Artigos com o marcador joaquim roriz

Vídeo flagra filha de Joaquim Roriz recebendo dinheiro de pivô do ‘mensalão do DEM’ no DF

Estadão

Filha do ex-governador Joaquim Roriz foi flagrada ao lado do marido recebendo propina de Durval Barbosa, pivô do esquema.

Um vídeo inédito, em análise no Ministério Público, mostra a deputada federal Jaqueline Roriz (PMN-DF), filha do ex-governador do Distrito Federal Joaquim Roriz, junto com o marido, Manoel Neto, recebendo um maço de dinheiro das mãos do ex-secretário de Relações Institucionais do DF, Durval Barbosa. O vídeo foi gravado na campanha eleitoral de 2006, na sala de Barbosa, delator do escândalo de corrupção conhecido como “mensalão do DEM”. O esquema foi desmantelado pela operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal, e acabou derrubando o governador José Roberto Arruda.

A reportagem teve acesso ao vídeo e há uma semana tem tentado falar com a deputada, que foi procurada em seu gabinete, na residência e por telefone. Avisada do teor das imagens, a assessoria da deputada disse que ela estava em viagem e não deu retorno até a publicação desta reportagem. Ela sempre negou com veemência qualquer envolvimento dela e do pai no esquema. Em discurso, em abril passado, ela chamou de “cara de pau” a deputada Eurides Brito (PMDB), cassada após a divulgação de vídeo em que aparece recebendo propina de Barbosa e colocando o dinheiro numa bolsa de couro.

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Supremo pede que Procuradoria investigue genro de Ayres Britto

G1

Joaquim Roriz teria negociado com genro de ministro do STF. Objetivo seria impedir Ayres Britto de votar contra ex-governador.

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Cezar Peluso, encaminhou nesta sexta-feira (1º) pedido à Procuradoria Geral da República para que seja investigada a denúncia de uma negociação entre o advogado Adriano Borges, genro do ministro do STF Carlos Ayres Britto, e o ex-governador Joaquim Roriz.

Roriz teria negociado com Borges a participação dele na banca de advogados que o defenderia no julgamento sobre a validade da Lei da Ficha Limpa nas eleições deste ano. A contratação do genro de Ayres Britto provocaria o impedimento do ministro do STF, devido ao parentesco. Se Ayres Britto não tivesse participado da votação, o resultado do julgamento poderia ter sido diferente.

Um vídeo gravado no dia 3 de setembro mostra uma conversa entre Roriz e Borges, na qual o ex-governador expõe o objetivo de impedir a participação de Ayres Britto no julgamento.

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Presidente do TSE diz que Supremo deve arquivar recurso de Roriz

G1

Arquivamento afeta decisão sobre validade da Lei da Ficha Limpa. Ministro defendeu ainda discussão sobre dois documentos para votar.

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Ricardo Lewandowski

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Ricardo Lewandowski, afirmou na manhã desta quarta-feira (29) que o julgamento referente à Lei da Ficha Limpa no caso do ex-candidato ao governo do Distrito Federal Joaquim Roriz (PSC) deve ser arquivado. “Como houve desistência do recurso, muito provavelmente o recurso tenha perdido o objeto. Mas vamos discutir todas as consequências no plenário”, disse. A discussão deve ser retomada nesta tarde no STF.

“A meu ver, meu entendimento, diante do empate de 5 a 5, prevalece a decisão do TSE. Ou seja, aqueles que não têm a ficha limpa continuarão com seu registro indeferido. E se essa posição perdurar até o dia 17 de dezembro, que é a data da diplomação, eles não tomarão posse porque não terão diploma”, defendeu.

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Desistência de Roriz não interrompe processo de julgamento do Ficha Limpa, diz ministro

G1

Barrado pela ficha limpa, Roriz renunciou à disputa pelo governo do DF. STF vai definir se continua a julgar validade da lei para este ano.

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Cezar Peluso, afirmou nesta sexta-feira (24), por meio de sua assessoria, que diante da renúncia do candidato ao governo do Distrito Federal Joaquim Roriz (PSC) o plenário da corte vai decidir na próxima quarta-feira (29) se continua o julgamento do recurso ajuizado sobre o registro do ex-candidato.

Roriz teve o registro barrado pelo Tribunal Regional Eleitoral do DF (TRE-DF) e pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com base na Lei da Ficha Limpa e recorreu ao STF. Quatro vezes governador do DF, ele teve o registro impugnado porque renunciou ao mandato de senador, em 2007, para escapar de um processo por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética do Senado.

A Lei da Ficha Limpa prevê a inelegibilidade de candidatos condenados em decisões colegiadas ou que tenham renunciado a mandato eletivo para escapar de cassação. Segundo a assessoria do STF, o presidente da corte já sinalizou que não vai tomar nenhuma decisão sem ouvir os outros ministros.

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Roriz desiste de campanha no DF e critíca o ‘vale tudo’ nas eleições

Terra

Em manifesto divulgado nesta sexta-feira (24), o agora ex-candidato ao governo do Distrito Federal, Joaquim Roriz, lançou um manifesto contra o que classificou de “vale tudo”, afirmou que “rasgaram a Constituição Federal” e voltou a se declarar com “ficha e consciência limpas”.

Roriz desistiu de manter sua candidatura e apresentou o nome da esposa, Weslian, para disputar o Palácio do Buriti. A nova candidata, questionada, disse que seu marido responderia “melhor” como angariar votos a nove dias das eleições. Roriz, que afirmou que poderá voltar a um cargo eletivo “dependendo da saúde e da idade”, lembrou que, mesmo com a desistência, seu nome e foto permanecem na urna eletrônica.

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Artigo: Roriz e os 40 candidatos

Estadão | José Roberto de Toledo

O Supremo Tribunal Federal decidiu não decidir sobre a aplicabilidade da lei da Ficha Limpa para estas eleições. O caso entrou no limbo judicial, sem data venia nem habeas corpus. Apenas sine die.

A sessão de mais de 10 horas foi histórica, de tragicômica. Nas primeiras 9 horas, tudo transcorreu como de costume, que o tribunal não é lugar de improvisos nem inovações. Os ministros leram seus longos e doutos votos. Entre uma citação e outra, uma piada para entendidos aqui, uma cutucada em juridiquês no rival de toga ali. Nada que salvasse um bocejo.

Mas a tensão começou a se acumular na plateia quando os advogados se deram conta que o placar previsto, de 6 a 4 contra a vigência imediata da lei, não estava se confirmando. Para surpresa dos “especialistas”, a circunspecta Ellen Gracie votou fora do figurino, pela aplicabilidade. Murmúrios na sessão: “E agora?” “Vai dar 5 a 5!” “Quem decide o impasse?”

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Com empate, STF não decidirá mais sobre o Ficha Limpa em 2010

Terra

Ministros Joaquim Barbosa e Cármen Lúcia: impasse no Supremo

Após cerca de treze horas de votação, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu na madrugada desta sexta-feira (24) não proclamar um resultado formal sobre o julgamento que envolve a validade e abrangência da Lei da Ficha Limpa. Ao longo de dois dias, os atuais dez ministros da Suprema Corte – Eros Grau se aposentou em agosto – se dividiram sobre a aplicação da legislação sobre regras de inelegibilidade já no pleito de outubro, não conseguindo chegar a nenhum veredicto sobre o caso.

“Pela responsabilidade histórica do tribunal, temos que discutir com prudência, deixando de lado essas paixões. Estamos em situação de radicalidade absoluta. Ainda que tenha seus inconvenientes, levando em conta a certeza que a sociedade deve ter do julgamento, devemos aguardar a nomeação do novo ministro”, chegou a propor o presidente do Supremo, Cezar Peluso, sem, contudo, conseguir convencer os demais integrantes do colegiado.

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Validade do “Ficha Limpa” terá teste definitivo hoje, com o julgamento do recurso de Joaquim Roriz no STF

Estadão

No julgamento do recurso do candidato ao governo do DF Joaquim Roriz, ministros decidem se a medida poderá ser aplicada ainda nestas eleições.

Responsável por afastar das eleições deste ano os candidatos com folha corrida na Justiça, a Lei da Ficha Limpa deve começar hoje a ser “esvaziada” pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Resultado de um projeto de iniciativa popular, aprovada por todos os senadores e pela maioria dos deputados, a lei tem o apoio de 85% dos eleitores, conforme pesquisa da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) divulgada ontem. Mesmo com esse histórico, a lei pode ser derrubada ou passar a valer apenas para as próximas eleições, em 2012.

Os ministros julgam hoje o recurso do candidato ao governo do Distrito Federal Joaquim Roriz (PSC) contra a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que barrou sua candidatura com base na Lei da Ficha Limpa.

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Ficha Suja, Joaquim Roriz vai reafirmar sua candidatura na TV

do Último Segundo

Programa prevendo a condenação no TSE já estava gravado. Roriz dirá que Supremo deve absolvê-lo.

O ex-governador Joaquim Roriz (PSC) deixou gravada uma propaganda para ser exibida no horário eleitoral desta quarta-feira prevendo sua condenação na Lei da Ficha Limpa pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Na tv o político dirá que já sofreu pedidos de impugnação em outras eleições, mas que no fim sempre conseguiu um salvo conduto da Justiça para exercer os mandatos para os quais foi eleito.

De acordo com o assessor de imprensa do político, Paulo Fona, Roriz continua com sua campanha nas ruas e vai recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF)contra a decisão do TSE. “Amanhã no programa de tv ele vai falar sobre isso”, disse.

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CPI pede indiciamento de Arruda e Roriz por corrupção no Distrito Federal

do Terra

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigou um suposto esquema de corrupção no governo do Distrito Federal encerrou seus trabalhos nesta quarta-feira, com a aprovação de um relatório que pede o indiciamento dos ex-governadores Joaquim Roriz (PSC) e José Roberto Arruda (ex-DEM, sem partido), além de outras 22 pessoas.

O indiciamento é sugerido com base em crimes como formação de quadrilha, corrupção passiva e ativa, tráfico de influência, fraude de concorrência, entre outros delitos. O documento foi elaborado pelo deputado distrital Paulo Tadeu (PP-DF), candidato a uma vaga na Câmara dos Deputados nas eleições deste ano.

O político afirma que o suposto esquema teve início no mandato de Roriz e continuou quando Arruda comandou o executivo. Arruda teve o mandato cassado e chegou a ficar preso por determinação do Superior Tribunal de Justiça (STJ), acusado de corrupção de testemunha.

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Se depender do TRE-DF, Joaquim Roriz está fora dos pleitos até 2022

do Último Segundo

Com recursos negados pelo tribunal, por unanimidade, candidato da coligação “Esperança Renovada” ainda pode recorrer a instâncias superiores.

Por unanimidade, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-DF) rejeitou, esta terça-feira, os recursos dos candidatos Joaquim Roriz (PSC) e Anna Christina Kubitschek (DEM) para disputarem a eleição deste ano. Os dois tiveram o registro de candidatura negado pelo tribunal, na semana passada. Cabe recurso em instâncias superiores.

Líder das pesquisas na corrida pelo governo do Distrito Federal, Roriz foi enquadrado na Lei da Ficha Limpa. O ex-governador renunciou ao Senado, em 2007, para escapar de um processo de cassação. Segundo a nova lei, a punição pode torná-lo inelegível até o fim do mandato para o qual foi eleito e por oito anos subseqüentes – ou seja, até 2022.

A impugnação de Anna Christina, que concorre como 1ª suplente ao Senado na chapa de Alberto Fraga (DEM), foi pedida pelo Ministério Público Eleitoral (MPE). O órgão diz que a neta de Juscelino Kubitschek não quitou dívida com a Justiça Eleitoral. Para disputarem a eleição, os candidatos da coligação “Esperança Renovada” precisam obter liminar junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ou derrubar a inelegibilidade no Supremo Tribunal Federal (STF).

Joaquim Roriz tem registro de candidatura negado pelo TRE do DF

do Terra

O Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) negou nesta quarta-feira (4) o registro de candidatura de Joaquim Roriz (PSC), por 4 votos a 2. Governador do DF por quatro mandatos, Roriz, que completa 74 anos hoje, pretendia disputar novamente uma cadeira no Palácio do Buriti. Ele ainda pode recorrer da decisão.

A decisão foi tomada a partir da impugnação apresentada pelo Ministério Público Eleitoral, que apresentou dois argumentos contra a candidatura de Roriz: a renúncia ao cargo de senador, em 2007, para escapar de um processo por quebra de decoro parlamentar, situação prevista na Lei da Ficha Limpa como passível de inelegibilidade. O MPE também apontou uma pendência com a Justiça Eleitoral, pelo não pagamento de uma multa de R$ 5 mil por propaganda antecipada.

Além da impugnação do MPE, também apresentaram pedidos de indeferimento do registro de Roriz o candidato a deputado distrital pelo PV Júlio Cárdia, e o PSOL. As duas baseadas na Lei da Ficha Limpa. Em 2007, Roriz renunciou depois de ser acusado de ter desviado recursos do Banco de Brasília.

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