Artigos com o marcador demolição

Após demolição, ex-barraqueiros reergueram paraísos na orla de Salvador

Rede Bahia | Correio

Os novos empreendimentos têm mordomias como massagistas e internet, dentro de espaços luxuosos.

Era uma casa muito bacana perto da praia. Do lado de fora, era como as outras no local: tinha teto, chão e todos podiam dormir na rede. Hoje, a fachada daquele imóvel azul continua a mesma, mas o cenário do quintal mudou. Agora, a parte externa abriga a nova Barraca do Lôro, feita com muito esmero, na rua Desembargador Manoel de Andrade Teixeira, Praia do Flamengo, número 266. Em 2010, mais de 500 barracas foram demolidas por ordem da Justiça, encerrando mais de 3 mil empregos diretos:

A vocação para celebrar a vida à beira-mar foi a onda que deu ao empresário Aloísio Melo Filho, mais conhecido como Lôro, energia para reerguer seu empreendimento, que foi uma das 349 barracas de praia de Salvador demolidas por determinação da Justiça Federal, em agosto do ano passado.

“Derrubou num dia, no outro já saí procurando novo local para continuar. Esse lugar é a identificação do meu estilo de vida. Pego onda desde menino. A derrubada não seguiu os critérios devidos e a gente acabou indo no bolo. Provamos que estávamos corretos, mas não adiantou”, lembra.


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Maracanã terá nova cobertura

Globoesporte.com

Após inspeção nesta quinta-feira, ficou constatado que teto terá de ser demolido. Orlando Silva garante estádio na Copa das Confederações.

Fechado para obras desde setembro do ano passado, o Maracanã foi visitado por autoridades nesta quinta-feira. Entre elas, o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, que foi acompanhado do ministro dos Esportes, Orlando Silva, do presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Benjamin Zymler, do relator das Obras da Copa de 2014, Valmir Campelo, e do ministro-chefe da Controladoria Geral da União (CGU), Jorge Hage Sobrinho. Durante a inspeção, foi constatado que o estádio realmente vai precisar de uma cobertura nova, o que não constava no projeto original.

A estrutura do teto está comprometida e laudos técnicos condenaram a armação de concreto. O governador Sérgio Cabral defendeu o projeto.

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Comitê Organizador de 2014 divulga novas fotos das obras no Maracanã

Globoesporte.com

Demolição do anel superior da arquibancada está em fase avançada.

Os blocos das arquibancadas caem inteiros e são triturados no chão (clique para ampliar)

O Comitê Organizador da Copa do Mundo de 2014 (LOC) divulgou nesta terça-feira novas fotos das obras do Maracanã. Pelas imagens, o anel inferior já está totalmente destruído e a demolição do superior está em fase avançada.

De acordo com o site oficial da Copa, o trabalho de demolição tem utilizado o que há de mais moderno na construção civil. Como, por exemplo, um cabo diamantado para fazer o corte no ponto previsto pelos engenheiros no anel superior: os blocos de arquibancada caem inteiros e são triturados no chão.

O LOC informa também que até março será feita a detecção de problemas estruturais. Pequenos furos são feitos nas rampas, pilares e cobertura para utilização do ultrassom.

Demolição da Tribuna de Honra da Fonte Nova levará mais um mês

A Tarde

O processo de demolição da Tribuna de Honra do Estádio da Fonte Nova continua nesta quinta-feira, 16. Iniciada no dia 2 de setembro, a demolição acontece de forma manual para não prejudicar as estruturas da rua Anfrísia Santiago, que fica ao lado do estádio, e de um prédio anexo em que funcionavam as instalações da Superintendência de Desportos do Estado da Bahia (Sudesb). Atualmente, o prédio serve de base para as operações do consórcio que venceu a licitação para a construção da nova arena.

A conclusão da demolição está prevista para daqui a 31 dias, quando será feita uma demolição mecanizada controlada do restante do entulho. A expectativa é de que até o final do mês de novembro toda a obra de demolição do estádio esteja concluída.

Fim de uma era: Em cerca de 17 segundos, anel superior da Fonte Nova é implodido

do Correio*

Maior estádio da Bahia foi ao chão em implosão que atrasou quase meia hora. Torcedores foram ao local se despedir.

O anel superior da Fonte Nova foi implodido na manhã deste domingo (29), aproximadamente às 10h27, durando cerca de 17 segundos, levando ao chão o maior estádio da Bahia, com seus 59 anos de história. O atraso de quase meia hora aconteceu porque havia muita gente para ser retirada no raio de segurança da operação. A poeira levantada deve demorar cerca de 5 minutos para baixar. Esta foi a maior implosão já realizada em um estádio na América Latina.

Há muitos curiosos perto do local – torcedores do Bahia, em sua maioria, mas também muitos do Vitória e até do Ipiranga, relembrando conquistas no estádio. Das janelas de casas e apartamentos, muita gente assistiu a Fonte Nova ir ao chão.

A operação de evacuação do entorno do estádio foi coordenada pela Defesa Civil, que contou com cerca de 1300 profissionais. A previsão é de que os arredores do estádio estejam limpos e liberados até as 18h. Equipes da Coordenação de Defesa Civil de Salvador (Codesal) farão uma varredura no local para examinar e constatar obstruções nas vias.

Fonte Nova vai ao chão hoje e nova arena nasce sem plano de mobilidade

do A Tarde

A Fonte Nova sai de cena neste domingo, 29, com a implosão do anel superior às 10 horas, para dar lugar ao projeto de uma arena esportiva cujo impacto na mobilidade urbana não é conhecido. A prefeitura  não conta com estudo de impacto de vizinhança (EIV) do novo estádio, exigido pelo Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU), e desconhece quando  ele ficará pronto.

Estádio da Fonte Nova, em foto tirada nos anos 1960

Na prática, o governo municipal não tem informações, por exemplo, do adensamento populacional da região, da geração de tráfego advinda do novo empreendimento e da demanda de transporte público necessária para atender à circulação de pessoas. Isso em área que já apresenta problemas de trânsito e para onde converge duas das mais movimentadas avenidas de Salvador que fazem ligação para o centro da cidade, Bonocô e  Vasco da Gama.

O Consórcio Arena Salvador 2014 (responsável pela obra), por meio da assessoria, afirmou que “foi considerado o estudo publicado no Edital da Licitação”. Entretanto, no edital, disponível no portal do governo do Estado, não há estudo de impactos. Na coletiva à imprensa, na última terça-feira, 24, a implosão foi considerada pelas autoridades e pelo consórcio  o grande ponto de partida da Copa de 2014. Mas o consórcio sequer possui o alvará de construção para início das obras.

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Em Salvador, Lula promete solução para os barraqueiros afetados na Orla

A Tarde

Ao saber da situação dos barraqueiros, Lula ficou visivelmente chateado

Um dia depois de o governador Jaques Wagner (PT) ter dito que faltou ao prefeito João Henrique Carneiro (PMDB) habilidade para resolver o problema das barracas de Salvador, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se comprometeu, durante solenidade no Palácio Rio Branco,  a mobilizar o governo federal  para buscar uma solução, inclusive financiamento, para os comerciantes que tiveram suas barracas derrubadas esta semana.

Lula disse que conversou com o governador, assim que chegou à capital baiana, e anunciou uma primeira reunião, marcada para  8 de setembro,  em Salvador, entre os ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, o ministro da Articulação Política, Paulo Bernardes, a Secretaria do Patrimônio da União  e a Advocacia Geral da União, além do prefeito João Henrique Carneiro (PMDB), que estava na solenidade.

Olhando para um João que não escondeu as lágrimas, o presidente falou: “Não sou de deixar nem companheiros nem amigos na beira da estrada”.  Lula lembrou que sobretudo os pequenos barraqueiros precisarão de ajuda financeira, mas assinalou que, devido ao período eleitoral,  essa providência será tomada mais adiante.  “Vamos deixar passar esses 30 dias (a eleição será em 5 de outubro), mas nós vamos encontrar uma solução antes desse prazo”.

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Operação é encerrada com 349 barracas demolidas e milhares de desempregados na capital baiana

do Correio*

Foram derrubadas estruturas nas regiões da Orla Atlântica e da Baía de Todos os Santos.

Nesta quarta, barraqueiros colocaram fogo em entulhos das barracas da praia da Ribeira

A operação de derrubada das barracas da orla de Salvador foi encerrada às 15h desta quarta-feira (25) com um saldo total de 349 demolições. As barracas nas regiões da Orla Atlântica (Praia do Flamengo e a Barra) e da Baía de Todos os Santos (Canta Galo até São Tomé de Paripe) foram postas ao chão entre segunda e hoje. Uma força-tarefa formada por policiais federais, militares e pela guarda-municipal acompanhou os trabalhos de funcionários da Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo do Município (Sucom).

Durante a tarde desta quarta (25), cerca de 50 barraqueiros fizeram uma manifestação em frente à sede da Prefeitura. Eles aguardam o resultado da reunião do prefeito João Henrique e gestores municipais com representantes do Patrimônio da União e do governo estadual para buscar uma solução social e econômica para os comerciantes. A reunião foi realizada durante a manhã, porém, até o momento, nada foi apresentado.

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Até agora, Sucom já derrubou 325 barracas deixando milhares desempregados em Salvador

do Correio*

Barraqueiros colocaram fogo em entulhos das barracas da praia da Ribeira nesta quarta

Dando continuidade à determinação da Justiça Federal sobre as demolições das barracas de praia de Salvador, funcionários da Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo do Município (Sucom) realizam nesta quarta-feira a derrubada das barracas da Cidade Baixa na Boa Viagem, Ribeira e Cantagalo. Até o momento já foram derrubados 85 equipamentos apenas pela manhã. No total, somando todos os dias de trabalhos, 325 barracas já foram demolidas.

Nesta terça-feira (24) 138 estruturas da orla foram ao chão. A ação foi realizada no trecho que vai de Patamares a Pituaçu, e também nas praias do Corsário, dos Artistas, Jardim de Alah, Placaford, Itapuã, Barra, Ondina, Amaralina e Rio Vermelho. As demolições começaram na segunda, com a demolição de 102 barracas.

Todas as 353 barracas espalhadas pela orla devem ser demolidas em um prazo máximo de 11 dias, mas os trabalhos devem ser encerrados na próxima sexta-feira (27). Já os entulhos, segundo a assessoria da Sucom, poderão ser retirados das praias em três meses.

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Jaques Wagner condena derrubada das barracas da Orla de Salvador

do A Tarde

O governador Jaques Wagner, candidato à reeleição pelo PT, disse nesta quarta-feira, 25, durante a Sabatina A TARDE que o problema das barracas na orla de Salvador foi causado por falta de diálogo e negociação prévia. O candidato foi o terceiro a participar da série de entrevistas promovida pelo Grupo A TARDE com os candidatos ao governo do estado e respondeu perguntas de jornalistas, internautas e representantes da sociedade civil.

Wagner classificou a derrubada das barracas de praia como “espetáculo horripilante” e criticou a forma como a Prefeitura conduziu o projeto das estruturas de alvernaria. “Faltou mediação e nunca fui convocado para essa conversa”, respondeu o candidato ao ser questionado sobre o motivo do governo estadual não ter intermediado o conflito entre os barraqueiros e a prefeitura.

“O episódio ficou cheio de heróis dizendo bravatas e acabamos na pior solução possível. Sempre acho melhor uma negociação do que uma sentença” afirmou.

Operação derruba mais 138 barracas nesta terça-feira em Salvador. Barraqueiros tocam fogo no entulho

do Correio*

Demolições começaram na segunda, quando 102 estruturas foram ao chão.

A operação para demolição das barracas da orla de Salvador derrubou 138 estruturas nesta terça-feira (23). A ação foi realizada no trecho que vai de Patamares a Pituaçu, e também nas praias do Corsário, dos Artistas, Jardim de Alah, Placaford, Itapuã, Barra, Ondina, Amaralina e Rio Vermelho. As demolições começaram na segunda, quando 102 estruturas foram ao chão. Na manhã de hoje, as 27 barracas de Patamares foram as primeiras a serem demolidas.

No final da tarde, barraqueiros queimaram entulhos das barracas em Ondina...

Uma força-tarefa formada por policiais federais, militares e pela guarda-municipal acompanhou os trabalhos de funcionários da Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo do Município (Sucom). Todas as 353 barracas espalhadas pela orla devem ser demolidas em um prazo máximo de 11 dias, mas os trabalhos devem ser encerrados na próxima sexta-feira (27). Já os entulhos, segundo a assessoria da Sucom, poderão ser retirados das praias em três meses.

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Liminar do TRF salva 32 barracas em Ipitanga, mas ameaça continua

do A Tarde

Enquanto em Salvador mais 138 barracas de praia eram demolidas, na terça-feira, 24, em Brasília o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF) determinou a suspensão da demolição de 32 barracas localizadas na praia de Ipitanga, em Lauro de Freitas, segundo a assessoria de comunicação da prefeitura do município.

A prefeitura de Lauro de Freitas entrou com recurso contra a demolição na segunda, 23, mesmo dia em que a prefeita Moema Gramacho conseguiu negociar com a Polícia Federal mais um dia de prazo para que os donos de barracas se preparassem para a retirada.

Em Salvador, desde a segunda, já foram demolidas 240 barracas, entre a Praia do Flamengo e a Barra. Na terça, ao contrário do primeiro dia de retomada da demolição das barracas de praia, permissionários de Patamares trocaram a revolta e o protesto pela resignação. Já em Ipitanga, onde as barracas não haviam sido demolidas até o início da noite, o clima era de tensão.

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Salvador: Barraqueiros prendem garrafas com gasolina ao corpo e afirmam que se matarão

do Correio* | Globo News

Em toda a cidade de Salvador três mil pessoas estão desempregadas com as demolições. Hoje, a praia de Ipitanga foi uma das afetadas pela decisão da Justiça.

Os comerciantes das barracas de praia de Ipitanga, em Lauro de Freitas, estão concentrados nos equipamentos com garrafas de gasolina presas aos corpos afirmando que se matarão caso o processo de demolição seja realizado. Eles esperam o resultado de uma ação cautelar que pede o adiamento das demolições para que seja preservada a integridade dos barraqueiros. A expectativa é de que uma posição seja divulgada ainda nesta terça-feira (24).

Os proprietários das 66 barracas distribuídas em Ipitanga ainda argumentam que, apesar de 32 equipamentos estarem na área de Salvador, os impostos sempre foram pagos à prefeitura de Lauro de Freitas. Em toda a cidade de Salvador três mil pessoas estão desempregadas com as demolições. Apenas na manhã desta terça, até o momento, 66 barracas já foram demolidas em praias como Corsário, Patamares e Placafor. Nesta segunda-feira, 102 barracas da orla de Salvador foram ao chão.

A prefeitura divulgou uma nota informando que realizará uma reunião na manhã desta quarta-feira com representantes do governo federal para discutir uma opção de renda para os comerciantes. A prefeitura ainda informou que está verificando a liberação de um crédito especial para que os barraqueiros possam iniciar novos empreendimentos.

Tumulto e confusão marcam início da derrubada de barracas em Salvador

do Correio* | A TARDE

A equipe esteve primeiro na praia de Ipitanga, mas houve resistência dos trabalhadores que montaram barricadas de isolamento e se colocaram à frente das máquinas.

Equipes da prefeitura, com apoio das Polícias Militar e Federal, iniciaram na manhã desta segunda-feira (23) a demolição das barracas de praia que resistiam na orla de Salvador. Segundo informações de Alan Rabellato, presidente da associação dos comerciantes em barracas de praia, a equipe esteve primeiro na praia de Ipitanga, mas houve resistência dos trabalhadores que montaram barricadas de isolamento e se colocaram à frente das máquinas. O grupo então decidiu, ainda segundo Rabellato, começar os trabalhos pela Praia do Flamengo, onde os barraqueiros já haviam desocupado estabelecimentos como a Barraca do Lôro, Marguerita e Cancun.

Em Patamares também há sinal de que os comerciantes irão resistir ao cumprimento da ordem da Justiça. Os trabalhadores iniciaram um protesto na pista, no sentido Itapuã, incendiando materiais como pedaços de madeira.

Ontem, nas praias da capital baiana, o cenário já era de desolação. No último dia antes do início das demolições, houve quem se adiantasse para retirar material de trabalho, alimentos e bebidas dos estabelecimentos. Mas, segundo o advogado dos barraqueiros, João Maia Filho, a classe garante resistir, até com bombas caseiras, à força-tarefa montada pela Polícia Federal, que cumpre a determinação do juiz da 13ª Vara Cível Federal, Carlos D’Ávila Teixeira.

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Barraqueiros da orla de Salvador fazem barricadas para impedir demolição de estruturas e o clima de tensão aumenta

do A Tarde

Barracas vazias, um dia antes da demolição

Os barraqueiros das praias de Ipitanga e Patamares fazem barricadas nas imediações de seus comércios na manhã desta segunda-feira, 23. O objetivo deles é impedir a demolição de 352 barracas, que está prevista para começar hoje. Policiais federais começam a chegar à orla para acompanhar a derrubada das estruturas, mas os comerciantes dizem que não vão sair de dentro das barracas.

A proprietária da barraca do Lôro, na Praia do Flamengo, Rosana Santiago, reclama da falta de mandado para derrubar as estruturas. “Parece cena de guerra com tantos policiais aqui, mas eles não têm nenhuma petição da Sucom ou da União autorizando a demolição”, reclama.

A Justiça já havia autorizado a derrubada, mas não tinha definido o cronograma de início dos serviços. Na tentativa de chegar a um acordo, os barraqueiros ocuparam a Câmara de Vereadores na semana passada. Em maio deste ano, 98 barracas foram demolidas.