Artigos com o marcador pmdb
PMDB encolhe no governo Dilma
27/01/12
Último Segundo
Principal aliado do PT, o partido perde posições importantes a cada troca de cargos no governo federal.
Mesmo com um lugar na vice-presidência da República, o PMDB diminui cada vez mais de tamanho no governo da presidenta Dilma Rousseff. Sem levar ameaças em conta, ela amplia a estratégia de tomar espaços de poder de lideranças do maior partido do País, que detém a maior bancada do Senado, a segunda maior na Câmara e o maior número de prefeitos.
A última vítima foi o líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN). Há um semana ele tentava evitar a demissão de Elias Fernandes, seu afilhado político, da direção geral do Departamento Nacional de Obras contra Secas (Dnocs). Provável candidato a presidente da Câmara em 2013, Alves acabou vencido.
Na base de Dilma, parlamentares admitem uso eleitoral do PAC
25/01/12
Último Segundo
Congressistas alinhados ao Planalto exaltam execução de obras e dizem que capitalização política é ‘natural’ do sucesso do governo.

"Se obras atendem aos anseios da população, capitalização política acaba sendo natural", diz Eduardo Cunha
De olho nas urnas, parlamentares governistas admitem que os partidos da base devem capitalizar politicamente, em ano eleitoral, as obras milionárias do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) – principal vitrine de investimentos das gestões do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da presidenta Dilma Rousseff, que em 2012 completa cinco anos.
O deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) defende que a capitalização nos pleitos é “natural do sucesso de um governo”, embora negue que o PAC tenha nascido com objetivo eleitoreiro. “Se as coisas são bem feitas e atendem o anseio da população você capitaliza, se não forem bem feitas e não atenderem ao anseio da população, não adianta investir que não capitaliza”, afirma.
Eleições 2012: PT e PMDB vão se enfrentar em 14 capitais, diz jornal
09/01/12
Tribuna da Bahia
Partidos de grande peso e parceiros no cenário nacional, PT e PMDB se preparam para disputar o comando de mais da metade das capitais nas eleições deste ano. Com a oposição esvaziada, principalmente, após, o surgimento do Partido Social Democrático – PSD, que levou grande número de lideranças, em especial do DEM, representantes das duas legendas já avaliam que elas protagonizarão a principal rivalidade no pleito deste ano.
Levantamento da Folha indicou que as siglas podem estar em palanques opostos em 14 das 26 capitais, entre elas duas de impacto político, São Paulo e Salvador. Na capital baiana, onde a aliança nacional já não existe desde o rompimento do PMDB com base do governador Jaques Wagner, em 2009, esse embate deve ser ainda mais acirrado. O clima de disputa deve esquentar bastante, caso o comunicador e ex-prefeito Mário Kértesz seja confirmado como candidato do PMDB, enfrentando o deputado federal Nelson Pelegrino (PT).
Para petistas, Geddel age contra Dilma
03/01/12
Tribuna da Bahia
As acusações de que o PT deseja abocanhar cada vez mais espaços e não apoiar os aliados, foram rejeitadas pelo presidente da sigla, Jonas Paulo.
Armados com estratégias e discursos de que irá prevalecer à unidade do PT na corrida ao Palácio Thomé de Souza em 2012, lideranças petistas desdenharam das declarações do ex-ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, que em entrevista a Tribuna disse que a pré-candidatura do deputado federal Nelson Pelegrino, além de não empolgar, não une o PT. Confiantes de que irão se articular em prol da inédita vitória na capital baiana, partidários do PT criticam a direção tomada pelo PMDB no Estado, ao afirmarem que o partido segue na contramão do projeto nacional.
O presidente estadual, Jonas Paulo rebateu as afirmações de Geddel, frisando que “ele deve se preocupar com o PMDB que está sem norte pela opção desastrada e fracassada de 2010”. Conforme o dirigente do PT, o seu partido saiu vitorioso nas últimas eleições estaduais, alcançando na Bahia o maior resultado do país. “Já eles (PMDB baiano) estão desarticulados do projeto nacional e caíram no colo da oposição no Estado. Isso sim é o que desagrada”, disparou.
“Pelegrino não consegue unir verdadeiramente o PT”, diz Geddel em entrevista
02/01/12
Tribuna da Bahia
Polêmico, o vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa, Geddel Vieira Lima, começa 2012 fazendo uma análise dos governos João Henrique e Jaques Wagner e não poupa criticas a ninguém. Diz que o pré-candidato do PT, Nelson Pelegrino, não empolga e não une verdadeiramente `com amor` o partido. Diz acreditar na candidatura do radialista Mário Kertész, cita uma possível aliança com o PCdoB, em 2012, mas afirma que a sigla é respeitada, mesmo tendo o histórico de “na última hora sempre terminar se curvando ao puxão de orelha” dos petistas. Geddel cita também o chefe da Casa Civil, João Leão e o PP, além de afirmar que nenhum dos quatro pré-candidatos petistas em 2014 despontam com vantagem. “É tudo japonês”.
Tribuna – Como avalia hoje o governo João Henrique?
Geddel Vieira Lima – Eu acho que ele voltou a um período de quando ele se filiou ao PMDB. Uma gestão sem rumo, uma gestão sem projeto, uma gestão sem capacidade de fazer as coisas acontecerem, sair do papel. Basta você ver que a própria propaganda da Prefeitura demonstra isso. Todas as obras que eles apontam como feitas ou que estão sendo realizadas, e isso é inquestionável, é indesmentível (sic), são obras que eu realizei como ministro da Integração Nacional. Das que estão sendo realizadas veja aí Vasco da Gama, contenção de encostas, Vale do Canela, enfim. Todas são obras realizadas por nós. Portanto, voltou a ser uma prefeitura com profundas dificuldades de fazer seu serviço ser entendido pela sociedade e as pesquisas já passam a mostrar isso.
Alice e Lúcio dizem não haver vetos para aliança PMDB e PCdoB
31/12/11
Tribuna da Bahia
Após seguirem a mesma linha de conduta na polêmica votação dos projetos da Câmara Municipal de Salvador, lideranças peemedebistas e comunistas no Estado confirmam a sinalização de que podem construir um caminho juntos, a depender dos próximos passos nas articulações. Segundo eles, ainda não se pode afirmar que ambos estão juntos para as eleições de 2012 na capital baiana, porém também “não há vetos e as conversas podem existir”.
Os rumores de uma futura chapa com a deputada federal Alice Portugal (PCdoB) e o presidente do PMDB e deputado federal, Lúcio Vieira Lima, que segundo informações de bastidores teriam sido alimentados por um petista intrigado com a movimentação foram ironizados pelo próprio Lúcio, que acusou o PT de querer “voltar ao tempo de patrulhar as conversas”. Ele ratificou a admiração pela comunista e disse que pode conversar já que o partido tem se colocado contra o posicionamento do PT.
Dilma resiste a lobby por aumento do Judiciário e compra briga com PMDB
16/12/11
Estadão
Presidente reafirmou aos líderes da base que prefere adiar votação do Orçamento Geral da União este ano a conceder o reajuste a magistrados.
Mesmo sob o risco de criar novo atrito com o Supremo Tribunal Federal (STF) e se indispor com o PMDB, a presidente Dilma Rousseff reiterou aos líderes de partidos da base aliada no Congresso que prefere fechar o ano sem ter aprovado o Orçamento da União a ver embutido na lei o reajuste salarial para servidores do Judiciário e ministros da Corte. Magistrados pedem um reajuste de 14,79% e os servidores do Judiciário de 56%.
Dilma está decidida enfrentar os magistrados. A previsão é que o projeto de lei orçamentária de 2012 seja votado na semana que vem, antes das férias parlamentares. “Eu já vivi sem orçamento”, disse a presidente, ao lembrar dos exercícios financeiros de 2006 e 2008. Na época, ela era chefe da Casa Civil e os projetos enviados pelo governo Lula ao Congresso foram aprovados bem depois do prazo.
Eleições 2012: Oposição avança negociação em Itabuna, Feira e Conquista e Vitória da Conquista
02/12/11
Tribuna da Bahia
O grupo encabeçado pelo DEM, PSDB e PMDB já anunciou a coesão em torno de um só nome em três grandes cidades.
Embora em Salvador o clima ainda seja de indefinição sobre o nome que irá unir as oposições em 2012, estando no páreo os deputados federais ACM Neto (DEM), Antonio Imbassahy (PSDB) e o comunicador e ex-prefeito da cidade, Mário Kertész, nos bastidores há sinais de que a unidade da força contrária ao governo já estaria resolvida em grandes colégios eleitorais da Bahia.
A cúpula dos partidos, por exemplo, está em fase de ampliação nas alianças, com conversas avançadas também em Itabuna, Vitória da Conquista e Feira de Santana. Os grandes desafios estariam centrados apenas nos contextos locais, onde lideranças políticas e presidentes de diretórios municipais ainda colocam dificuldades para formalizarem as alianças.
Negromonte consegue adiar depoimento no Senado e ganha tempo
28/11/11
Política Livre
O ministro das Cidades, Mário Negromonte, conseguiu adiar por uma semana seu depoimento na Comissão de Fiscalização e Controle do Senado sobre as denúncias de fraude em parecer técnico que encareceu em R$ 700 milhões um projeto de transporte para a Copa Cuiabá (MT). O presidente da Comissão, Rodrigo Rollemberg (PSB), tentou agendar o depoimento para esta quarta-feira, mas Negromonte alegou ter “compromissos inadiáveis”, o que adiou o encontro. A manobra irritou a oposição.
O líder do PSDB, Álvaro Dias (PR), acusou o ministro de tentar ganhar tempo para se esquivar mais uma vez das denúncias. “Essa fuga compromete ainda mais o governo”, criticou. Para Dias, a operação orquestrada pela diretora de Mobilidade Urbana do Ministério, revelada pelo Estado na semana passada, é ainda mais grave porque “a fraude está documentada”. (O Estado de S.Paulo)
Analista do Ministério das Cidades relata a pressão para mudar parecer de obra da Copa
27/11/11
Estadão
Higor Guerra, técnico da pasta das Cidades que assinou primeiro parecer contrário à implantação do VLT em Cuiabá para a Copa de 2014, contou ao ‘Estado’ e ao Ministério Público detalhes de ‘procedimentos irregulares’ dos colegas.

Ministro Mário Negromonte nega fraude em documentos
Em entrevista exclusiva ao Estado, o analista técnico do Ministério das Cidades Higor Guerra confirmou, pela primeira vez, a pressão que sofreu para adulterar o processo que trata da implantação de sistema de transporte público em Cuiabá para a Copa do Mundo de 2014. Ele disse que a operação fraudulenta começou após o Ministério Público de Mato Grosso pedir os documentos e a Controladoria-Geral da União (CGU) emitir parecer contrário à obra. “Sim, houve uma fraude”, disse ele na conversa gravada.
O funcionário também entregou à reportagem o depoimento que prestou na sexta-feira ao Ministério Público Federal. Ele deu detalhes da operação – revelada na quinta-feira – que escondeu sua nota técnica de 8 de agosto, de número 123/2011, contrária ao projeto de R$ 1,2 bilhão para o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), que substituiu o BRT (linha rápida de ônibus). O projeto do BRT custava R$ 489 milhões. A fraude foi feita para cumprir o acordo político do governo federal com o governo de Mato Grosso, Sinval Barbosa (PMDB), a favor do VLT.
Em Salvador, Mário Negromonte chora e diz ser vítima de preconceito
25/11/11
Rede Bahia | G1
Ministro das Cidades diz estar tranquilo sobre sua permanência no governo mas diz que entrega o cargo se Dilma quiser.

O ministro das Cidades, Mário Negromonte, ao lado do governador da Bahia, Jaques Wagner
Pressionado por denúncias de fraudes em sua pasta, o ministro das Cidades, Mário Negromonte, do PP da Bahia, chorou, na manhã de hoje, em Salvador, durante solenidade de anúncio da segunda etapa do Programa Minha Casa, Minha Vida no Estado.
Depois de receber mensagens de apoio nos discursos do presidente da Assembleia baiana, Marcelo Nilo (PDT), e do presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), Luiz Caetano (PT), Negromonte se emocionou ao cumprimentar Nilo em seu discurso. “Quero dizer que você é um grande amigo”, disse, antes de perder a voz. “Obrigado pela solidariedade. Fique certo que eu jamais irei decepcionar os amigos, o povo da Bahia ou meus familiares”.
Sarney contrata consultoria para melhorar a própria imagem, mas paga serviço com verba do Senado
23/11/11
Estadão
Em nota, a assessoria de Sarney afirmou que o senador “obedeceu rigorosamente o regimento da Casa”.
Ex-presidente da República, ex-governador e pela quarta vez presidente do Senado, o senador José Sarney (PMDB-AP) tenta, aos 80 anos, melhorar sua imagem. O senador pagou R$ 24 mil a uma consultoria para obter um diagnóstico do que deve fazer para melhorar a avaliação da sua carreira política.
O serviço foi pago com recursos da verba indenizatória do Senado – benefício a que todo congressista tem direito para custear despesas com o exercício da atividade parlamentar. Foram duas parcelas de R$ 12 mil pagas em julho e agosto para a empresa Prole Consultoria em Marketing.
ViaBahia: Oposição entra com pedido de liminar pela suspensão da cobrança de pedágio na BR-324
04/11/11
Tribuna da Bahia
Os deputados da bancada de oposição na Assembleia Legislativa, conforme haviam prometido, ingressaram ontem com uma ação popular na Justiça Federal pedindo a imediata suspensão da cobrança das praças de pedágio da BR-324. O pedido de liminar contou com a assinatura também do deputado federal ACM Neto (DEM) e do presidente estadual do PMDB, Lúcio Vieira Lima.
No processo são acionados a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e a concessionária Via Bahia, que ganhou a concessão válida por 25 anos, sendo questionados seus serviços e cumprimento do contrato, que deveria consistir no oferecimento de condições mínimas de segurança e conforto para os usuários.
ACM Neto nega ida para o PMDB, mas rumores ganham corpo
01/11/11
Tribuna da Bahia
Apesar de crescer nos bastidores, inclusive nacionais, a informação de que o deputado federal ACM Neto está acertando seu ingresso no PMDB, no ano que vem, as duas partes insistem em negar.
“Não, de jeito nenhum. Isso partiu de uma nota da Veja no fim de semana. Mas não procede. Existe, sim, um movimento bem avançado com o PMDB, mas para uma aliança com objetivo de disputar as eleições de Salvador em 2012. Nunca tratei com ninguém sobre ir para o PMDB exatamente porque não existe essa articulação”, pontuou ACM Neto em entrevista à Tribuna. Pelo menos até então, ele é o candidato do DEM para disputar o Palácio Thomé de Souza.
Porém, nota publicada na coluna Radar, e reproduzida na revista Veja desta semana, garante outra coisa. “ACM Neto está negociando com Geddel Vieira Lima o seu ingresso no PMDB. As conversas andam céleres, mas Neto só dará bye-bye ao DEM depois de deixar a liderança do partido, no início de 2012. Não quer perder a visibilidade que o cargo lhe confere”, diz a nota do periódico. O presidente do PMDB na Bahia, deputado federal, Lúcio Vieira Lima, também minimizou o assédio.
PMDB e DEM articulam aliança nacional para as eleições de 2012
31/10/11
Tribuna da Bahia
Rumores indicam também que ACM Neto pode ir para o PMDB, suposição negada por ele no Twitter.
O PMDB – ameaçado de perder 30% de suas prefeituras – e o DEM – que corre risco de sumir do mapa políticobrasileiro - começam a lançar pontes, um em direção ao outro, em pelo menos uma dezena de Estados. De acordo com informações do Estadão, pavimentam, assim, o caminho da sobrevivência nas eleições de 2012, e quem sabe até um plano B para a sucessão presidencial de 2014.
De um lado, o PMDB queixoso dos maus-tratos do governo e do PT busca na oposição alternativas para manter seu cacife político nos Estados. De outro, líderes do DEM, insatisfeitos com o PSDB, se empenham em mostrar que têm opção. Se tudo der errado, o PMDB surge como alternativa para uma fusão futura. Foi com esse cenário que as cúpulas dos dois partidos, tendo à frente o vice-presidente Michel Temer (PMDB) e o senador José Agripino (DEM), iniciaram a negociação de parcerias fora das alianças nacionais com petistas e tucanos.



