Artigos com o marcador nova york

Com 845 milhões de usuários, Facebook pretende levantar US$ 5 bilhões em sua entrada na Bolsa

O Globo

Rede social apresentou documentos para oferta de ações. Estreia no mercado de valores está prevista para maio.

O Facebook apresentou, nesta quarta-feira (1º), os documentos aos órgãos regulatórios para fazer uma oferta inicial de ações (o chamado IPO) em que espera arrecadar US$ 5 bilhões. A estreia da rede social na bolsa de Nova York está prevista para maio, com o símbolo FB. A expectativa do mercado é que o IPO seja o maior para uma empresa de internet, superando o de quase US$ 2 bilhões do Google, feita em agosto de 2004.

Os documentos do Facebook  foram entregues à Securities and Exchange Commission, que equivale à Comissão de Valores Mobiliários do Brasil e que os disponibilizou na internet. A rede social selecionou Morgan Stanley e outros quatro bancos para lidar com o IPO. O Morgan Stanley já participou do processo de entrada na bolsa de outras populares empresas da internet, como o portal de descontos Groupon e a companhia de jogos para redes sociais Zynga. Os outros bancos envolvidos são Goldman Sachs, Bank of America Merrill Lynch, Barclays Capital e JP Morgan, segundo o International Financing Review.

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Kodak pede falência voluntária e deixa Bolsa de NY após mais de 100 anos

EFE

Atravessando problemas financeiros sem precedentes, empresa entrou com um pedido voluntário de ‘proteção’ ao Capítulo 11 da lei de falência nos EUA e pretende reforçar a liquidez.

A centenária companhia fotográfica Eastman Kodak apresentou perante um tribunal de Nova York um pedido de quebra concordata para reorganizar seus negócios, informou a própria empresa nesta quinta-feira através de comunicado em seu site.

Em comunicado, a Kodak informou que “a companhia e suas subsidiárias nos EUA entram com pedido voluntário de ‘proteção’ ao Capítulo 11 da Lei de Falências dos Estados Unidos”. Com esta solicitação, a Kodak pretende reforçar a liquidez nos Estados Unidos e no exterior, rentabilizar a propriedade intelectual não estratégica, solucionar a situação dos passivos e concentrar-se nos negócios mais competitivos.

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Homem é preso por planejar ataque a bomba em NY, diz prefeito

G1

Anúncio da prisão foi feito na noite deste domingo por Michael Bloomberg. Homem era simpatizante da al-Qaeda, mas agia sozinho, dizem autoridades.

Um homem foi preso por ser suspeito de construir e planejar a detonação de uma bomba em Nova York, afirmou na noite deste domingo (20) o prefeito de Nova York, Michael Bloomberg. Além de Bloomberg, o anúncio da prisão foi feito por Cyrus R. Vance Jr., promotor de Manhattan, e pelo chefe do Departamento de Polícia de Nova York, Raymond W. Kelly, em entrevista coletiva concedida na prefeitura.

Prefeito de NY, Michael Bloomberg, mostrou em um vídeo a força da explosão da bomba constrída por José Pimentel

De acordo com documentos da corte, o suspeito é José Pimentel, 27 anos, de origem dominicana, e foi preso no sábado (19). Segundo as autoridades, o homem se converteu ao Islã, mas era um “lobo solitário”, ou seja, embora fosse simpatizante da al-Qaeda ele agia sozinho e não era ligado a nenhuma célula de terrorismo.

O promotor de Manhattan, Cyrus Vance, apresentou formalmente duas acusações contra Pimentel: conspiração para fabricar uma bomba com fins terroristas e posse de armas para cometer atentado.


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Ações da Apple param de cair após o anúncio da morte de Steve Jobs

Estadão | Dow Jones

Analistas dizem o que acham do futuro da companhia, sem a presença de seu fundador.

As ações da Apple chegaram a recuar quase 1% logo após a abertura das bolsas de Nova York nesta quinta-feira, mas inverteram o sinal e passaram a subir 0,12% por volta de 11h13 (de Brasília). O mercado acompanha de perto o movimento dos papéis da empresa após a morte no dia anterior de Steve Jobs, cofundador da companhia e considerado como um visionário.

A reação de pequena baixa é similar à ocorrida em agosto, quando Jobs deixou o posto de executivo-chefe. Nos últimos anos, as ações da Apple geralmente reagiam dramaticamente às notícias sobre a saúde e aparência de Jobs. Porém mais recentemente isso passou a ter menos impacto nas ações, pelos avanços rápidos nos negócios da Apple e pela aceitação de que a saúde de Jobs parecia piorar.

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Imagens mostram resgate a sobreviventes de queda de helicóptero em rio de Nova York

G1

Aeronave ficou totalmente submersa no East River na tarde desta terça (4). Quatro pessoas foram resgatadas, e uma mulher foi encontrada sem vida

Um helicóptero com cinco pessoas a bordo caiu na tarde desta terça-feira (3) no East River, em Nova York, segundo a polícia. O acidente ocorreu próximo ao heliporto da Rua 34, em Manhattan, às 15h24 locais, logo após a decolagem do helicóptero, um modelo Bell 206 comercial, segundo Paul Browne, porta-voz da polícia.

Imagem da TV WCBS mostra sobreviventes da queda do helicóptero agarrados à aeronave, submersa no East River, na tarde desta terça (4)

Os motivos do acidente ainda não estavam claros. O helicóptero ficou totalmente submerso na água lodosa, virado de ponta-cabeça. O piloto e três passageiros foram resgatados logo depois da queda. Dois dos sobreviventes estão bastante feridos, segundo os bombeiros.

Uma quinta pessoa, possivelmente uma mulher, continuava desaparecida. Pelo menos dez barcos, a maioria da polícia, além de mergulhadores, participavam da tentativa de resgate. A testemunha Joy Garnett afirmou que o helicóptero fez movimentos estranhos e girou duas ou três vezes antes de parar na água. Ele teria caído de uma altura de cerca de 8 metros, segundo ela.


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Dilma diz ‘lamentar’ ausência da Palestina ao abrir Assembleia na ONU

G1

Presidente falou sobre o tema em discurso de abertura da Assembleia. Ela também defendeu que Brasil tenha lugar no Conselho de Segurança.

A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta quarta-feira (21), no discurso de abertura do Debate Geral da 66ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), lamentar a ausência da Palestina na organização.

A presidente Dilma Rousseff, durante discurso de abertura da 66ª Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York

“Lamento não poder saudar nesta tribuna o ingresso pleno da Palestina na Organização das Nações Unidas. O Brasil já reconhece o Estado palestino como tal. Assim como a maioria dos países dessa assembleia, acreditamos que chega o momento de termos a Palestina aqui representada”, afirmou a presidente.

Ao abrir o discurso, Dilma Rousseff afirmou que representa “a voz da democracia”. Ela é a primeira mulher a fazer o discurso de inauguração do evento, que, por tradição, cabe ao chefe de Estado brasileiro em razão de o Brasil ter sido o primeiro país a aderir ao organismo internacional, em 1945.


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Ao lado de Obama, Dilma lembra projeto sobre fim do sigilo eterno

Último Segundo

Em Nova York, presidenta defendeu a diminuição de prazos para o sigilo de documentos do governo, projeto em discussão no Congresso.

Dilma e Obama participam, em NY, da cerimônia de lançamento da Parceria para Governo Aberto

Ao lado do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, a presidenta Dilma Rousseff defendeu a lei do Governo Aberto como um “importante instrumento de fortalecimento da democracia”. A presidenta discursou em Nova York na cerimônia de lançamento da Parceria para Governo Aberto, projeto de iniciativa de Obama criado para estimular práticas e ações que tornem os governos mais transparentes. Em seu discurso, Dilma lembrou que no Brasil há um projeto em discussão no Congresso que prevê o fim do sigilo eterno dos documentos do governo.

Dilma ressaltou que a intenção do projeto é regulamentar o acesso às informações públicas e dar prazos menores para o sigilo de documentos do governo. A intenção da presidenta era chegar a Nova York com a lei aprovada pelos senadores. No entanto, os senadores e ex-presidentes José Sarney (PMDB-AP) e Fernando Collor (PTB-AL), que são contra à nova regulamentação que amplia o acesso à informação, bloquearam a votação na semana passada.

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Bush e Obama prestam homenagem às vítimas dos ataques de 11/9

G1

Ex-presidente e casal presidencial participam de cerimônia no Marco Zero. EUA lembram os dez anos dos atentados do 11 de Setembro.

Presidentes Bush e Obama prestam homenagens às vítimas na manhã deste domingo (11/9)

O presidente Barack Obama visita o Marco Zero, o local onde se erguiam as Torres Gêmeas do World Trade Center, e onde presta homenagem às quase 3.000 pessoas que morreram nos ataques. Obama chegou a Nova York para participar das cerimônias do décimo aniversário dos ataques terroristas de 11 de setembro nos Estados Unidos.

Na véspera, Barack Obama afirmou que os Estados Unidos jamais hesitarão ante o perigo. ”Hoje, o país está mais forte e a al-Qaeda, no caminho da derrota”, disse o presidente, em seu programa semanal de rádio e internet. ”Graças à coragem e precisão de nossas forças, fizemos justiça, com a morte de Osama bin Laden”, assinalou.

Passo a passo, a cronologia dos ataques:

“Uma década depois do 11/9, ficou claro que os terroristas que nos atacaram naquela manhã de setembro não tiveram o êxito pretendido, pelo caráter de nosso povo, pela resistência de nossa nação e de nossos próprios valores”, afirmou Obama.


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Em meio a ameaças, EUA inauguram obra para recordar seu pior pesadelo

Estadao

Esquema de segurança reforçado e abertura de memorial em homenagem às quase 3 mil vítimas marcam décimo aniversário da série de atentados que pôs Washington na rota da guerra ao terror e das campanhas militares contra a rede Al-Qaeda, o Taleban e o Iraque.

Colunas de luz no Memorial ao 11/9 marcam o local exato onde se encontravam as torres gêmeas do WTC

Com a inauguração de um memorial em homenagem às vítimas do 11 de Setembro no Marco Zero e um reforçado esquema de segurança, os americanos celebram neste domingo em Nova York o décimo aniversário do maior atentado terrorista em território americano, responsável por quase 3 mil mortes.

Além destas vítimas, durante a guerra ao terror nesta década, 6 mil soldados americanos morreram nos conflitos no Afeganistão e no Iraque. Com um custo de US$ 4 trilhões, essas guerras, segundo estimativa da Universidade Brown, deixaram ao menos 225 mil mortos – incluindo 140 mil civis. O restante é composto por insurgentes, membros do Taleban e integrantes da Al-Qaeda. Entre eles, o líder da rede terrorista, Osama bin Laden, que morreu ao ser alvo de uma operação dos Seals, um agrupamento especial da Marinha americana, em maio.

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Irã: 11/9 foi ‘teatro’ dos EUA para invadirem o Oriente Médio

Terra

O presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, insistiu neste domingo em sua teoria de que os atentados de 11 de setembro de 2011 a Washington e Nova York foi um jogo orquestrado para influenciar à opinião pública e criar um pretexto à invasão da região islâmica e ocupar Iraque e Afeganistão.

“O regime da arrogância vende armas para outros países e com isto procura fomentar a guerra e derramar sangue para poder desta maneira vender mais armas”, acrescentou o presidente na televisão estatal iraniana.

Em 25 de junho passado, o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, declarou que os atentados de 11 de setembro de 2011 a Washington e Nova York fazem parte de uma conspiração para proteger os interesses dos Estados Unidos e de Israel. Ahmadinejad reiterou que “essa verdade” sairia à luz se fosse aberta uma investigação séria e independente.


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11 de Setembro fez empresas de TI repensarem a segurança dos dados

Computerworld

Recuperação de desastres e continuidade dos negócios são prioridade estratégica, desde 2001.

No rescaldo dos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, primeiros pensamentos e preocupações de Dave Rudzinsky, CIO da Hologic, foram para as pessoas afetadas pelas tragédias. Como alguém que desempenha um papel crítico na equipe de disaster recovery, ele também tentou compreender a devastação empresarial.

Muitas empresas tiveram de rever seus programas de disaster recovery depois de 11/9. Os ataques expuseram a falta de atenção para a continuidade das operações das empresa, diz Roberta Witty, vice-presidente de pesquisa do instituto de pesquisas Gartner.

O que acontece quando você perde sua força de trabalho? E se você deixar de ter um prédio para ir? Como você entra em contato com seus funcionários? Como você mantém o controle de pessoas feridas? Como você realoca turnos de trabalho de um local para outro? As empresas perceberam que tudo o que tinham era um programa de disaster recovery limitado à sistemas de TI.

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Lady Gaga viu as duas torres caírem do teto da escola onde estudava

Terra

Cantora nasceu, cresceu e estudou em Nova York.

Comentando sobre os ataques do dia 11 de setembro em Nova York para o programa Inside the Outside, da MTV americana, Lady Gaga disse que sua cidade natal é o marido que nunca teve. As informações são do site Female First.

“Eu assisti as torres cairem do teto da minha escola, segurando a mão da minha melhor amiga. Eu não sei, mas minha afinidade, meu amor e minha afinidade com NovaYork… é como um marido que eu nunca tive”, disse a cantora.

No programa, ela também contou que as músicas de seu recente álbum, Born This Way, são dedicatórias à metrópole. “Todas as músicas do meu disco tem um relação com a cidade, mas particularmente Marry The Night. Essa gravação é sobre meu marido, Nova York”, contou.

Daniel Castro: Ataques terroristas aumentaram ibope, mas afetaram O Clone em 2001

R7

Estava a caminho do trabalho, preso no trânsito das proximidades da avenida Paulista, em São Paulo, quando ouvi pelo rádio que o Pentágono havia sido atingido por um avião. Àquela altura, imagens das Torres Gêmeas perfuradas por aeronaves já ocupavam a programação das TVs.

Fiquei impressionado com o relato do então correspondente da rádio Bandeirantes em Washington, Eduardo Castro. Ele informava o que via pela janela de um apartamento ou escritório como se estivesse um front de guerra. Falava de fumaça, correria de bombeiros, caos.

Foi então que caiu a ficha. Pensei que era o início de uma guerra, talvez da 3ª Guerra Mundial, midiática, ao vivo pela TV. Era uma resposta à política internacional dos EUA. Ficava a imaginar como os terroristas conseguiram ser tão ousados, o pavor de quem estava dentro dos aviões.

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Em carta a Barack Obama, Dilma prega reconciliação com mundo árabe

G1

Presidente expressou pesar e solidariedade pelo 11 de Setembro. Dilma falou em fim das armas nucleares e respeito à liberdade religiosa.

Em mensagem endereçada neste sábado (10) ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, a presidente Dilma Rousseff expressou “pesar e solidariedade” pelos dez anos dos atentados do 11 de Setembro e pregou uma reconciliação com o mundo árabe pelo fim ao terrorismo.

Na carta, Dilma diz que partilha da visão de Obama –externada no discurso que o americano fez no Cairo em 4 de novembro de 2009, conhecido como “Um Novo Começo”–, de que “o extremismo violento deve ser combatido em todas as suas formas, inclusive por meio da reconciliação entre o ocidente e o mundo árabe”.

Na sexta-feira (9), confrontos entre manifestantes e forças de segurança nos arredores da Embaixada de Israel no Cairo, no Egito, deixaram ao menos 837 feridos, segundo agências internacionais.


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Internet reúne arquivos de imagens transmitidas ao vivo no 11/9

G1

Biblioteca digital tem 3 mil horas de imagens de 20 redes de TV do mundo. YouTube reúne edições caseiras e vídeos amadores dos atentados.

Os atentados terroristas de 11 de setembro de 2001 geraram imagens marcantes que fazem parte do imaginário coletivo da última década. Dez anos depois dos ataques, milhares de imagens registradas naquele momento em todo o mundo podem ser acessadas pela internet, permitindo uma análise da reação imediata das pessoas na TV e uma interpretação mais fria das cenas.

Página do Internet Archive permite visualizar até 3 mil horas de vídeo transmitido ao vivo por 20 redes de TV do mundo

O principal agregador de vídeos que foram ao ar ao vivo no 11 de Setembro está no Internet Archive. Trata-se de uma biblioteca digital sem fins lucrativos que reúne as imagens usadas em 20 estações de TV de países como Estados Unidos, México, China, França, Canadá, Japão e Rússia.

O arquivo serve como memória da reação das pessoas em tempo real e como base de documentação histórica para pesquisadores. O Internet Archive vai além do dia 11 e oferece vídeos de toda a semana. São 3 mil horas de imagens.

“Esperamos que, ao colocar o material original de volta on-line, isso vai nos permitir ganhar foco e talvez criar uma narrativa diferente da que tivemos então”, disse o fundador do Archive, Brewster Kahle, em entrevista à CNN. O grupo contou com o trabalho de 71 pesquisadores para compilar todo o material.


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