Artigos com o marcador ibge

Estagnação do PIB no terceiro trimestre é temporária, garante Mantega

EXAME

A indústria brasileira é um dos setores mais afetados pela crise internacional, segundo o ministro do governo Dilma. Crise da Europa pesou sobre o PIB do Brasil, diz Lloyds.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, procurou mostrar otimismo nesta terça-feira com a economia brasileira dizendo que a estagnação registrada no terceiro trimestre é passageira e que os últimos meses do ano mostrarão aceleração.

Nesta manhã, o IBGE informou que o Produto Interno Bruto (PIB) teve crescimento zero no terceiro trimestre na comparação com o segundo. Para Mantega, a indústria é um dos setores mais afetados pela crise internacional. O ministro prometeu que a redução das despesas públicas vai continuar.

Para Lloyds, Europa pesou na conta

A crise da zona do euro pesou sobre o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro no terceiro trimestre, acredita Sian Fenner, economista-global do Lloyds Bank. Para ele, a economia nacional desaceleraria de qualquer forma, mas os problemas externos ampliaram o movimento. “A crise na Europa foi o principal fator”, afirmou à Agência Estado, em Londres.

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Pedir aposentadoria até dia 30 pode render mais, diz especialista

A Tarde

Os trabalhadores  da iniciativa privada que estão em vias de se aposentar por tempo de serviço devem aproveitar os últimos dias de novembro para dar entrada no benefício e garantir ganhos superiores no cálculo do fator previdenciário. Em dezembro, o cálculo do fator será alterado com a atualização da tábua de mortalidade do IBGE, o que deve reduzir os ganhos de quem vai se aposentar.

A tábua de mortalidade é um dos principais parâmetros para determinar o fator previdenciário no cálculo das aposentadorias. Quanto maior for a expectativa de vida, maior será o redutor, resultando num benefício menor para o aposentado. De acordo com o coordenador de disseminação de informações do IBGE, Joílson Rodrigues, a tendência de alta da taxa de expectativa de vida do brasileiro, identificada nos últimos anos, deverá se manter: “Seguramente, vamos divulgar uma expectativa superior à do ano passado. É uma curva ascendente”.

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Bahia: Médicos preferem ganhar menos na capital do que ir trabalhar no interior, diz Cremeb

Tribuna da Bahia

Mesmo com baixos salários, médicos resistem em trocar a capital pelo interior do Estado

A Bahia conta atualmente com 17.035 médicos ativos, conforme o Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia (Cremeb). Embora a Organização Mundial de Saúde (OMS) não tenha um mínimo padrão, o total de profissionais baianos (um para cada 823 habitantes) é tido como satisfatório por estudos da área – segundo o Censo 2010, do IBGE, a Bahia possui pouco mais de 14 milhões de habitantes. O grande entrave é a concentração dos médicos, pois 10153 (60%) do contingente baiano estão na capital, enquanto 6.882 são distribuídos em 416 municípios.

“Esta concentração é natural, ocorre em todas as áreas, mas o que mais tem impactado é a falta de perspectiva do médico ao optar por centros menores. As condições de trabalho são inadequadas, há uma sobrecarga de responsabilidades, a remuneração é muito baixa e pior ainda, é incerta, irregular e depende de variáveis que fogem ao controle do profissional”, avalia o presidente do Cremeb, José Abelardo Garcia de Meneses. Há programas públicos de estímulo a retenção dos médicos no interior, com salários de até R$ 12 mil, mas nem assim a busca pelo trabalho longe da cidade grande cresce.

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Com indústria fraca, PIB cresce apenas 0,8% no 2º trimestre de 2011

Estadão

Crescimento da indústria foi de apenas 0,2% em relação ao período anterior. Agropecuária foi ainda pior – queda de 0,1%. Já o setor de serviços subiu 0,8%.

A desaceleração do Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre do ano foi de 0,8% ante o trimestre anterior. O resultado, que foi puxado por resultados pífios da indústria e da agropecuária no período, mostrou uma desaceleração em relação ao trimestre anterior, quando a economia havia cresicdo 1,2%.

O mercado estava apreensivo com a divulgação do número, mas não houve surpresas. Analistas consultados pelo AE Projeções esperavam uma expansão de 0,35% a uma alta de 1,10%. A média das projeções era de 0,80%. ”Realmente a gente vê uma desaceleração do crescimento. A gente continua crescendo, mas em uma taxa mais baixa. Mas temos que lembrar que as taxas mais altas de 2010 têm a ver com o ano de comparação, 2009, que era ano da crise”, assinalou Rebeca de La Rocque Palis, gerente da Coordenação de Contas Nacionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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Hackers derrubam mais três sites do governo na noite deste sábado

Veja.com

LulzSecBrazil volta a derrubar sites do Ministério da Cultura, Defesa e Brasil.gov.br.

Sites do governo federal voltaram a sair do ar na noite deste sábado. As páginas dos Ministérios da Cultura e da Defesa, além do portal Brazil.gov.br, estavam indisponíveis por volta das 21 horas. No mesmo horário, por meio de sua página do Twitter, o grupo de crackers LulzSecBrasil reivindicou a autoria dos ataques e afirmou ter derrubado os sites. A página da Presidência da República, apesar de não ter sido citada como alvo de ataques, também estava instável.

Durante a tarde, os crackers invadiram o site da Petrobras e divulgaram em seu microblog dados do servidor de FTP da estatal. Horas depois, o servidor foi tirado do ar pela empresa.

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Polícia Federal rastreia ações de hackers que invadiram sites do Governo

Estadão

Ciberataques começaram na quarta e atingiu portais da Presidência, Receita e ministérios; ontem, o alvo foi o IBGE, cujo portal exibiu ‘mensagem de alerta’.

A Polícia Federal abriu ontem investigação sobre os ataques de hackers a sites do governo federal, do Senado e de autarquias ligadas à União. A iniciativa de investigar partiu da própria PF, encarregada de apurar crimes cibernéticos federais. Desde a quinta-feira, a PF reúne informações para monitorar a ação dos hackers. Ontem, a investigação foi oficialmente aberta, mas nenhum dado foi divulgado para não atrapalhar a apuração.

A onda de ataques começou quarta-feira e atingiu os portais da Presidência; do Senado, do Ministério do Esporte, da Receita, da Petrobrás, culminando ontem com a invasão ao portal do IBGE, e aos ministérios da Cultura e do Esporte (pela segunda vez). Na quarta-feira, hackers do LulzSecBrazil, braço brasileiro do grupo internacional Lulz Security, que promove ataques cibernéticos contra CIA e o FBI, foram responsabilizados pela invasão ao site da Petrobrás.

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Pena para hackers pode chegar a 5 anos de prisão, dizem especialistas

O Globo

Invasão de sites oficiais configura atentado aos serviços de utilidade pública. Dificuldade será a de identificar e localizar autores de invasão de sites.

Site do IBGE, após ser 'pichado' por hackers

A falta de legislação específica para crimes digitais no Brasil não significa que os autores das invasões e ataques aos sites do governo brasileiro não cometeram crimes. De acordo com especialistas ouvidos, se identificados, os hackers podem responder por atentado contra a segurança ou funcionamento de serviço de utilidade pública, crime que prevê punição de um até cinco anos de reclusão, além de multa.

O advogado Leandro Bissoli, especialista em direito digital, explica que os sites que foram invadidos – como Infraero e IBGE – oferecem serviço de utilidade pública, e por isso o crime pode ser enquadrado neste artigo do Código Penal. A avaliação é a mesma do também advogado e professor de direito eletrônico Rony Vainzof. “A lei é pertinente ao que acontece, o que se modifica é o meio e não o crime em si”, afirma.

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‘Governo vivenciará maior número de ataques na história’, diz mensagem de grupo hacker brasileiro

G1

Site do IBGE foi invadido por hackers brasileiros na noite desta quinta-feira. Hackers se identificam como um grupo nacionalista anti-corrupção. Governo diz que banco de dados no Instituto não foi acessado.

O site do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) foi invadido por hackers na madrugada desta sexta-feira (24). No topo da página na internet, está escrito “IBGE Hackeado – Fail Shell”, e uma imagem com um olho representando a bandeira do Brasil vem logo abaixo.

Hackers se identificam como grupo nacionalista em mensagem deixada no site

O IBGE confirmou a invasão por meio de sua assessoria de imprensa, por volta das 8h, mas alegou que o banco de dados não foi afetado. A equipe técnica da Diretoria de Informática avalia se houve algum outro tipo de consequência. Alguns minutos depois, o site foi tirado do ar.

Ao pé da página, os hackers ainda negam ter relações com os grupos LulzSec ou Anonymous no Brasil, que seriam “grupos sem qualquer ideologia”, segundo a mensagem deixada pelos hackers. O LulzSecBrazil é apontado como o responsável pelos ataques que derrubaram sites do governo na madrugada de quarta-feira (22). Foi o maior ataque sofrido pelo governo, com mais de 2 bilhões de tentativas de acesso em um curto período de tempo, segundo o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro). O órgão informou que o ataque não causou danos às informações disponíveis nas páginas e partiu de servidores localizados na Itália.


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Sites de prefeituras seriam os próximos alvos do ataque de grupos hacker

Estadão

A ação desta quinta-feira também teve como alvo pouco mais de 500 sites, a maioria de prefeituras.

Site da Prefeitura de São Paulo teria sofrido tentativa de invasão nas últimas horas

No dia em que hackers ligados à organização LulzSecBrazil divulgaram dados do prefeito Gilberto Kassab e da presidente Dilma Rousseff, outro grupo reivindicou a autoria de um suposto ataque a centenas de sites de prefeituras do interior do País.

Trata-se do Fatal Error Crew, organização brasileira que já assumiu a autoria de ações que resultaram até na derrubada da página do Palácio do Planalto na internet, no dia seguinte à posse de Dilma.

A ação de ontem também teve como alvo pouco mais de 500 sites, a maioria de prefeituras, mas também de entidades como a Confederação Nacional dos Municípios (CNM) e a Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs). O Estado constatou que diversas páginas das prefeituras listadas pelo grupo – mas não todas – ficaram fora do ar durante a maior parte do dia. Por mensagens no Twitter publicadas durante a tarde, os hackers se vangloriavam de ter derrubado sites de “ladrões”.

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Grupo hacker fecha canal de ‘filial’ brasileira que teria atacado governo

O Globo

Rede sofreu ataque de outro grupo hacker, que derrubou 8 servidores. Documento atribuído ao Lulzsec revela nome de suposto líder no Brasil.

No Twitter, LulzsecBrazil afirma que canal IRC do grupo havia sido suspenso

O canal de comunicação pela internet usado pelo LulzsecBrazil, ‘filial’ brasileira do grupo hacker Lulzsec e apontado como oresponsável pelos ataques que derrubaram sites do governo do Brasil na madrugada de quarta-feira, foi fechado por volta das 22h desta quinta-feira (23). A decisão foi tomada pelos administradores da rede que também hospeda o canal usado pela operação do Lulzsec original.

O canal se chamava “#LulzsecBrazil” e estava na rede AnonOps, que não tem relação direta com o Lulzsec estrangeiro, mas que ainda fornece serviços de comunicação ao grupo hacker. O motivo foi um ataque que a rede sofreu e que, segundo o operador com quem a reportagem conversou, partiu de endereços brasileiros – mostrando que haveria a existência de algum grupo de ciberguerra contrário ao LulzsecBrazil.

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Bahia tem o maior número de miseráveis em todo o Brasil, diz IBGE

Correio

Conforme dados, 2,4 milhões de baianos, ou 17,7% da população do estado, vivem com uma renda mensal per capita de até R$ 70.

Não há, em todo o Brasil, nenhum estado com mais miseráveis que a Bahia. Esse amargo título foi constatado por dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010,  divulgados no último sábado. De acordo com o Instituto, 2,4 milhões de baianos, ou 17,7% da população do estado, vivem com uma renda mensal per capita de até R$ 70.

Isso significa que nada menos que 14,8% dos miseráveis do país estão na Bahia. No entanto, não é só aqui que os números são alarmantes. Em números proporcionais, o campeão da miséria é o Maranhão: um em cada quatro moradores é considerado extremamente pobre, o que corresponde a 1,7 milhões de pessoas. Os dados também mostram que 58% dessa população de miseráveis se concentram em apenas seis estados: Pará, Pernambuco, Ceará e São Paulo, além da Bahia e do Maranhão. Juntos, eles concentram 9,4 milhões de miseráveis.

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Mais de dois milhões de baianos vivem na miséria ganhando até R$ 70

Rede Bahia | G1

São 5 municípios com maior percentual de pessoas em situação de miséria. De acordo com o economista, educação é o ponto chave para mudança.

Mais de dois milhões e quatrocentos mil cidadãos vivem em situação de miséria na Bahia. Famílias que recebem no máximo R$ 70 por pessoa e gastam mensalmente com alimentação, higiene, saúde, educação e moradia sofrem com a falta de recursos para sobreviver com dignidade.

Um exemplo dessa realidade é o de Dona Marileide, que mora em Feira de Santana, a 107km de Salvador, que ganha R$ 134 do Bolsa Família para sustentar dois filhos e dois netos. “Tem semana que não tem nada dentro de casa. Aí eu pego fiado no mercadinho e no outro mês eu pago”, relata a dona-de-casa.

Dona Maria Francisca, que teve um aneurisma cerebral, também sofre dificuldades para cuidar dos nove filhos, sendo cinco deles portadores de deficiência mental. Apenas um conseguiu se aposentar e recebe R$ 545 por mês, e é com este valor que a família luta para sobreviver.

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Queda no repasse do FPM provoca demissões em municípios da Bahia

A Tarde

Em Ribeirão do Largo, no sudoeste baiano, a prefeitura afastou agentes do Programa Saúde da Família (PSF)

Funcionários públicos de municípios do interior baiano correm o risco de enfrentar demissões em massa este ano. A situação já foi confirmada à reportagem por gestores de quatro municípios e deve atingir, pelo menos, 41 administrações municipais, que têm dois fatores em comum:  a redução dos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e  o impacto da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que estabelece o teto de 54% da arrecadação municipal como limite para gastos com o quadro de pessoal.

Acontece que tais municípios registraram uma decréscimo no número de habitantes após o Censo realizado pelo IBGE em 2010. E justamente a percentagem das populações locais em relação à população total do País é o parâmetro para se definir a parcela que cada município tem direito a receber do FPM.

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Maetinga na Bahia lidera o ranking de redução no número de habitantes

Rede Bahia | G1

Dados foram revelados através do censo demográfico de 2010 pelo IBGE. A cidade contava com 13.686 moradores; hoje tem pouco mais de 7 mil.

Portas e janelas fechadas. Uma imagem cada vez mais comum em Maetinga, a 609 km de Salvador. De acordo com o IBGE, a cidade de Maetinga lidera o ranking das 1.520 cidades brasileiras que apresentaram redução no número de habitantes.

No censo demográfico realizado em 2000, a cidade contava com 13.686 moradores, quase o dobro que tem hoje. Agora são apenas 7.031 habitantes, segundo o censo de 2010.

Muita gente deixou a cidade em busca de trabalho. Os destinos mais procurados são Vitória da Conquista e São Paulo, para onde foram nove filhos de Seu Erodino. “Eles não achavam emprego aqui e quando achavam serviço em uma semana, só iam achar outro na semana que vem”.

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Divisão territorial e desemprego encolhem municípios do Sudoeste baiano. Prefeitos protestam

A Tarde | Juscelino Souza

Juraci José dos Santos, 49, mora em Maetinga com a mulher, Maria Viana dos Santos, 51, e a filha

A redefinição dos limites territoriais, pelo governo do Estado, na macrorregião de Vitória da Conquista, aliada ao êxodo rural estimulado pela agricultura no oeste da Bahia e corte de cana e produção de lenha no Sudeste do País, é apontada como a principal causa para a redução populacional em municípios do sudoeste, a exemplo de Maetinga, a 631 km da capital.

O “encolhimento” de Ribeirão do Largo, Caraíbas e Potiraguá – outros municípios baianos que mais perderam população no País, segundo o Censo 2010 do IBGE – está sendo creditado pela população à falta de emprego e absorção de mão-de-obra na fábrica de calçados de Itapetinga, a 560 km de Salvador.

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