Artigos com o marcador candidatura

Roriz desiste de campanha no DF e critíca o ‘vale tudo’ nas eleições

Terra

Em manifesto divulgado nesta sexta-feira (24), o agora ex-candidato ao governo do Distrito Federal, Joaquim Roriz, lançou um manifesto contra o que classificou de “vale tudo”, afirmou que “rasgaram a Constituição Federal” e voltou a se declarar com “ficha e consciência limpas”.

Roriz desistiu de manter sua candidatura e apresentou o nome da esposa, Weslian, para disputar o Palácio do Buriti. A nova candidata, questionada, disse que seu marido responderia “melhor” como angariar votos a nove dias das eleições. Roriz, que afirmou que poderá voltar a um cargo eletivo “dependendo da saúde e da idade”, lembrou que, mesmo com a desistência, seu nome e foto permanecem na urna eletrônica.

Mais >

Após candidatura negada, Jader Barbalho diz que continua na corrida eleitoral ao Senado

do Terra

Em seu site oficial, o deputado federal Jader Barbalho (PMDB-PA) comentou a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que, com base na Lei da Ficha Limpa, negou o registro da candidatura do parlamentar ao Senado, na última quarta-feira (1º).

Barbalho classificou de “injusta” a decisão e completou, alegando que “nenhum país com sistema jurídico democrático permite este tipo de lei”. Ele afirmou que confiava na decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) e no “julgamento do povo do Pará”.

- Ou seja, amanhã eles podem punir quem fumava há dez anos. Entretanto, confio no julgamento do STF. Ministros já declararam publicamente, sobre a inconstitucionalidade dessa lei que é uma ameaça à segurança jurídica no país.

Mais >

‘Só Deus vai me tirar da vida pública quando Ele desejar’, diz Maluf

do Estadão

Deputado federal garantiu que não tem condenação definitiva, disse confiar no TRE paulista e que a sua campanha prossegue.

O deputado federal Paulo Maluf descartou nesta terça-feira, 27, a possibilidade de ter sua tentativa de reeleição barrada pela Lei da Ficha Limpa, apesar da iniciativa da Procuradoria Eleitoral de São Paulo, que deve pedir amanhã ao Trinbunal Regional Eleitoral (TRE) do Estado a impugnação da sua candidatura. “Só Deus vai me tirar da vida pública quando Ele desejar”, afirmou.

Maluf lembrou que foi inocentado em primeira instância e disse que, no segundo julgamento, “houve uma divergência”. “Nós ingressamos com um recurso e temos direito a outro recurso, que é o embargo infringente, portanto eu não tenho condenação, o caso não foi julgado”, explicou.

“Ninguém fez mais do que eu e não tem nenhuma condenação penal, sou o único político deste País que entrou na vida pública há 43 anos e estou no mesmo partido. Sou o único político deste País que, com 43 anos de vida pública, mora na mesma casa em que entrou, e ainda estou casado com a mesma mulher há 55 anos”, disse o deputado. “De maneira que ninguém tem a ficha mais limpa do que Paulo Maluf.”

Mais >

Se depender do TRE-DF, Joaquim Roriz está fora dos pleitos até 2022

do Último Segundo

Com recursos negados pelo tribunal, por unanimidade, candidato da coligação “Esperança Renovada” ainda pode recorrer a instâncias superiores.

Por unanimidade, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-DF) rejeitou, esta terça-feira, os recursos dos candidatos Joaquim Roriz (PSC) e Anna Christina Kubitschek (DEM) para disputarem a eleição deste ano. Os dois tiveram o registro de candidatura negado pelo tribunal, na semana passada. Cabe recurso em instâncias superiores.

Líder das pesquisas na corrida pelo governo do Distrito Federal, Roriz foi enquadrado na Lei da Ficha Limpa. O ex-governador renunciou ao Senado, em 2007, para escapar de um processo de cassação. Segundo a nova lei, a punição pode torná-lo inelegível até o fim do mandato para o qual foi eleito e por oito anos subseqüentes – ou seja, até 2022.

A impugnação de Anna Christina, que concorre como 1ª suplente ao Senado na chapa de Alberto Fraga (DEM), foi pedida pelo Ministério Público Eleitoral (MPE). O órgão diz que a neta de Juscelino Kubitschek não quitou dívida com a Justiça Eleitoral. Para disputarem a eleição, os candidatos da coligação “Esperança Renovada” precisam obter liminar junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ou derrubar a inelegibilidade no Supremo Tribunal Federal (STF).

Bassuma tem menos de 72 horas para recorrer no TSE sobre indeferimento de candidatura ao governo da Bahia

do A Tarde

Se confirmada saída do candidato do PV deste pleito, possibilidade de 2º turno na Bahia poderá estar ameaçada.

Bassuma terá de recorrer ao TSE no prazo de até 72h

A candidatura ao governo do Estado de Luiz Bassuma, (PV) foi indeferida nesta quinta-feira, 5, pelo Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA). O candidato, segundo o Tribunal, não  apresentou todos os documentos necessários para o registro. De acordo com Bassuma, o partido vai recorrer, uma vez que todos os documentos necessários já teriam sido enviados.

A acusação de dupla filiação de Otto Alencar (PP), candidato a vice-governador na chapa à reeleição do governador Jaques Wagner (PT) foi adiada para a próxima terça. As suplentes de Edvaldo Brito (PTB), Irma Lemos, e de José Carlos Aleluia (DEM), Carmem Lúcia, também tiveram as candidaturas indeferidas por conta da falta de documentos.

Bassuma definiu como um equívoco a informação de que ele não teria apresentado todos os documentos necessários para o registro da candidatura. “Este documento já foi entregue duas vezes”, defendeu-se. De acordo com ele, a pendência seria um comprovante de residência. “Minha equipe já mostrou isso para o TRE, tem o protocolo, tudo o que se faz lá, tem que se registrar”, afirmou.

Mais >

Joaquim Roriz tem registro de candidatura negado pelo TRE do DF

do Terra

O Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) negou nesta quarta-feira (4) o registro de candidatura de Joaquim Roriz (PSC), por 4 votos a 2. Governador do DF por quatro mandatos, Roriz, que completa 74 anos hoje, pretendia disputar novamente uma cadeira no Palácio do Buriti. Ele ainda pode recorrer da decisão.

A decisão foi tomada a partir da impugnação apresentada pelo Ministério Público Eleitoral, que apresentou dois argumentos contra a candidatura de Roriz: a renúncia ao cargo de senador, em 2007, para escapar de um processo por quebra de decoro parlamentar, situação prevista na Lei da Ficha Limpa como passível de inelegibilidade. O MPE também apontou uma pendência com a Justiça Eleitoral, pelo não pagamento de uma multa de R$ 5 mil por propaganda antecipada.

Além da impugnação do MPE, também apresentaram pedidos de indeferimento do registro de Roriz o candidato a deputado distrital pelo PV Júlio Cárdia, e o PSOL. As duas baseadas na Lei da Ficha Limpa. Em 2007, Roriz renunciou depois de ser acusado de ter desviado recursos do Banco de Brasília.

Mais >

Serra registra candidatura e diz que campanha custará R$ 180 milhões

do G1

Serra declarou patrimônio de R$ 1,42 milhão e seu vice, R$ 1,44 milhão. Coligação ‘O Brasil pode mais’ é composta de seis partidos.

Índio e Serra declararam patrimônios com valores semelhantes próximos à R$ 1,4 mi

O candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, apresentou nesta segunda-feira (5) o pedido de registro de candidatura ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Protocolado uma hora antes de encerrar o prazo para formalização das candidaturas, o documento traz a declaração de bens do tucano e de seu vice, o deputado Indio da Costa (DEM-RJ), e prevê estimativa de até R$ 180 milhões de gastos com campanha.

O candidato tucano declarou um patrimônio de R$ 1,42 milhão e o seu vice, de R$ 1,44 milhão. Na sua lista de bens, Serra informou possuir uma casa avaliada em R$ 61 mil, um terreno de R$ 44 mil, três salas comerciais avaliadas em R$ 240 mil e aplicações financeiras que completam o R$ 1,4 milhão declarado à Justiça Eleitoral.

Indio da Costa por sua vez disse ter R$ 401,7 mil em fundos de investimento, dois terrenos avaliados em R$ 460 mil, um ultraleve de R$ 170 mil, um barco de R$ 206 mil, além de ativos financeiros e depósitos bancários.

Mais >

Serra lança candidatura, prega fim de divisões e diz que Brasil não tem dono

do Estadão

“Não foram conquistas de um só homem ou de um só governo, muito menos de um único partido. Todas são resultado de 25 anos de estabilidade democrática, luta e trabalho.”, declarou o pré-candidato à Presidência da República

Serra durante lançamento de candidatura em Brasília

Lançado pré-candidato à Presidência da República ontem, em Brasília, o ex-governador José Serra apresentou-se como o “pós-Lula” que se propõe a trabalhar pela união do País. Em críticas indiretas ao atual governo, o tucano destacou que o Brasil “não tem dono” e voltou a usar a expressão que “pode mais”, dando assim o mote da campanha.

No encontro do PSDB-DEM-PPS, que atraiu cerca de 6 mil pessoas, segundo organizadores, Serra apostou no tom conciliatório: “Não aceito o raciocínio do nós contra eles”. Reforçou a imagem do candidato da união, contrapondo-se ao discurso da principal adversária, a pré-candidata do PT, Dilma Rousseff.

“De mim, ninguém deve esperar que estimule disputas de pobres contra ricos, ou de ricos contra pobres. (…) Ninguém deve esperar que joguemos Estados do Norte contra Estados do Sul, cidades grandes contra cidades pequenas. (…)É deplorável que haja gente que, em nome da política, tente dividir o nosso Brasil.”

Num recado indireto ao presidente Lula, Serra lembrou que, desde a redemocratização, a sociedade brasileira alcançou várias conquistas, como o direito de votar no presidente, a imprensa livre, a nova Constituição, o Plano Real, a responsabilidade fiscal dos governos, o Sistema Único de Saúde (SUS) e a redução da miséria.

Mais >

Henrique Meirelles cede à pressão de Lula, e de lideranças governistas, dizendo que fica no Banco Central

do Estadão

Presidente da autoridade monetária diz que decisão visa garantir estabilidade econômica e revela que ‘nunca teve ambições políticas’

Governistas estão 'aliviados' com decisão de Meirelles

Em tom solene e acompanhado de toda a diretoria do Banco Central, o presidente da instituição, Henrique Meirelles, comunicou nesta quinta-feira, 1, a sua decisão de permanecer no cargo. Meirelles disse que a sua decisão atende ao pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e também ao apelo da diretoria do Banco para que ele completasse o trabalho de mais de sete anos de consolidação da estabilidade de preços e de acumulação de reservas.

Ele disse que a estabilidade propicia algo importante para a população, que é o controle da moeda. Ele também destacou que a sua decisão vem no sentido de garantir a estabilidade da economia num ano cheio de desafios.

Indagado se ele deixaria o BC se fosse para se candidatar como vice-presidente na chapa de Dilma Rousseff, ele afirmou: “Essa hipótese não estava colocada”. Ele disse que o cargo de senador ou o de governador o deixaria muito honrado e, por isso, foi uma decisão difícil.

Mais >

José Serra já tem cronograma para lançamento de candidatura

do Estadão

Governador deixa posto no fim do mês, mas anúncio de que vai disputar Presidência ficará para depois da Páscoa

O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), planeja deixar o posto no fim do mês em cerimônia sóbria e sem grande alarde. Mas essa será apenas a mudança burocrática no Palácio dos Bandeirantes, para atender à formalidade da chamada “desincompatibilização”. O verdadeiro lançamento da candidatura de Serra ao Planalto será realizado depois da Semana Santa – até para fugir do dia 29 de março, quando o presidente Lula e sua candidata à Presidência, ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), lançam, com pompa, circunstância e barulho, o PAC 2.

Depois de amargar quatro meses de espera pelo anúncio que não veio, a cúpula do PSDB não quer dividir a cena nem a mídia com o PT. Ao contrário, a ideia é esticar o lançamento em mais de uma etapa, para potencializar o ganho político do ingresso do governador na corrida presidencial e compensar o desgaste, virando a página dos protestos por tamanha demora. Serão duas solenidades para Serra brilhar: em São Paulo, a despedida do governo e o anúncio da candidatura de Geraldo Alckmin a governador; e o lançamento nacional em grande estilo, com aliados e tucanos de todo o Brasil reunidos em Brasília, para mostrar unidade do partido em torno do candidato.

Mais >