa inundações e quedas de energia generalizadas.


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Praias de Salvador sofrem com lixo, esgoto e “puxadinho”

Último Segundo

Capital da Bahia, um dos principais destinos turísticos do País, está sem estrutura para receber visitantes.

Sete meses após a demolição das barracas de praia de Salvador, a orla marítima de um dos principais destinos turísticos do País continua sem oferecer estrutura adequada aos visitantes. O improviso prevalece nos 31 km de praias da cidade, com embalagens de isopor protegidas por guarda-sóis, acúmulo de lixo, caixas de cerveja empilhadas, “puxadinhos” de canos que viram chuveiros e paredes usadas como banheiros.

Enquanto o projeto de revitalização da orla não avança, em meio a um jogo de empurra entre Judiciário e Executivo, barraqueiros apontam a permanência de velhos problemas, como a degradação ambiental. Já moradores e turistas cobram soluções para o lazer nas praias. “Falta estrutura. Não conseguimos ficar na areia e fomos para um restaurante”, diz a turista paulistana Fernanda Alves, 29 anos, sobre a experiência na praia de Itapuã, que teve 47 barracas demolidas.

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Expulsos da orla de Salvador e desamparados, barraqueiros procuram meios para sobreviver

Correio

A Justiça devolveu ao Ministério Público Federal o processo que tratava das barracas provisórias na orla. Enquanto isso, os antigos barraqueiros buscam alternativas para o próprio sustento.

Dona Valdete Nascimento lembra com tristeza de Seu Zé, que morreu após derrubada de barracas

“Nunca pensei que passaria a humilhação de ter que permitir que minha mulher saia de casa, todos os dias, para pedir esmola”. O desabafo emocionado e sofrido é de Valdomiro dos Santos, 68 anos. Seu Vavá, como é conhecido, era dono de três barracas na Praia de Patamares e viu seus 43 anos de trabalho serem derrubados por tratores e retroescavadeiras em agosto do ano passado.

Sem definição sobre como ficará a nova orla, ele e diversos outros ex-permissionários continuam em busca de trabalho e de uma solução para o impasse judicial, que impede a construção de novos quiosques na orla.

De acordo com Arthur Oliveira Chagas, chefe da Divisão de Gestão Patrimonial da Superintendência de Patrimônio da União na Bahia, o processo que resultou na decisão de derrubar as barracas deixou a Justiça Federal e está em análise na Câmara de Conciliação do Ministério Público Federal (MPF), autor da ação que pediu a derrubada.

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Risco de acidentes é alto nas praias de Porto Seguro

A Tarde

Banhistas dividem a água do mar com equimantos náuticos e embarcações

A convivência nos espaços disponíveis nas praias de Porto Seguro, a 709 km de Salvador, no extremo sul da Bahia, está cada vez mais problemática, sobretudo onde estão situadas as maiores barracas da cidade: Toa Toa, Axé Moi e Barramares. De acordo com os comerciantes, durante a alta estação, diariamente entre 4 a 5 mil turistas marcam presença, levados por operadoras de viagem.

No mar, é comum ver banhistas em espaços destinados às lanchas e caiaques fora da área delimitada. A areia da praia é ocupada por construções irregulares de barracas e o Ministério Público Federal (MPF pediu a demolição de todas elas no ano passado.

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Avanço do mar e desertificação podem fazer Mangue Seco sumir do mapa

Correio | Rede Globo

Cenário da novela “Tieta”, Mangue Seco sofre com anomalias climáticas

Moradores da cidade de Mangue Seco, a 213 km de Salvador, passam por um momento difícil. Com os avançõs do rio, do mar e das montanhas de areia, o local, onde foi gravada a novela “Tieta” corre risco de desaparecer.

”Provavelmente o movimento das dunas em Mangue Seco é mais relacionado com a retirada da vegetação, que protege e estabiliza as dunas”, explicou o pesquisador do Inpe Carlos Nobre ao “Fantástico”.

Para evitar o avanço das dunas, o dono de uma pousada plantou por perto arbustos e salsa. “Se não tivesse plantado essa vegetação, a pousada já teria sido soterrada”. Já a dona de casa Raimunda lembra que metade do povoado já foi consumido pelas dunas. “Depois dessa aqui que nós estamos, tinha outra praça, depois dessa praça tinha mais uma rua onde morava a minha avó”.

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Após polêmica com as barracas, Prefeitura de Salvador promove ‘arrastão’ contra o comércio ambulante

Correio

Batizada de “Ordem na Casa”, força-tarefa conta com 200 agentes, que fazem a ‘limpeza’ das praias.

O lema é Ordem na Casa e estava estampado em letras vermelhas nas camisas  utilizadas pelos cerca de 200 funcionários de diferentes órgãos da prefeitura. E a casa que deverá ficar em ordem será a orla marítima de Salvador. Uma força-tarefa   com agentes de fiscalização do município iniciou, por volta das 9h de ontem, nas praias soteropolitanas, uma operação “educativa e de conscientização do uso do espaço”, mas no trajeto avisaram: a partir de amanhã (hoje) somente poderão vender na praia barraqueiros que tinham licença da prefeitura. Os ambulantes que não possuem licença não poderão comercializar no local.

"Ação educativa" apreendeu e retirou carrinhos dos ambulantes

Chamados de “oportunistas” pelos agentes de fiscalização, os ambulantes foram  apontados como os principais responsáveis pela “bagunça” nas praias. A quantidade de lixo jogado na areia e os gatos de energia feitos são alguns dos problemas  apontados. No último domingo, o pintor Gleidson Santos chegou a ser hospitalizado após pisar descalço em um refletor instalado no calçadão de Jaguaribe. Ele recebeu uma carga de 220 volts.Um amigo quetambém passou pelo local estava calçado e sofreu um choque mais brando. Já no dia 5 de setembro, um cachorro morreu eletrocutado no mesmo trecho ao morder um fio desencapado.

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Situação caótica na orla desagrada aos comerciantes e banhistas em Salvador

A Tarde

Embalagens térmicas de isopor, protegidas com sombreiros, caixas de cervejas empilhadas, cadeiras fincadas na areia. O cenário improvisado da atual orla soteropolitana, desagrada a turistas e banhistas, acostumados com a estrutura das barracas com o conforto à beira-mar.

A paulista Camila Castro, 35 anos, mora em Salvador há dois. Para ela, falta planejamento quando se trata de ordenamento da orla. “As barracas não deveriam ser retiradas nesse período, que é início do verão. Não deveriam tirar tudo de vez”, defende.

Camila queixa-se, também, da cobrança pelo uso de cadeiras e mesas dispostas pelos comerciantes nas areias do Jardim de Alah: “A praia é pública. Antes, não acontecia assim. Está difícil para todo mundo, mas não sei qual é o motivo da cobrança”.

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Toldos poderão ser instalados na orla de Salvador, mas barraqueiros questionam número de cadeiras

A Tarde

Reunião aconteceu na sede da AGU, na Av. Paralela, mas advogados dos barraqueiros não tiveram acesso

Representantes da Prefeitura de Salvador, do Ministério Público Federal (MPF), da Advocacia Geral da União (AGU), do Iphan e do Ibama, além da prefeita de Lauro de Freitas Moema Gramacho, se reuniram nessa quarta, 15, na sede da AGU, na Paralela, para discutir o termo de ajustamento de conduta (TAC) que propõe solucionar provisoriamente a questão dos barraqueiros que ficaram sem meios de subsistir depois da demolição das barracas no mês passado.

No encontro, que durou mais de 5 horas, ficou decidida a manutenção da proposta da instalação de toldos nas praias, e cada um dos barraqueiros contemplados pelo TAC terá direito a três mesas, 12 cadeiras, seis sombreiros e duas caixas térmicas, além de uma mesa de PVC para uso próprio.

De acordo com o secretário municipal de Serviços Públicos (Sesp), Fábio Mota, que esteve presente na reunião, a próxima providência a ser tomada é  enviar o TAC para apreciação das câmaras federais e, posteriormente, para a Justiça Federal, para que o termo seja homologado.

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Ausência das barracas afasta banhistas das praias de Salvador no feriado

A Tarde

Sob um sol tímido e tendo que atravessar os escombros resultantes da demolição das barracas para enfim chegar à areia, poucos banhistas se aventuram a curtir as praias da cidade neste feriadão. Em lugar dos estacionamentos lotados de outrora, o vazio anuncia apenas os montes de entulhos que sobraram depois do trabalho das retroescavadeiras.

Praias vazias neste sábado. Turistas migraram para outros municípios

Moradores do bairro de Stella Mares, a dona de casa Railene Nunes e o industriário Helder Soares chegaram cedo para levar as filhas Alice, de 2 anos, e Júlia, de 6 meses, para passear na praia. Acomodados sobre toalhas na areia e sob a sombra de um guarda-sol, o casal conversava sobre a “nova praia” exatamente no momento em que foi abordado pela reportagem

“Para nós, que trazemos crianças, ficou complicado, porque não tem banheiro, ficamos sem a mínima estrutura. Agora nem penso mais em passar o dia na praia, tá muito inseguro”, comenta Railene.

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Em Salvador, Lula promete solução para os barraqueiros afetados na Orla

A Tarde

Ao saber da situação dos barraqueiros, Lula ficou visivelmente chateado

Um dia depois de o governador Jaques Wagner (PT) ter dito que faltou ao prefeito João Henrique Carneiro (PMDB) habilidade para resolver o problema das barracas de Salvador, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se comprometeu, durante solenidade no Palácio Rio Branco,  a mobilizar o governo federal  para buscar uma solução, inclusive financiamento, para os comerciantes que tiveram suas barracas derrubadas esta semana.

Lula disse que conversou com o governador, assim que chegou à capital baiana, e anunciou uma primeira reunião, marcada para  8 de setembro,  em Salvador, entre os ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, o ministro da Articulação Política, Paulo Bernardes, a Secretaria do Patrimônio da União  e a Advocacia Geral da União, além do prefeito João Henrique Carneiro (PMDB), que estava na solenidade.

Olhando para um João que não escondeu as lágrimas, o presidente falou: “Não sou de deixar nem companheiros nem amigos na beira da estrada”.  Lula lembrou que sobretudo os pequenos barraqueiros precisarão de ajuda financeira, mas assinalou que, devido ao período eleitoral,  essa providência será tomada mais adiante.  “Vamos deixar passar esses 30 dias (a eleição será em 5 de outubro), mas nós vamos encontrar uma solução antes desse prazo”.

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