Artigos com o marcador jornal

Após derrota, Neymar já sonha em pertencer ao Barcelona, diz jornal

Globoesporte.com

Pedido teria sido feito ainda no gramado do Estádio de Yokohama, no Japão, antes da cerimônia de premiação do Mundial de Clubes da Fifa.

Neymar teria ficado profundamente abalado com a superioridade técnica do Barcelona, e agora pede uma vaga no time catalão

O jornal espanhol “As” noticiou nesta segunda-feira que o atacante Neymar teria pedido ao técnico Pep Guardiola, do Barcelona, que o levasse para a equipe catalã. Segundo a publicação, o pedido do brasileiro teria sido feito ainda no gramado do Estádio Internacional de Yokohama, quando os dois se cumprimentaram com um abraço, antes da cerimônia de premiação do Mundial de Clubes, vencido pelo time espanhol com uma goleada de 4 a 0 sobre o Santos na decisão.

O jornal espanhol ressaltou que Neymar, após pedir a camisa do zagueiro e capitão do Barcelona, Puyol, também pediu a camisa usada por Messi na partida, e cumprimentou o presidente do clube, Sandro Rosell. Mas Neymar não teria sido, segundo o periódico, o único jogador do Santos que teria se encantado com a atuação do Barcelona na final do Mundial. O meia Paulo Henrique Ganso teria dito a seguinte frase: “Não tenho a pretensão de ser contratado pelo Barcelona. Gostaria apenas que me deixassem jogar com eles uma única partida.”


Oficial: Patrícia Poeta assume lugar de Fátima Bernardes no Jornal Nacional

G1

Renata Ceribelli apresentará o Fantástico, ao lado de Zeca Camargo e Tadeu Schmidt. Esposa de William Bonner estreiará programa próprio nas manhãs, a partir de 2012.

Acostumado a dar notícias, o Jornal Nacional, o telejornal de maior audiência da TV brasileira, está sendo notícia nesta quinta-feira (1), quando a TV Globo anuncia uma mudança importante em sua bancada. Após quase 14 anos, Fátima Bernardes deixará o JN para, segundo suas próprias palavras, realizar um novo sonho: fazer um programa que já tem seu formato definido e que entrará na grade da TV Globo em 2012. Sua substituta no telejornal será Patrícia Poeta, que está no Fantástico há quase cinco anos. No lugar de Patrícia, assumirá a jornalista Renata Ceribelli, que já apresenta ocasionalmente o Fantástico.

Fátima em foto postada por William Bonner no Twitter

Segundo o diretor geral de Jornalismo e Esporte da Rede Globo, Carlos Henrique Schroder, Fátima vinha há algum tempo propondo um novo programa e, em abril deste ano, ao apresentar uma proposta formal, a ideia era tão consistente que foi aprovada de imediato pelo diretor-geral da Rede Globo, Octávio Florisbal. Schroder disse que a mudança, motivada pelo projeto de Fátima, mostra a evolução de três profissionais de talento da TV Globo.

“Este é um processo normal de evolução e renovação do jornalismo da Globo. As três construíram carreiras sólidas aqui na TV e chegaram aonde chegaram por mérito. Com certeza, terão grande sucesso em suas novas funções. A proposta de Fátima realmente é excelente e ela conta com uma sucessora como Patricia Poeta, uma jornalista cujo talento é reconhecido pelos brasileiros. Ao mesmo tempo, Renata Ceribelli já é tão integrada ao Fantástico que a sua escolha é mais do que natural. Com esses ingredientes, tomar a decisão de mudar não foi difícil”, afirmou o diretor.

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Segundo Mônica Bérgamo, Fátima Bernardes se cansou do ritmo estressante do JN

OFuxico

Âncora do Jornal Nacional desde 1988, esposa de William Bonner anunciará saída do telejornal nos próximos dias. Assunto já é TT mundial no Twitter.

Fátima Bernardes, 49, estaria prestes a deixar a bancada do Jornal Nacional. É o que diz a colunista Mônica Bergamo, no jornal Folha de São Paulo. Ainda segundo a jornalista, Fátima, que é âncora do telejornal com o marido Wiliam Bonner, está cansada do ritmo estressante do seu posto, e o anúncio oficial será feito nos próximos dias.

A Folha diz ainda que o departamento de comunicação da Rede Globo não se pronunciou sobre o assunto. Fátima Bernardes está na Globo desde 1987. Sua trajetória na emissora começou pelo RJTV, e na sequência Jornal da Globo e Fantástico. Em 1988 ela assumiu o JN onde atua até hoje ao lado do marido, William Bonner. Fátima, além de apresentadora, é editora-chefe do jornal. Assim que a notícia começou a circular pela rede, o assunto foi parar no TT (Trending Toping) do Twitter mundial, como assunto mais comentado

“Temos que fazer tudo para que o país volte a crescer”, diz Obama após livrar os EUA do “calote do século”

G1

Congresso aprovou plano bipartidário para evitar ‘calote’. Depois do dia 2, país poderia ficar sem dinheiro para honrar dívidas. ”Todo mundo vai ter que colaborar. É o justo”, afirmou.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou nesta terça-feira (2) que a aprovação pelo Congresso do plano que permite que o país evite o calote é um importante primeiro passo para garantir que o país viva “dentro das suas possibilidades”, mas que será preciso mais para reconstruir a economia americana.

“Teremos que fazer tudo que estiver em nosso poder para fazer o país crescer e voltar ao trabalho”, afirmou ele, em pronunciamento no jardim da Casa Branca. De acordo com Obama, o plano aprovado pelo Congresso “garante que não cortemos (os gastos) muito abruptamente para não interromper o crescimento”.

Maioria dos americanos desaprova acordo da dívida, afirma cientista político:

Obama promulgou o acordo que eleva o teto da dívida americana logo depois de sua adoção no Congresso, permitindo assim evitar um default, informou a Casa Branca. “O presidente assinou o texto que se tornou uma lei”, declarou à imprensa o porta-voz da Casa Branca, Jay Carney.


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Senado dos EUA aprova plano bipartidário para evitar ‘calote’

G1

Na segunda, Câmara aprovou acordo por 269 votos a favor e 161 contra. Depois do dia 2, país poderia ficar sem dinheiro para honrar dívidas.

No último dia do prazo para que os Estados Unidos elevem seu limite de endividamento, o Senado do país aprovou nesta terça-feira (2), por 74 votos a 26, o plano bipartidário formulado pelos líderes do Congresso. Na noite da segunda, o projeto havia sido aprovado na Câmara dos Representantes por 269 votos a favor e 161 contra.

O processo para que republicanos e democratas conseguissem fechar um acordo foi “bagunçado e levou muito tempo”, nas palavras do próprio presidente Barack Obama. Na noite do último domingo, Obama fez um pronunciamento para dizer que os líderes dos dois partidos haviam chegado a um acordo para elevar o limite da dívida dos Estados Unidos e evitar um default (termo técnico para “calote”).

A primeira parte do acordo vai cortar cerca de US$ 1 trilhão nos próximos dez anos, segundo explicou Obama durante pronunciamento feito no domingo. O presidente da Câmara dos Deputados, John Boehner, detalhou que a proposta prevê um corte de US$ 917 bilhões nos gastos domésticos ao longo de dez anos, além da formação de uma comissão para definir mais US$ 1,5 trilhão em redução de gastos até novembro.


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Democratas ainda estão em dúvida sobre plano de Obama

Estadão

Nancy Pelosi e outros congressistas não estão de acordo com o fato de o plano anunciado neste domingo não envolver taxas para pessoas mais ricas; votação deve ocorrer às 19h.

A líder da minoria democrata na Câmara dos Representantes dos EUA, Nancy Pelosi, recusou-se a dizer, nesta segunda-feira, 1º, se apoiará o projeto de lei de redução do déficit orçamentário fruto de um acordo firmado entre políticos governistas e da oposição no fim de semana.

Antes de ingressar numa reunião a portas fechadas com outros democratas, no entanto, Pelosi disse que o acordo traz pontos positivos, como um aumento no teto da dívida suficiente para as necessidades de financiamento dos próximos 18 meses, mas alertou que seus companheiros de partido estão “muito preocupados com um projeto de lei que faz grandes cortes nos gastos e não envolve sequer um centavo das pessoas mais ricas do nosso país – nenhuma receita. É desconcertante”. A maior parte dos democratas disse ainda estar indecisa ou ser contrária ao novo acordo. “Estou pendendo mais para o não”, disse o deputado Steve Cohen, ao sair da reunião com outros membros do seu partido.

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Senado barra plano democrata para dívida, e negociação segue nos EUA

G1

Resultado já era esperado após derrota na Câmara na véspera. Líderes creem que acordo para evitar risco de ‘calote’ dos EUA está próximo.

O Senado dos EUA derrotou neste domingo (31) a proposta democrata, dos aliados de Barack Obama, para aumentar o teto do endividamento do país. O plano do líder da maioria democrata, Harry Reid (foto), teve 50 votos contra 49, quando precisava de ao menos 60 votos dos 100 senadores para avançar. A derrota já era esperada.

Na véspera, a Câmara de Representantes também havia recusado a proposta do partido do presidente Barack Obama. Reid, então, propôs adiar a votação em 12 horas para dar mais tempo para que democratas e republicanos tentassem um acordo.

O governo dos Estados Unidos está correndo contra o tempo para não colocar em risco sua credibilidade de bom pagador. Se até o dia 2 de agosto o Congresso não ampliar o limite de dívida pública permitido ao governo, os EUA podem ficar sem dinheiro para pagar suas dívidas: ou seja, há risco de calote – que seria o primeiro da história americana. A elevação do teto da dívida permitiria ao país pegar novos empréstimos e cumprir com pagamentos obrigatórios.


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Partidos não estão longe de acordo sobre teto da dívida, diz Obama

G1

Presidente dos EUA fez novo apelo a democratas e republicanos no sábado. Ele disse que problema do déficit tem muitas saídas, mas há pouco tempo.

O presidente dos EUA, Barack Obama, voltou a pedir neste sábado (30) que democratas e republicanos cheguem a um acordo rápido para elevar o teto do endividamento do país, lembrando que há “áreas significativas” de concordância para isso. ”Vejam, os partidos não estão tão longe disso”, disse Obama em sua fala semanal por rádio e internet. Assista no site da Casa Branca (em inglês).

Proposta do republicado John Boehmer foi reprovada pelo Senado, na mesma noite em que foi aprovada pelo Congresso

“Estamos diante de uma dura discussão sobre quando gasto precisamos cortar para reduzir nosso déficit”, disse. “Estamos de acordo com um processo para encarar uma reforma fiscal e uma reforma da ajuda social. Há muitas saídas para esse problema. Mas há muito pouco tempo”, disse.

Na noite de sexta-feira, o Senado dos Estados Unidos da América, dominado pelos democratas, rejeitou um plano aprovado horas antes pela Câmara dos Representantes, de maioria oposicionista republicana, para reduzir o déficit orçamentário do país e elevar o limite de endividamento do governo federal. O projeto havia sido proposto pelo líder republicano John Boehner.


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Câmara dos EUA aprova novo plano republicano para evitar ‘calote’

G1

Plano deve ser derrotado no Senado, de maioria democrata. Depois de 2 de agosto, país pode ficar sem dinheiro para honrar dívidas.

A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta sexta-feira (29) o projeto do lider republicano John Boehner para reduzir o déficit orçamentário do país e elevar o limite de endividamento do governo federal, a poucos dias da data final estipulada pelo Departamento do Tesouro norte-americano para que esse assunto estivesse resolvido.

John Boehner (esq.), consegue aprovar proposta republicana no Congresso, mas senado "democrata" diz que vai vetar

Os republicanos planejavam levar o plano ao plenário na quinta-feira, mas a votação foi adiada porque se temia que não haveria votos suficientes para aprovar as medidas. Um primeiro plano republicano para reduzir o déficit havia sido aprovado na Câmara no início da semana, mas foi rejeitado no Senado, de maioria democrata, onde não chegou nem a ir a votação.

A nova versão do projeto de Boehner, feita para atrair votos conservadores e votada nesta sexta, condiciona uma futura elevação do teto da dívida à aprovação de emenda constitucional determinando que o governo federal equilibre seu orçamento antes de um novo aumento no teto da dívida, atualmente em US$ 14,29 trilhões – valor máximo estabelecido por lei. Mais cedo nesta sexta, o presidente Barack Obama disse que qualquer solução para o impasse precisa ser conseguida pelos dois partidos.


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EUA: Plano republicano contra o deficit emperra no Congresso e extende crise da dívida norte-americana

Estadão

Projeto para cortar gastos e elevar teto da dívida enfrentou resistência dentro do próprio partido da oposição e acabou não sendo votado nesta quinta.

Líder republicano no Congresso dos EUA, John Boehner, adiou votação sobre o pacote de expansão da dívida

Um projeto republicano para elevar o teto da dívida dos EUA e cortar gastos orçamentários emperrou na Câmara dos Representantes (deputados federais) na noite desta quinta-feira, em meio a divergências entre os próprios republicanos. O presidente da Casa e patrocinador do projeto, John Boehner, tentou, com outros líderes republicanos, convencer os legisladores mais conservadores a apoiar a proposta, para tentar votá-la ainda nesta quinta.

Mas a votação, que estava prevista para as 18h locais, acabou adiada, informou nesta noite o representante republicano Kevin McCarthy. O tema pode voltar ao Plenário nesta sexta. Tudo indica que o motivo é que a liderança republicana percebeu que não teria votos suficientes para aprovar o projeto.

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Plano para anúncio do ‘calote’ já está em estudo na Casa Branca

Estadão

Jornal indica quais seriam os primeiros alvos a moratória norte-americana.

Uma reportagem do “Wall Street Journal” afirma que o governo dos Estados Unidos prepara-se para informar a população sobre quem terá prioridade para receber dinheiro público caso não seja aprovado aumento do teto de endividamento do país.

Diversos grupos, de detentores de títulos da dívida a aposentados, fazem pressão para que o governo divulgue, antes do dia 2 de agosto, seus planos para o caso de calote.

Executivos de Wall Street acreditam que os credores dos EUA terão prioridade para recebimento do dinheiro, em detrimento de aposentados e pensionistas. “Isso evitaria que o país ficasse inadimplente em seus títulos de dívida – algo que até a Grécia conseguiu evitar”, afirma o jornal. Por outro lado, tal situação provocaria “ira” em parte da população, que entraria com ações judiciais contra o governo, gerando instabilidade política e incertezas nos mercados.

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Jornais espanhóis anunciam acerto de Real e Santos por Neymar

Globoesporte.com

Segundo o ‘Sport’, reunião na quarta-feira selou o acordo entre as partes. Craque brasileiro se transferiria logo após a Copa América.

A imprensa espanhola anunciou, na manhã desta sexta-feira, o acordo entre Real Madrid, Santos e o representante de Neymar. Segundo o diário catalão “Sport”, o clube merengue desembolsará € 40 milhões (R$ 89,3 milhões), e outros € 5 milhões (R$ 11,1 milhões) por conquistas pessoais do atleta. O contrato teria sido firmado por seis temporadas, com cinco milhões de euros por ano ao jogador, sendo que 40 por cento dos seus direitos de imagem seriam transferidos para o Real.

Já o madrileno “AS” informa que es espanhóis pagariam direto os € 45 milhões (R$ 100,5 milhões) de multa rescisória, e revela que a joia da Vila receberia referentes a direitos de imagem cerca de € 4,2 milhões (R$ 9,3 milhões) por ano até 2016 (sendo que 30% repassados ao Santos), e ainda 50% da publicidade gerada.


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Daniel Castro: Classes C e D interrompem queda das mídias impressas

R7

A recuperação dos jornais e a estreia da segunda temporada da série 9MM: São Paulo foram os temas da minha participação no Jornal da Record News desta quinta. Clique na imagem acima e confira o vídeo. Ou leia o texto abaixo: A circulação de jornais impressos voltou a crescer no Brasil.

Depois de uma queda de quase 4% em 2009, os grandes jornais cresceram 2% em 2010, segundo dados divulgados recentemente pela ANJ, a Associação Nacional dos Jornais. Neste ano, o cenário está melhor: os jornais estimam crescer 5% em tiragem.

É uma boa notícia, uma vez os jornais impressos vinham perdendo leitores no mundo todo, sofrendo com a concorrência da internet. Os jornais migraram para a web, mas ainda não são economicamente viáveis nesse meio. O que sustenta o jornal é o jornal de papel.

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Folha de São Paulo demite jornalistas por uso indevido do Twitter

Info Online

A Folha de S.Paulo demitiu dois jornalistas na semana passada por uso indevido do Twitter. O editor-assistente de política do jornal, Alec Duarte, e a repórter do Agora SP, Carol Rocha, trocaram mensagens sobre a morte do ex-vice-presidente José Alencar por meio da rede social no último dia 29.

“Nunca um obituário esteve tão pronto. É só apertar o botão”, escreveu Duarte, fazendo referência à prática das redações de deixar material preparado sobre pessoas com risco de morte elevado. ”Mas na Folha.com nada ainda… esqueceram de apertar o botão. rs”, respondeu a repórter.

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Gravações da polícia revelam que Adriano não temia blitz da PM

Globoesporte.com

Escutas de dezembro de 2009 trazem também conversa entre o primo do jogador e um empresário sobre o futuro do Imperador.

A conquista do Brasileirão pelo Flamengo em 2009 rendeu a Adriano alguns prêmios, como o de melhor jogador da competição, mas também algumas polêmicas. Em gravações telefônicas da polícia, publicadas pelo jornal carioca “O Dia”, o Imperador mostra ironia em relação às operações de blitz da PM e não dá bola para o fato de dirigir sem habilitação.

No primeiro diálogo registrado, no dia 11 de dezembro de 2009, o primo do jogador, Vágner, brinca com o fato de terem escapado de uma blitz.

Vagner — Passou na britada (blitz) com o c. na mão. Não tem um papel pra falar que tu é o Adriano, p.!
Adriano – E a minha cara? Minha cara é o quê? Minha cara?! Tá maluco?
Vagner — Cara de pau que tu é… Cara de pau. Se fosse parado, ia dar hambúrguer pros polícia (sic).

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