Artigos com o marcador distrito federal

Imagens mostram queda do helicóptero no Lago Paranoá, no Distrito Federal

G1

Aeronave deve ser retirada nesta sexta; acidente foi na noite de quinta. Quatro pessoas foram resgatadas do helicóptero sem ferimentos.

O helicóptero que caiu na noite desta quinta-feira (19), no Lago Paranoá, no Distrito Federal, deve ser retirado da água na manhã desta sexta-feira, informam os peritos do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa).

Os técnicos do Cenipa estão no local do acidente para evitar que danos sejam causados à aeronave, comprometendo as investigações. Botes da Marinha fazem a segurança no Lago Paranoá.

Imagens exclusivas feitas por um cinegrafista amador mostram o momento em que o helicóptero particular tenta levantar voo no estacionamento de um shopping, muito próximo de carros. O centro comercial fica às margens do lago (veja o vídeo acima). Nas imagens é possível ver que o helicóptero chega a voar por alguns segundos até cair na água.


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Documentos mostram envolvimento de Agnelo nas fraudes do Esporte

Revista Época

Uma investigação da polícia mostra que o governador de Brasília ajudou um PM a fraudar provas para se defender de denúncias de desvio de recursos.

Orlando Silva perdeu o cargo de ministro do Esporte, na semana passada, abalado por denúncias de desvio de dinheiro. Seu substituto, Aldo Rebelo, também do PCdoB, recebeu do Palácio do Planalto a missão de moralizar a pasta. Para a Justiça, no entanto, a questão é outra. Nos próximos dias, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) receberá um processo com nove volumes e quatro apensos, que corre na 10ª Vara Federal, em Brasília. As informações, a que a reportagem teve acesso, mostram que o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), antecessor de Silva, é suspeito de ter se beneficiado das fraudes.

O conjunto contém gravações, dados fiscais e bancários, perícias contábeis e relatórios de investigação. As peças da ação penal vistas pela reportagem incluem o relatório nº 45/2010, que contém os diálogos captados em interceptações telefônicas, com autorização judicial, feitas entre 25 de fevereiro e 11 de março do ano passado. As conversas mostram uma frenética movimentação de Agnelo Queiroz e do policial militar João Dias para se defender em um processo. Diretor de duas ONGs, Dias obteve R$ 2,9 milhões do programa Segundo Tempo para ministrar atividades esportivas a alunos de escolas públicas. Nas conversas, Dias quer ajuda para acobertar desvios de conduta e de dinheiro público. Ele busca documentos e notas fiscais para compor sua defesa em uma ação cível pública movida pelo Ministério Público Federal. O MPF cobra de Dias a devolução aos cofres públicos de R$ 3,2 milhões, em valores atualizados, desviados do Ministério do Esporte.

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“Não podem deixar ele solto para matar outras filhas”, diz o pai de Suênia

Último Segundo

Aluna de Direito morta por professor com quem teve relacionamento, foi enterrada na tarde deste domingo.

O corpo da estudante de Direito Suênia Sousa Farias, 24 anos, foi enterrado no cemitério de Taguatinga sob pedidos da família por justiça. “Não podem deixar ele solto para matar outras filhas”, disse o pai dela, Sinval Monteiro de Farias, 62 anos.

Suênia foi morta pelo professor Rendrik Vieira Rodrigues, de 35 anos, segundo ele mesmo confessou à polícia. Ele estava transtornado com o fim do relacionamento que teve com a aluna que tinha 24 anos e a matou na sexta-feira com dois tiros na cabeça e um no tórax.

Abalado, o agricultor afirmou que o professor do Centro Universitário de Brasília (Uniceub) e da Faculdade Projeção “destruiu tudo o que ele construiu”. Sinval repetia insistentemente que nenhuma mulher poderia ter esse tipo de tratamento e pedia por justiça. “A mulher é a pedra mais preciosa que existe”, dizia.

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Durante velório, família afirma não saber que estudante assassinada no DF era perseguida por professor

G1

Familiares e amigos íntimos estiveram no velório da aluna morta a tiros. Segundo parentes, jovem estudando de Direito sonhava em ser delegada.

O corpo da estudante de Direito Suênia Souza Farias, 24 anos, que foi morta por um professor universitário na sexta-feira (30) começou a ser velado desde as 18h deste sábado (1) no Cemitério de Taguatinga, região a 15 quilômetros de Brasília. O enterro acontece no domingo (2) às 14h.

No velório, diversos familiares e amigos íntimos de Suênia se despediram da estudante do sétimo semestre do Curso de Direito. Os parentes a descreveram como uma moça tranquila, caseira e independente. Ela seria a primeira pessoa da família a se formar em um curso superior e sonhava em se tornar delegada.

“Todo mundo tinha muito orgulho porque ela ia ser a primeira a se formar. Ela dava força para os primos fazerem uma faculdade, nem que fosse com financiamento. Era muito responsável”, disse a prima Vanessa dos Santos.


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Após fim de namoro, professor de Direito mata aluna no DF

Último Segundo

Atirou três vezes na estudante por não aceitar fim do relacionamento entre eles. Depois, rodou com o corpo por horas e se entregou.

Um professor do curso de Direito do Centro Universitário de Brasília (UniCeub) matou uma aluna em Brasília nesta sexta-feira. Suênia Sousa Faria (foto), de 24 anos, cursava o 7º semestre e levou dois tiros na cabeça e um no tórax. Os dois haviam tido um caso no período em que a jovem estava separada do marido, com quem reatou há cerca de dois meses.

O professor Rendrik Vieira Rodrigues, 35, abordou Suênia por volta das 14h30, quando ela saía da faculdade. Ela estava no carro que pertencia a seu marido, um Sandero prata, acompanhada de uma amiga, carona. Rendrick teria pedido que a amiga deixasse os dois a sós e saído com a moça em direção a Taguatinga.

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Guerner e Bandarra viram réus em ação penal pelo crime de extorsão

G1

Eles serão processados por tentar extorquir R$ 2 mi do ex-governador do DF. Justiça ainda analisará denúncia sobre outros três crimes.

A Corte Especial do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF 1) aceitou nesta quinta-feira (21) denúncia contra a promotora Deborah Guerner, seu marido, Jorge Guerner, e o ex-procurador de Justiça do Distrito Federal Leonardo Bandarra. Eles passam a ser réus em ação penal acusados de chantegear o ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda em troca de R$ 2 milhões.

Promotora passou mal e desmaiou ao abandonar julgamento

A denúncia foi aceita por unanimidade em relação a Deborah Guerner e o marido. Dos 15 desembargadores presentes, apenas Jirair Mengueriam livrou o ex-procurador de Justiça do DF das acusações. Segundo ele, não há provas da participação de Bandarra, nem de Marcelo Carvalho, na extorsão.

“Esse julgamento é exclusivamente sobre a extorsão ao governador. E não há nada do Bandarra sobre isso, nenhuma informação sobre extorsão. Há indícios de formação de quadrilha para outros crimes e prevaricação, mas com a relação a extorsão não há nada concreto”, afirmou o desembargador.


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Corrupção no DF: Promotora Deborah Guerner sai de sessão em meio a julgamento e desmaia

G1

Promotora deixou tribunal dizendo que o marido estava tendo AVC. TRF decide nesta quinta se ela responderá ação sobre mensalão do DEM.

A promotora Deborah Guerner deixou a sessão em meio ao julgamento por volta de 11h desta quinta-feira (20), ao lado do marido, Jorge Guerner, dizendo que ele estava passando mal. Antes de chegar ao posto de atendimento, que fica do lado de fora do tribunal, a promotora desmaiou.

Montagem de fotos mostra Deborah Guerner ainda no tribunal, o momento em que deixou o local e, em seguida, o desmaio

Guerner disse que o marido estava sofrendo um Acidente Vascular Cerebral (AVC). “Eu sei que ele vai morrer de tanta injustiça”, gritou a promotora. Antes de chegar ao serviço médico, ela desmaiou e foi carregada. Posteriormente, um dos advogados afirmou que Jorge Guerner sofreu um princípio de AVC há duas semanas.

A Corte Especial do TRF-1 decide nesta quinta se Deborah Guerner e o ex-procurador de Justiça do Distrito Federal Leonardo Bandarra responderão a ação penal por crimes relacionados ao escândalo conhecido como mensalão do DEM. Por conta do tumulto, o julgamento teve um intervalo de 10 minutos, mas prosseguiu normalmente e será interrompido para almoço.


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TJ barra obra no Distrito Federal que usa Copa de 2014 como pretexto

Estadão

Governador do DF Agnelo Queiros (PT) quer transformar patrimônio público em pólo hoteleiro, de olho na Copa do Mundo.

A Justiça mandou suspender um negócio milionário que, em nome da organização da Copa do Mundo de 2014, o governador Agnelo Queiroz (PT) quer fechar com a indústria da construção civil do Distrito Federal.

Ele pretende transformar uma área livre de 85 mil metros quadrados, na região central de Brasília, em nova quadra de hotéis e flats que avança sobre a área tombada da capital e aumenta o gabarito dos prédios em até 441%.

Avaliada em R$ 700 milhões, a área foi oferecida ao mercado imobiliário como forma de financiar as obras do Mané Garrincha, estádio para 71 mil torcedores. A ideia do governo do DF é credenciar Brasília para sediar a abertura da Copa ao custo de um projeto com viabilidade econômica questionável. O projeto imobiliário apresentado pela Terracap, empresa que administra as terras públicas do DF, é considerado “medíocre” pelo Instituto Nacional do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), segundo documentos obtidos pelo Estado.

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Naufrágio no DF: Bombeiros acham mais um corpo no Lago Paranoá

G1

Equipe de resgate encontrou o corpo da quinta vítima do naufrágio. Faltam quatro ou cinco corpos para sererm encontrados. Buscas prosseguem nesta terça-feira.

Por volta das 8h desta terça-feira (24) a equipe de mergulhadores do Corpo de Bombeiros achou o corpo de um homem adulto no Lago Paranoá. O corpo ainda não foi retirado da água. As buscas foram retomadas nesta terça por volta das 6h.

Peritos acreditam que embarcação operava acima da capacidade de lotação

“O corpo ainda não foi retirado porque é preciso ter uma estratégia. É necessário avisar primeiro a embarcação de apoio para se fazer o estudo da retirada”, informa a major Vanessa Signali. Entre 30 e 35 homens estão se revezando nos mergulhos, que duram no máximo 40 minutos.

Naufrágio

O acidente aconteceu por volta das 21h deste domingo (22) e as primeiras buscas seguiram até cerca de 2h desta segunda. Quando ocorreu o naufrágio, era realizada no barco uma festa organizada por um buffet.

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Irmã de empresária que promoveu festa em barco morreu no naufrágio

G1

Dona da empresa disse que evento era para 80 convidados e 11 tripulantes. Corpo foi resgatado na manhã desta segunda; há duas mortes confirmadas.

O corpo resgatado nesta segunda-feira (23) de uma das vítimas do naufrágio ocorrido no domingo no Lago Paranoá, em Brasília, é da irmã da dona da empresa que organizou a festa na embarcação. O evento foi promovido pelo AV Buffet, empresa do Recanto das Emas, que realiza festas e confraternizações no Distrito Federal.

Barco 'Imagination' cerca de duas horas antes do acidente

Em entrevista, antes de o corpo ter sido reconhecido pelo cunhado dela, a dona da empresa, Vanda Pereira, disse que o evento no barco era uma confraternização para funcionários e familiares das pessoas que trabalhavam na empresa. “A lista de convidados era de 80 pessoas e havia 11 tripulantes no apoio, contando com o comandante e seu ajudante.”

O acidente aconteceu por volta das 21h de domingo, e as primeiras buscas seguiram até cerca de 2h desta segunda (23). Ao todo, 94 pessoas sobreviveram ao naufrágio, mas a embarcação tinha mais de 100 pessoas. Em nota, a Marinha disse que o barco tinha capacidade para 92 pessoas.

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Sete pessoas ainda estão desaparecidas após naufrágio no Lago Paranoá em Brasília. Bebê foi resgatado sem vida

G1

Bombeiros informaram que uma festa era realizada na embarcação. Bebê de seis meses morreu; mãe da criança é uma das desaparecidas.

Sete pessoas que estavam no barco que naufragou na noite deste domingo (22) no Lago Paranoá, em Brasília, são procuradas pelas equipes de resgate, segundo informou na madrugada desta segunda-feira (23) o coronel Luis Blumm, do Comando Operacional do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal. No barco era realizada uma festa organizada por um buffet.

Inicialmente, o Corpo de Bombeiros informou que 104 pessoas estavam a bordo da embarcação. Por volta de 1h, Blumm informou que não é possível dizer o número exato de pessoas a bordo na hora do acidente. “Não recebemos uma lista fechada dos passageiros do barco, por isso não e possível dizer por enquanto quantas pessoas estavam a bordo”, afirmou.

Entre os desaparecidos, está Valdelice Fernandes, de 34 anos, mãe do bebê de seis meses que morreu afogado no acidente. De acordo com o Blumm, o bebê foi retirado da água pelos bombeiros e recebeu massagem cardíaca, mas não resistiu e morreu na margem do lago.

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Ministério Público pede a demissão de procuradora que simulou esquizofrenia

G1

Além de Deborah Guerner, Justiça vai decidir se ex-procurador Leonardo Bandarra também será demitido. Eles são acusados de participação no mensalão do DEM, o que negam.

O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) determinou nesta terça-feira (17) que seja pedida à Justiça a demissão do ex-procurador-geral do Ministério Público do Distrito Federal Leonardo Bandarra e da promotora de Justiça Deborah Guerner.

Nove conselheiros defenderam a condenação de Bandarra e Guerner. Apenas o conselheiro Achiles Siquara votou pela absolvição do ex-procurador e pela demissão da promotora. Os dois foram condenados em processo administrativo e ainda responderão por acusações na Justiça. Não cabe recurso ao Conselho que possa modificar a decisão. De acordo com a lei, a carreira no Ministério Público é vitalícia e um integrante do órgão só pode ser desligado a partir de decisão judicial.

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Imagens confirmam que promotora do DF simulou ter doença mental

G1

Deborah Guerner é acusada de envolvimento em esquema de mensalão. Advogados dizem que só se manifestarão após conhecer denúncia.

Imagens e documentos reunidos pelo Ministério Público Federal mostram a promotora de Justiça Deborah Guerner, afastada do MP do Distrito Federal, numa suposta tentativa de utilizar a morte dos pais para simular uma doença mental. O objetivo seria escapar de punições no caso do esquema de corrupção conhecido como mensalão do DEM de Brasília, no qual ela estaria envolvida.

Materializada em 105 páginas, a documentação obtida pelo repórter da TV Globo Vladimir Netto indica que Deborah Guerner e o marido, o empresário Jorge Guerner, contaram com a ajuda do psiquiatra paulista Luis Altenfelder Silva Filho para tentar comprovar a tese de insanidade mental da promotora.

Vídeos do encontro da promotora com o psiquiatra, registrados pelo circuito interno da casa de Guerner e apreendidos com autorização da Justiça, mostram detalhes de reunião entre o casal Guerner e o psiquiatra na residência da promotora.

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Imagens e diálogos comprovam farsa de promotora com auxílio de médicos no Distrito Federal

Estadão

Vídeos em poder do Ministério Público revelam como psiquiatra ajuda Deborah Guerner, presa desde a semana passada, a simular doença mental para atrapalhar as investigações que a envolvem no esquema de corrupção do Distrito Federal.

Documentos e imagens obtidos pelo Estado revelam como a promotora de Justiça Deborah Guerner, presa desde a semana passada em Brasília, contou com a colaboração de médicos de São Paulo para simular doença mental e atrapalhar as investigações sobre seu envolvimento com o esquema de corrupção no Distrito Federal, conhecido como “mensalão do DEM”.

Gravações de encontros dela com o psiquiatra paulista Luis Altenfelder Silva Filho, captadas pelo circuito interno da casa da promotora e apreendidas com autorização da Justiça, mostram detalhes da armação para que ela fosse considerada doente por peritos judiciais. Deborah foi afastada em dezembro de suas funções no MP do DF. Além das ações na Justiça, ela responde a um processo disciplinar no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), que pode aprovar sua demissão do serviço público. Ela ainda recebe salário.

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Relator age para barrar salvação de Jaqueline Roriz em processo

Estadão

Sampaio vai ao STF e tenta acelerar repasse de informações de inquérito contra deputada.

Com a missão de neutralizar a operação de salvamento da deputada Jaqueline Roriz (PMN-DF), o relator do caso no Conselho de Ética, deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), esteve nesta quinta-feira, 14, no Supremo Tribunal Federal para tentar tornar mais ágil o recebimento das informações que constam do inquérito aberto na Corte para investigar a parlamentar. O relator do inquérito, Joaquim Barbosa, autorizou o compartilhamento das informações.

Sampaio disse que a primeira parte de seu relatório abordará especificamente se o Conselho de Ética pode ou não julgar uma parlamentar por fatos tidos como ilícitos que ocorreram antes do início do mandato.

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