Artigos com o marcador favorecimento

Enquanto o irmão é exonerado da Codevasf, ministro Fernando Bezerra vai ao Congresso tentar conter crise

Estadão | Veja

Irmão de ministro saiu ‘a pedido’ da Integração Nacional. Exoneração foi publicada hoje no Diário Oficial da União. Blindado por Dilma, ministro não deve encontrar dificuldades diante dos parlamentares.

O irmão de Fernando Bezerra Coelho, ministro da Integração Nacional, foi exonerado “a pedido” da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf). Em decreto publicado hoje no Diário Oficial da União e assinado por Bezerra Coelho, Clementino de Souza Coelho deixa o cargo de diretor da Área de Desenvolvimento Integrado e Infraestrutura da companhia.

Até a última segunda-feira, Clementino era presidente da Codevasf, contrariando a Lei que proíbe o nepotismo. A denúncia foi do jornal O Estado de S.Paulo. Desde a última terça-feira responde interinamente pela presidência da Companhia, Guilherme Almeida Gonçalves de Oliveira.

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Diário Oficial traz nomeação de substituto de irmão do ministro Fernando Bezerra

Último Segundo

Após reunião com ministros, Dilma reage à crise na Integração. Guilherme Almeida é novo presidente da Codevasf.

A presidenta Dilma Rousseff reagiu ontem à crise do Ministério da Integração Nacional com medidas para evitar desgaste político no início do seu segundo ano de mandato. A principal delas saiu no Diário Oficial da União: a nomeação de Guilherme Almeida, como novo presidente da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco (Codevasf). Ele é indicado pelo PT do Piauí.

Estatal subordinada ao Ministério da Integração, a Codevasf vinha sendo presidida por Clementino Coelho. Ele é irmão do ministro da Integração, Fernando Bezerra Coelho (foto), que, desde a semana passada, é alvo de críticas por privilegiar seu Estado de origem, Pernambuco, com obras e medidas preventivas contra enchentes.

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Ministro Fernando Bezerra descarta plano eleitoral e diz que fica no cargo

Estadão

Envolvido em crise na pasta desde a semana passada, Fernando Bezerra Coelho deve informar a presidente, com quem se reúne nesta segunda, que prefere desistir da candidatura a prefeito de Recife.

A candidatura a prefeito de Recife em outubro é um plano quase descartado na cabeça do ministro da Integração, Fernando Bezerra Coelho, há seis dias tentando explicar o favorecimento a Pernambuco no repasse de verbas antienchentes. Na reunião prevista para esta segunda-feira, 9, com a presidente Dilma Rousseff, Coelho dirá, se perguntado, que prefere continuar no cargo de ministro responsável pela defesa civil, pela polêmica transposição do Rio São Francisco e pelo novo programa de irrigação que o governo está para lançar.

O encontro foi combinado em telefonema da presidente ao ministro na sexta-feira. Bezerra Coelho passou a informação adiante no Twitter. Ele começava dizendo no microblog: “Muito trabalho pela frente”. O ministro deverá ter de explicar as ações que sua pasta está elaborando para evitar enchentes, mas terá também de falar sobre a denúncia de nepotismo publicada pelo Estado, que criou desconforto ao governo. Mas ele não acredita que perderá o cargo na Esplanada.

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Fernando Bezerra usa brecha na lei e mantém irmão por um ano em estatal

Último Segundo

Ministro da Integração Nacional, manteve Clementino Coelho à frente de uma empresa ligada à sua pasta.

O ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, usou uma brecha na legislação que proíbe o nepotismo na administração pública e fez de Clementino Coelho, seu irmão, presidente da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba (Codevasf) durante praticamente um ano. A estatal tem um orçamento de R$ 1,3 bilhão aprovado para 2012. Após questionamentos do jornal O Estado de S.Paulo, o governo anunciou que vai trocar o comando.

Segundo nota da Casa Civil, Guilherme Almeida será nomeado nos próximos dias para a presidência da estatal. Clementino continuará como diretor. Bezerra está na berlinda por ter privilegiado seu Estado, Pernambuco, com a destinação de recursos para a prevenção de desastres e pelo abandono de diversos lotes da obra da transposição do Rio São Francisco. A saída de seu irmão da presidência da Codevasf é uma forma de tentar atenuar seu desgaste político.

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Tucanos acusam ministra Ideli Salvatti de favorecer ONG de amigo

Veja.com

Segundo parlamentares, ministra de Relações Institucionais destinou 200 000 reais em emendas para ONG de assessor.

Ideli Salvatti admitiu aprovar emendas para ONG, mas ressalvou que assessor está afastado da direção da entidade

Parlamentares tucanos acusaram, nesta sexta-feira, a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, de destinar emendas e usar sua influência em favor da ONG Centro de Elaborações, Assessoria e Desenvolvimento de Projetos (Cesap), criada por Claudionor de Macedo, seu braço direito desde 2004.

Espécie de faz tudo a serviço de Ideli, Macedo já foi motorista, segurança e assessor parlamentar, até se tornar coordenador de campanha da então senadora ao governo de Santa Catarina em 2010. Denúncia levada ao Congresso pelos deputados Fernando Francischini (PSDB-PR) e Duarte Nogueira (PSDB-SP) revela que a ministra, quando senadora, aprovou duas emendas em favor da Cesap, no valor de 100 000 reais cada, nos anos de 2007 e 2008. A entidade recebeu mais 377 700 reais de outros convênios com órgãos federais.

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CGU se recusa a investigar ascensão patrimonial de Antonio Palocci

Estadão

Apesar de decreto, de 2005, que prevê apuração de suspeitas de enriquecimento ilícito de agentes públicos, Corregedoria-Geral da União argumenta que Palocci era membro do Legislativo quando patrimônio aumentou.

Duas semanas depois de revelada a vultosa evolução patrimonial do ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, o que gerou suspeitas sobre tráfico de influência, a Controladoria-Geral da União (CGU) se recusa a abrir sindicância para avaliar o caso, apesar de decreto presidencial vigente determinar a investigação a partir de notícia ou de indícios de enriquecimento ilícito e evolução patrimonial incompatível de agentes públicos.

Para não investigar o caso, a CGU alega que Palocci não era “agente público” na época em que recebeu os pagamentos feitos à empresa Projeto Consultoria Financeira e Econômica Ltda., que prestou serviços de consultoria a bancos, montadoras e indústrias. A consultoria foi aberta em 2006 e em 2010 Palocci mudou o objeto social da empresa, que se transformou em administradora de imóveis. A maior parte dos rendimentos, porém, ocorreu no final de 2010, período em que o ministro adquiriu um apartamento de luxo avaliado em R$ 6,6 milhões.

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PMDB segura CPI contra Antonio Palocci e faz Palácio do Planalto refém

Estadão

Partido enquadra 7 senadores que poderiam garantir assinaturas suficientes para investigar o chefe da Casa Civil; após ameaças de Dilma, na votação do Código Florestal, de demitir ministros peemedebistas, dirigentes rechaçam retaliações.

Pressionado pelo Planalto, o PMDB fez um pacto temporário com sete senadores rebeldes da sigla para evitar que sejam favoráveis à instalação de uma CPI que investigue o ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, deixando o Palácio do Planalto totalmente refém dos humores do partido. Dirigentes da sigla aproveitaram, ainda, para avisar a presidente Dilma Rousseff que não aceitarão retaliações por terem confrontado o governo na votação do Código Florestal.

Na aritmética da pressão, se os sete senadores peemedebistas, que normalmente divergem da orientação da cúpula do partido, se somarem aos 19 senadores de oposição (PSDB, DEM, PPS e PSOL) e demais insatisfeitos da base, a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito contra Palocci passa a ser factível. São necessárias pelo menos 27 assinaturas na Casa para abrir uma investigação.

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PMDB pressiona e impõe ‘preço’ para proteger Antonio Palocci

Estadão

Temer foi avisado de que partido apoiará o relatório de Aécio restringindo poderes da presidente na edição de medidas provisórias.

Principal aliado do governo, o PMDB colocou um “preço” para proteger o ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, do constrangimento de ter de explicar a evolução de seu patrimônio no Congresso ou de ser alvo de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). A fatura já começou a ser apresentada e até o vice-presidente da República, Michel Temer, terá de ajudar a pagar esta conta, na condição de presidente de honra do PMDB.

A cota do vice foi tratada no café da manhã que ele ofereceu nesta quinta-feira, 26, a sete senadores do grupo independente do PMDB. Temer foi avisado de que o partido apoiará o relatório do senador Aécio Neves (PSDB-MG), restringindo poderes da presidente Dilma Rousseff na edição de Medidas Provisórias.

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PSDB levanta suspeita sobre ajuda da Receita Federal a ex-cliente de Palocci

G1

WTorre recebeu R$ 2,9 milhões 44 dias após entrar com pedido na Receita. Para tucano, é caso de CPI. Para líder do governo, é ‘bobagem’.

O líder do PSDB na Câmara, deputado Duarte Nogueira (SP), apresentou nesta quarta-feira (25) documentos que, na avaliação do partido, colocam sob suspeita pagamentos realizados pela Delegacia da Receita Federal em São Paulo à construtora WTorre, uma das empresas que contratou os serviços da consultoria Projeto, do ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci.

Os dados indicam que a construtora recebeu da Receita em 6 de outubro de 2010 mais de R$ 9 milhões a título de devolução de saldo negativo de imposto de renda de pessoa jurídica. Na avaliação de Nogueira, isso justifica a abertura de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPI) para investigar o suposto tráfico de influência nos negócios da empresa do ministro Palocci.

O líder do governo na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), classificou como “bobagem” a denúncia de deputados do PSDB. “O Brasil sabe que a oposição com isso está querendo embaralhar inclusive a discussão politica. Não tem pé nem cabeça. Bobagem e não tem fundamento. Eles estão procurando um assunto. Querem fazer uma CPI. Aliás, tem oito anos que a oposição só faz isso”, declarou.

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Denúncias derrubam Gim Argello da relatoria do Orçamento de 2011

Agência Estado

O senador Gim Argello (PTB-DF) renunciou hoje ao cargo de relator-geral do Orçamento de 2011 e também se afastou da Comissão Mista de Orçamento (CMO). Ao divulgar a nota sobre a renúncia, Argello afirmou que, após conversar com familiares, decidiu sair para não atrapalhar a aprovação do Orçamento para o próximo ano.

“Há uma tentativa recorrente de associar esta Comissão a supostas irregularidades na aplicação de verbas públicas. Como parlamentar atento aos meus deveres e obrigações, considero meu afastamento uma iniciativa que deve contribuir para não contaminar os bons trabalhos que aqui vêm sendo realizados em prol da sociedade”, destacou em nota divulgada à imprensa.

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Análise: “Google Instant” favorece grandes sites e esquece os pequenos

Info Online

O Google anunciou nesta quarta-feira (8) o recurso Instant, que mostra resultados em tempo real, durante a digitação da pesquisa. As consequências serão devastadoras.

Logo de início, fica claro que a página 2 dos resultados deixará de ser usada. Mesmo a área da página 1 que fica abaixo do limite inferior do monitor – e é acessada pela rolagem da tela – perderá importância. Os internautas tendem a reformular suas buscas várias vezes em seguida para encontrar o que procuram, uma vez que não vão precisar mais dar Enter.

Isso destrói a web dos sites pouco conhecidos, que costumavam ser encontrados por acaso, enquanto dávamos uma boa esquadrinhada nos resultados. Como o Google Instant tende a priorizar o que a maioria pesquisa, as pessoas ficarão satisfeitas com o que saltar aos olhos no topo da página, fatalmente resultado de uma melhor otimização de site de busca (SEO). O papel dos profissionais dessa área se tornará ainda mais importante, uma vez que surgir em sétimo, oitavo, nono ou décimo lugar será o mesmo que nada.

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Google é investigado nos EUA por supostas práticas de monopólio e favorecimento

do Info Online

O Google acusa a Microsoft de incentivar empresas a entrarem com a ação

O procurador geral do estado norte-americano do Texas, Greg Abbott, investiga o Google por práticas antitrustes em seu sistema de busca.

Segundo o site do jornal El Pais, Abbott pretende apurar se os resultados das pesquisas no buscador estão penalizando sites concorrentes, avaliando de maneira desleal, deixando-os longe dos primeiros lugares, o que fere o princípio de neutralidade do serviço.

Por trás da investigação estão três companhias, que manifestaram preocupação com eventual discriminação do buscador. São elas: Tradecomet, que criou um site de busca especializado em negócios, Foundem e myTriggers, sites dedicados a pesquisa e comparação de preços.

Figurar na primeira ou na quarta página de resultados do Google faz toda a diferença para os negócios de muitas empresas. Isto porque raramente os usuários que entram na primeira página consultam a quarta página do Google.

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