Artigos com o marcador memória

Apple divulga vídeo de homenagem dos funcionários a Steve Jobs

Info Online

A Apple liberou um vídeo que mostra a homenagem a Steve Jobs feita na sede da empresa na semana passada. Feita a portas fechadas, a homenagem do último dia 19 deixou muita gente curiosa. Agora, a Apple liberou um vídeo com 1 hora e 20 minutos de cenas do evento.

O vídeo mostra os discursos do CEO Tim Cook, do ex-vice-presidente americano Al Gore e de Bill Campbell – que, além de chairman da produtora de software Intuit, é membro do conselho de administração da Apple e ex-executivo da empresa. Jonathan Ive, o vice-presidente sênior de desenho industrial, também falou.

Estão no vídeo, ainda, as apresentações da cantora Norah Jones e da banda Coldplay, que encerrou o show com a canção “You’ve Got a Friend in Me”. A Apple ainda exibiu o comercial de TV conhecido como “The Crazy Ones” na versão narrada por Steve Jobs. O vídeo está disponível no site da Apple e também no YouTube.

Conheça dez importantes revelações feitas pela biografia de Steve Jobs

O Globo

Livro será lançado no Brasil nesta segunda-feira (24). Biógrafo revela detalhes da vida do executivo, que morreu no início de outubro.

A biografia autorizada de Steve Jobs, escrita por Walter Isaacson, será lançada nesta segunda-feira (24) no Brasil. O livro, batizado apenas de “Steve Jobs”, é baseado em mais de mais de 40 entrevistas, feitas ao longo de dois anos, com o cofundador da Apple que morreu no início de outubro. Também foram entrevistados amigos, colegas e concorrentes do executivo considerado o “pai” do iPhone, do iPod e do iPad.

Isacacson é diretor-geral do Instituto Aspen, foi presidente da CNN e editor da revista “Time”. Ele escreveu “Einsten: Sua vida, seu universo” e “Benjamin Franklin: An american life”. Confira dez revelações feitas pela biografia e pelo biógrafo de “Steve Jobs”:

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Bush e Obama prestam homenagem às vítimas dos ataques de 11/9

G1

Ex-presidente e casal presidencial participam de cerimônia no Marco Zero. EUA lembram os dez anos dos atentados do 11 de Setembro.

Presidentes Bush e Obama prestam homenagens às vítimas na manhã deste domingo (11/9)

O presidente Barack Obama visita o Marco Zero, o local onde se erguiam as Torres Gêmeas do World Trade Center, e onde presta homenagem às quase 3.000 pessoas que morreram nos ataques. Obama chegou a Nova York para participar das cerimônias do décimo aniversário dos ataques terroristas de 11 de setembro nos Estados Unidos.

Na véspera, Barack Obama afirmou que os Estados Unidos jamais hesitarão ante o perigo. ”Hoje, o país está mais forte e a al-Qaeda, no caminho da derrota”, disse o presidente, em seu programa semanal de rádio e internet. ”Graças à coragem e precisão de nossas forças, fizemos justiça, com a morte de Osama bin Laden”, assinalou.

Passo a passo, a cronologia dos ataques:

“Uma década depois do 11/9, ficou claro que os terroristas que nos atacaram naquela manhã de setembro não tiveram o êxito pretendido, pelo caráter de nosso povo, pela resistência de nossa nação e de nossos próprios valores”, afirmou Obama.


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Em meio a ameaças, EUA inauguram obra para recordar seu pior pesadelo

Estadao

Esquema de segurança reforçado e abertura de memorial em homenagem às quase 3 mil vítimas marcam décimo aniversário da série de atentados que pôs Washington na rota da guerra ao terror e das campanhas militares contra a rede Al-Qaeda, o Taleban e o Iraque.

Colunas de luz no Memorial ao 11/9 marcam o local exato onde se encontravam as torres gêmeas do WTC

Com a inauguração de um memorial em homenagem às vítimas do 11 de Setembro no Marco Zero e um reforçado esquema de segurança, os americanos celebram neste domingo em Nova York o décimo aniversário do maior atentado terrorista em território americano, responsável por quase 3 mil mortes.

Além destas vítimas, durante a guerra ao terror nesta década, 6 mil soldados americanos morreram nos conflitos no Afeganistão e no Iraque. Com um custo de US$ 4 trilhões, essas guerras, segundo estimativa da Universidade Brown, deixaram ao menos 225 mil mortos – incluindo 140 mil civis. O restante é composto por insurgentes, membros do Taleban e integrantes da Al-Qaeda. Entre eles, o líder da rede terrorista, Osama bin Laden, que morreu ao ser alvo de uma operação dos Seals, um agrupamento especial da Marinha americana, em maio.

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Em carta a Barack Obama, Dilma prega reconciliação com mundo árabe

G1

Presidente expressou pesar e solidariedade pelo 11 de Setembro. Dilma falou em fim das armas nucleares e respeito à liberdade religiosa.

Em mensagem endereçada neste sábado (10) ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, a presidente Dilma Rousseff expressou “pesar e solidariedade” pelos dez anos dos atentados do 11 de Setembro e pregou uma reconciliação com o mundo árabe pelo fim ao terrorismo.

Na carta, Dilma diz que partilha da visão de Obama –externada no discurso que o americano fez no Cairo em 4 de novembro de 2009, conhecido como “Um Novo Começo”–, de que “o extremismo violento deve ser combatido em todas as suas formas, inclusive por meio da reconciliação entre o ocidente e o mundo árabe”.

Na sexta-feira (9), confrontos entre manifestantes e forças de segurança nos arredores da Embaixada de Israel no Cairo, no Egito, deixaram ao menos 837 feridos, segundo agências internacionais.


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Experiente em Ba-Vis, Edilson ‘Capetinha’ tem seu duelo favorito

Globoesporte.com

Atacante baiano não esquece do clássico de 2004, em que o Vitória conquistou o estadual em cima do arquirrival tricolor.

Polêmico, irreverente, ídolo. Das embaixadinhas do Paulista de 1999 à caneta história em Karembeu, no Mundial Interclubes de 2000, os adjetivos para qualificar o atacante Edilson foram muitos. Com personalidade forte, o jogador baiano acumulou desavenças em sua história no futebol, mas nunca deixou dúvidas sobre seu poder decisivo dentro de campo. O ‘Capetinha’, como foi apelidado em sua passagem pelo Palmeiras, conquistou dois campeonatos Paulistas, um Carioca, quatro Brasileiros e um Mundial Interclubes, além do pentacampeonato com a Seleção Brasileira.

Em um currículo abarrotado de polêmicas e jogos marcantes, a conquista do tricampeonato baiano pelo Vitória, em 2004, tem um lugar especial: é o Ba-Vi inesquecível do atacante.

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As janelas insistem em se movimentar

Por Saulo Moreno Rocha*

Conquista, meados do século XX, os boiadeiros conduziam as boiadas, que eram conduzidas para diferentes localidades, quando na rua que possuia uma toponímia ligada ao boi, uma casa se erguia, austera, retrato do estilo arquitetônico de seu tempo. A rua era da boiada, porém, quase um século depois, a casa do Prof. e Profa. Hoffman está sendo demolida, a cada minuto, um tijolo cai, um sonho que começou a ser construído a mais de um século se ver destruído, sendo estraçalhado, a rua agora é João Pessoa, a casa daqui há alguns dias não estará mais lá, testemunha fiel do crescimento de nossa cidade.

Vitória da Conquista, que se orgulha de ser a terceira maior cidade do Estado da Bahia e capital do sudoeste não possui uma casa sequer tombada por órgãos federais. A casa de Dona Zaza, tombada pelo Governo do Estado da Bahia é a única que está resguardada do monstro que assusta essa cidade, que destrói a memória, que quer liquidar os poucos registros que possuímos de nossa tão rica história.

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Produção sobre a fase adolescente de Renato Russo inicia filmagens em maio de 2011

O Globo

Dirigido por Antonio Carlos da Fontoura, “Somos Tão Jovens” teve o título original vetado pela mãe de Russo.

Ator Thiago Mendonça interpretará Renato Russo em 'Somos Tão Jovens'

A adolescência de Renato Russo, período no qual compôs hits como “Geração Coca-Cola”e “Que país é este?”, será tema do filme “Somos tão jovens”, de Antonio Carlos da Fontoura. Com filmagens marcadas para abril e maio de 2011, a produção terá como protagonista o ator Thiago Mendonça, que interpretou o sertanejo Luciano em “Dois filhos de Francisco”(2004).

“O filme mostrará como o Renato Manfredini Júnior, um moleque de Brasília que lia Shakespeare em inglês e sonhava com o estrelato, se transformou em Renato Russo”, sintetiza o cineasta, autor de longas como “Copacabana me engana”(1968) e “Gatão de meia idade” (2006).

Segundo o diretor, um dos pontos altos do filme será o período em que o cantor e compositor sofreu de uma doença óssea rara, a epifisiólise. “Ele tinha apenas 15 anos e era obrigado a ficar em casa, se tratando com morfina. Mas foi nessa reclusão forçada que começou a armar seu plano: se tornar o maior roqueiro do Brasil”, relata Fontoura. “Renato soltava a imaginação, escrevia diários com letras, e reportagens fictícias no qual relatava seu encontro com David Bowie e uma briga com Mick Jagger. Também foi nesse período que ele começou a colecionar vinis e entrou em contato com o punk”.

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Os 21 anos sem Raul Seixas

do O Globo

O Maluco Beleza deixou um legado semelhante ao de Elvis Presley. Documentário sobre o roqueiro baiano deve ser lançado ainda em 2010.

Os biógrafos costumam dizer que Raul Seixas levou o rock às últimas consequências. Nos últimos anos de sua vida, mesmo sofrendo de pancreatite, ele não se afastou do consumo de exagerado de drogas e álcool. A doença levou à morte o Maluco Beleza aos 44 anos, no dia 21 de agosto de 1989.

Para eles, a decadência perante o público, os problemas com empresários e gravadoras são problemas menores diante da sua relevância artística. Passados 21 anos, seus principais hits são conhecidos do grande público.

O interesse pela obra de Raulzito reacende em novas gerações de fãs, que fazem questão de soltar a voz com o grito “Toca Raul”. Ainda hoje é possível ouvir o jargão em bares, pistas de dança e shows de rock.

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ACM volta através da campanha eleitoral na televisão

do A Tarde

O que mais me chamou a atenção, no primeiro dia de propaganda eleitoral gratuita dos candidatos ao governo da Bahia, foi o retorno da figura do falecido senador Antonio Carlos Magalhães (morreu em julho de 2007) ao cenário político baiano, após ter sido completamente deixado de lado nas eleições municipais de 2008, inclusive pelo seu neto, que foi um dos candidatos à prefeitura de Salvador.

Na ocasião, pouco mais de um ano após a morte daquele que tanto marcou a vida pública da Bahia e do Brasil em pelo menos três décadas, nenhum candidato a vereador ou a prefeito teve coragem de mandar fazer um cartaz ao lado de sua foto. E o deputado federal ACM Neto fez a sua campanha a prefeito pichando os muros de Salvador usando somente a palavra “Neto”, “esquecendo” e desvinculando-se da sigla que seu avô tornou famosa em todo o Brasil.

A campanha de Paulo Souto (DEM-PSDB) relembrou seus vínculos com ACM, na tentativa de restaurar parte da força que o grupo carlista já teve na Bahia e que se fragmentou após o desaparecimento da sua principal liderança.

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Julgamento da anistia de Glauber Rocha será nesta quarta-feira

do A Tarde

O julgamento do processo de anistia do cineasta baiano Glauber Rocha será realizado na tarde desta quarta-feira, 26, no Teatro Vila Velha, pela Comissão de Anistia do Ministério da Justiça. O caso será apreciado por uma comissão composta por 24 conselheiros, entre representantes do governo e da sociedade civil.

O processo foi iniciado pela filha do cineasta, Paloma Rocha, em 2006, e solicita à Comissão a concessão de anistia ao cineasta baiano, falecido há 29 anos. Segundo os autos, Glauber Rocha foi alvo de perseguição e censura por causa da criação de seus filmes, na década de 60.

De acordo com a assessoria de imprensa da Comissão, o reconhecimento da anistia e o pagamento de indenização aos familiares do baiano serão decididos hoje. O processo será avaliado no palco principal do Teatro Vila Velha, a partir das 15h, e será aberto ao público. Quem quiser participar deve ir ao local a partir das 14 horas, quando começará a distribuição de senhas. Está prevista ainda a realização de um ato pelo Bando de Teatro Olodum, que faz parte do Vila Velha.

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Culto à Hitler cresce na Ásia

do Último Segundo

Apelo de Hitler sobrevive 65 anos após sua morte. Culto a líder nazista cruza fronteiras da Europa e cresce em países como Índia e Paquistão

Clientes passam em frente da Cruz de Hitler, restaurante em Kharghar, na Índia

Apesar de passados 65 anos desde sua morte, Adolf Hitler e seu regime totalitário alemão ainda exercem fascínio sobre muitos. E esse sentimento não se restringe à Europa, onde há movimentos neonazistas e de extrema direita na Alemanha, Áustria, Bélgica, França e outros países. Seu apelo cruzou as fronteiras para locais como sul da Ásia, Turquia e territórios palestinos.

Hitler suicidou-se em 30 de abril de 1945 com uma mordida em uma pílula de cianeto e um disparo contra a têmpora. Ele se matou dentro de um abrigo de concreto construído a cerca de oito metros de profundidade na antiga Chancelaria do Reich (Reino, em alemão), enquanto as forças da então União Soviética cercavam a capital do país, Berlim.

A morte de Hitler foi anunciada oficialmente em 1º de maio de 1945. Informações de seu quartel-general, porém, sugeriram que ele havia tido uma morte heroica: “Hitler morreu em seu posto de comando na Chancelaria do Reich lutando até o último suspiro contra o bolchevismo (soviético) e pela Alemanha.”

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Mistura entre ídolo perfeito e homem falho marca o dia em que Ayrton Senna completaria 50 anos

do R7

Quase 16 anos após morte, piloto segue idolatrado e até defeitos passam despercebidos

Clique e veja como Ayrton Senna estaria hoje, vivo, aos 50 anos (fonte: Terra)

A idolatria do povo brasileiro por Ayrton Senna sobrevive quase 16 anos após a morte do piloto na curva Tamburello, em San Marino, e ajuda a explicar, no dia em que ele faria 50 anos (neste domingo, 21), qual é a relação do Brasil com os seus ídolos, uma relação capaz de manter vivo um herói que há muito tempo ninguém acompanha, que praticamente nenhuma pessoa abaixo dos 20 anos conheceu e que mostrou ter defeitos que passaram batidos diante de suas qualidades na pista.

Esportivamente, o tricampeão, nascido no dia 21 de março de 1960, teve todos os seus expressivos recordes superados pelo alemão Michael Schumacher. Mesmo com Schumi muito à frente nos números e com mais do dobro de títulos, o brasileiro ainda consegue competir com ele nas pesquisas internacionais de popularidade e, nacionalmente, continua como um dos grandes heróis do esporte nacional.

Ana Lúcia Pastore Schritzmeyer, professora de antropologia da USP (Universidade de São Paulo), aposta que o ídolo Senna segue vivo pelo fato de ele ter praticado um esporte que tem uma imagem diretamente ligada ao poder, algo muito valioso para os brasileiros.

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