Artigos com o marcador demolição
Maracanã terá nova cobertura
18/03/11
Globoesporte.com
Após inspeção nesta quinta-feira, ficou constatado que teto terá de ser demolido. Orlando Silva garante estádio na Copa das Confederações.
Fechado para obras desde setembro do ano passado, o Maracanã foi visitado por autoridades nesta quinta-feira. Entre elas, o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, que foi acompanhado do ministro dos Esportes, Orlando Silva, do presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Benjamin Zymler, do relator das Obras da Copa de 2014, Valmir Campelo, e do ministro-chefe da Controladoria Geral da União (CGU), Jorge Hage Sobrinho. Durante a inspeção, foi constatado que o estádio realmente vai precisar de uma cobertura nova, o que não constava no projeto original.
A estrutura do teto está comprometida e laudos técnicos condenaram a armação de concreto. O governador Sérgio Cabral defendeu o projeto.
Comitê Organizador de 2014 divulga novas fotos das obras no Maracanã
18/01/11
Globoesporte.com
Demolição do anel superior da arquibancada está em fase avançada.
O Comitê Organizador da Copa do Mundo de 2014 (LOC) divulgou nesta terça-feira novas fotos das obras do Maracanã. Pelas imagens, o anel inferior já está totalmente destruído e a demolição do superior está em fase avançada.
De acordo com o site oficial da Copa, o trabalho de demolição tem utilizado o que há de mais moderno na construção civil. Como, por exemplo, um cabo diamantado para fazer o corte no ponto previsto pelos engenheiros no anel superior: os blocos de arquibancada caem inteiros e são triturados no chão.
O LOC informa também que até março será feita a detecção de problemas estruturais. Pequenos furos são feitos nas rampas, pilares e cobertura para utilização do ultrassom.
Demolição da Tribuna de Honra da Fonte Nova levará mais um mês
16/09/10
A Tarde
O processo de demolição da Tribuna de Honra do Estádio da Fonte Nova continua nesta quinta-feira, 16. Iniciada no dia 2 de setembro, a demolição acontece de forma manual para não prejudicar as estruturas da rua Anfrísia Santiago, que fica ao lado do estádio, e de um prédio anexo em que funcionavam as instalações da Superintendência de Desportos do Estado da Bahia (Sudesb). Atualmente, o prédio serve de base para as operações do consórcio que venceu a licitação para a construção da nova arena.
A conclusão da demolição está prevista para daqui a 31 dias, quando será feita uma demolição mecanizada controlada do restante do entulho. A expectativa é de que até o final do mês de novembro toda a obra de demolição do estádio esteja concluída.
Fim de uma era: Em cerca de 17 segundos, anel superior da Fonte Nova é implodido
30/08/10
do Correio*
Maior estádio da Bahia foi ao chão em implosão que atrasou quase meia hora. Torcedores foram ao local se despedir.
O anel superior da Fonte Nova foi implodido na manhã deste domingo (29), aproximadamente às 10h27, durando cerca de 17 segundos, levando ao chão o maior estádio da Bahia, com seus 59 anos de história. O atraso de quase meia hora aconteceu porque havia muita gente para ser retirada no raio de segurança da operação. A poeira levantada deve demorar cerca de 5 minutos para baixar. Esta foi a maior implosão já realizada em um estádio na América Latina.
Há muitos curiosos perto do local – torcedores do Bahia, em sua maioria, mas também muitos do Vitória e até do Ipiranga, relembrando conquistas no estádio. Das janelas de casas e apartamentos, muita gente assistiu a Fonte Nova ir ao chão.
A operação de evacuação do entorno do estádio foi coordenada pela Defesa Civil, que contou com cerca de 1300 profissionais. A previsão é de que os arredores do estádio estejam limpos e liberados até as 18h. Equipes da Coordenação de Defesa Civil de Salvador (Codesal) farão uma varredura no local para examinar e constatar obstruções nas vias.
Fonte Nova vai ao chão hoje e nova arena nasce sem plano de mobilidade
29/08/10
do A Tarde
A Fonte Nova sai de cena neste domingo, 29, com a implosão do anel superior às 10 horas, para dar lugar ao projeto de uma arena esportiva cujo impacto na mobilidade urbana não é conhecido. A prefeitura não conta com estudo de impacto de vizinhança (EIV) do novo estádio, exigido pelo Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU), e desconhece quando ele ficará pronto.

Estádio da Fonte Nova, em foto tirada nos anos 1960
Na prática, o governo municipal não tem informações, por exemplo, do adensamento populacional da região, da geração de tráfego advinda do novo empreendimento e da demanda de transporte público necessária para atender à circulação de pessoas. Isso em área que já apresenta problemas de trânsito e para onde converge duas das mais movimentadas avenidas de Salvador que fazem ligação para o centro da cidade, Bonocô e Vasco da Gama.
O Consórcio Arena Salvador 2014 (responsável pela obra), por meio da assessoria, afirmou que “foi considerado o estudo publicado no Edital da Licitação”. Entretanto, no edital, disponível no portal do governo do Estado, não há estudo de impactos. Na coletiva à imprensa, na última terça-feira, 24, a implosão foi considerada pelas autoridades e pelo consórcio o grande ponto de partida da Copa de 2014. Mas o consórcio sequer possui o alvará de construção para início das obras.







O governador Jaques Wagner, candidato à reeleição pelo PT, disse nesta quarta-feira, 25, durante a Sabatina A TARDE que o problema das barracas na orla de Salvador foi causado por falta de diálogo e negociação prévia. O candidato foi o terceiro a participar da série de entrevistas promovida pelo Grupo A TARDE com os candidatos ao governo do estado e respondeu perguntas de jornalistas, internautas e representantes da sociedade civil.

Equipes da prefeitura, com apoio das Polícias Militar e Federal, iniciaram na manhã desta segunda-feira (23) a demolição das barracas de praia que resistiam na orla de Salvador. Segundo informações de Alan Rabellato, presidente da associação dos comerciantes em barracas de praia, a equipe esteve primeiro na praia de Ipitanga, mas houve resistência dos trabalhadores que montaram barricadas de isolamento e se colocaram à frente das máquinas. O grupo então decidiu, ainda segundo Rabellato, começar os trabalhos pela Praia do Flamengo, onde os barraqueiros já haviam desocupado estabelecimentos como a Barraca do Lôro, Marguerita e Cancun.
