Artigos com o marcador acusada

Enfermeira acusada de espancar cachorrinho até a morte em Goiás é aguardada pela polícia

Correio Braziliense | R7

Advogado da enfermeira afirmou ser “humanamente impossível a permanência dela na cidade” e contou que ela está escondida na casa de amigos, sob forte depressão.

A enfermeira acusada de torturar uma cadela yorkshire até a morte, em frente à filha, em Formosa (GO), deve prestar depoimento até quarta-feira. Faltam apenas os esclarecimentos dela e de mais uma testemunha que mora em outro estado para concluir o inquérito. A Polícia Civil não divulgará a hora nem a data em que a agressora será ouvida para preservar a integridade física dela.

O delegado Carlos Firmino, responsável pelo caso, se mostrou preocupado com a repercussão do caso e disse que já houve várias ameaças de morte à enfermeira de 22 anos, moradora de Formosa. “Ninguém pode fazer justiça com as próprias mãos. Ela cometeu um erro e será punida. Mas ela precisa estar viva para tal”, disse.

Na última sexta-feira, manifestantes se reuniram em frente ao prédio onde mora a enfermeira, no bairro de Formosinha, e tentaram apedrejar o edifício. A Polícia Militar teve de intervir. Não houve movimentação no apartamento da família nos últimos dias. Ela mora em um apartamento com a filha e o marido, um médico.

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Márcio e Verônica Costa devem passar por acareação, diz delegado

G1

Há divergência nos depoimentos, de acordo com o delegado Antônio Bertran. Depoimento de Marcio Costa nesta sexta-feira durou quase 8 horas.

O marido da funkeira Verônica Costa, Márcio Costa, deixou a 42ª DP (Recreio dos Bandeirantes), Zona Oeste do Rio, na noite desta sexta-feira (4), após prestar um depoimento de 7 horas e meia. De acordo com o delegado Antônio Latsala Bertran, é possível que haja acareação entre ele e a funkeira, já que há divergência entre os depoimentos.

Márcio chegou à delegacia por volta das 10h30, mas só iniciou seu depoimento por volta das 13h, após seus advogados analisarem os autos. Após o depoimento, Márcio respondeu às perguntas dos jornalistas apenas com “sim” ou “não”. Ao ser perguntado se tinha medo de alguma ameaça, respondeu que sim. “Tenho, com a minha vida né?”, limitou-se a dizer.

Ele acusa a mulher de tortura e agressão. Ela nega e o acusa de ter chegado já machucado em casa, sob o efeito de drogas. ”Tudo o que ele disse até agora é absolutamente verdade. E ele confirmou isso. O depoimento da vítima, do Marcio, é completamente diferente dos autores do fato. Isso a polícia vai averiguar e dizer quem está falando a verdade”, disse o advogado de Márcio Costa, Michel Assef Filho.

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Na delegacia, Verônica Costa nega ter torturado marido e diz que ele é usuário de drogas

OFuxico

A Loura do Funk depôs na 42ªDP, no Recreio dos Bandeirantes.

Após quase quatro horas de depoimento, Verônica Costa deixou a 42ªDP (Recreio dos Bandeirantes), nesta segunda-feira (28). Ela é acusada pelo marido, Márcio Costa, de tortura. Mas disse ao delegado que ele é usuário de drogas e costumava agredi-la, muitas das vezes tendo os filhos, Jenifer e Johnatan, do relacionamento com Rômulo Costa, como testemunhas.

A Mãe Loura do Funk assegurou, em depoimento, que Márcio “fez a limpa na casa” onde os dois vivem, levando quatro computadores, câmeras fotográficas, filmadoras e óculos importados. verônica explicou ainda que as queimaduras – que ele afirma terem sido feitas por ela e seus familiares, com o uso de produtos químicos – foram frutos da “noia” em que Márcio estava. “Ele sempre foi uma pessoa muito aproveitadora, apareceu em casa daquele jeito e me pediu R$ 100 mil”, disse ela ao sair da DP.

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Polícia do Rio encontra gaze e gasolina no carro da “Mãe Loira do Funk”

OFuxico

A funkeira Verônica Costa alega que foi vítima de extorsão pelo marido. Caso se complica para a ex-vereadora do Rio de Janeiro.

Policiais da 42ª DP (Recreio dos Bandeirantes) tentam localizar a funkeira Verônica Costa. Ela será intimada a prestar esclarecimentos à polícia, devido as supostas agressões ao marido, Márcio Costa, e poderá ser indiciada pelo crime de tortura. Na quarta-feira (23), o segurança do condomínio onde o casal vive e um vizinho, que ajudou a socorrer Márcio Costa, prestaram depoimento na delegacia. De acordo com o jornal Extra, os policias que investigam o caso fizeram uma perícia na residência de Verônica e Márcio Costa. Eles encontraram gasolina e gaze, que teriam sido usados na suposta sessão de tortura.

Felicíssimo Costa, pai de Márcio Costa, afirmou que, há cerca de um ano, faz gravações em áudio de conversas com Verônica Costa. Segundo ele, esse material está guardado com uma outra pessoa. O aposentado disse que os áudios são uma espécie de garantia, caso ocorra algo com seu filho.

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Acusada de participação na morte dos pais no Distrito Federal é presa no Rio

G1

Ex-ministro do TSE José Villela, pai de Adriana, foi assassinado em 2009. Ela deve ser transferida para Brasília ainda na tarde desta quinta-feira (27).

A polícia civil do Rio de Janeiro prendeu a arquiteta Adriana Vilella, na manhã desta quinta-feira (27), na praia de Ipanema. Ela é acusada de participação no assassinato do pai, que era ex-ministro José Guilherme Vilella, da mulher dele e da empregada do casal. Os três foram mortos a facadas em agosto de 2009, em um apartamento na Asa Sul de Brasília.

Adriana foi levada para a Polinter, na Zona Norte do Rio. Foi ouvida pelo delegado Túlio Pelozi e deve ser transferida ainda nesta tarde para Brasília. Para a polícia do DF, a filha do ex-ministro teria tido “envolvimento direto” no crime. Ela sempre negou as acusações.

O mandado de prisão foi expedido pelo juiz do Tribunal de Justiça do Distrito Federal Fábio Francisco Esteves, na última terça (25). No documento, ele alega a necessidade de manter a acusada presa para garantir o andamento do processo e a ordem pública.

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‘Não consigo perdoar’, diz mãe de Stéphanie sobre auxiliar de enfermagem

G1

Para mãe, profissional deveria ter lido rótulo da medicação. Dona de casa deu entrevista ao programa Mais Você.

A dona de casa Roseane Mércia dos Santos Teixeira, mãe de Stéphanie dos Santos Teixeira, de 12 anos, morta no dia 3 de dezembro após ter vaselina injetada em sua corrente sanguínea, disse na manhã desta segunda-feira (13) em entrevista ao programa Mais Você, da Rede Globo, que não consegue perdoar a auxiliar de enfermagem responsável pelo atendimento.

“No momento, eu não consigo perdoar a falta de atenção dela. Eu não consigo”, afirmou a dona de casa. Ainda bastante abalada, ela contou que também não consegue ver o que ocorreu com sua filha apenas como uma fatalidade. “Acho que ela devia estar lendo. Vi a diferença do líquido na mesa, de longe, quando minha filha estava tomando a primeira medicação. Por que ela não viu, que é enfermeira? Isso me revolta.”

Roseane Mércia dos Santos Teixeira disse que não costumava utilizar os serviços do Hospital São Luiz Gonzaga, na Zona Norte de São Paulo. No dia 3 de dezembro, ela procurou ajuda médica porque a filha apresentava sintomas de virose. Ela já tinha tomado duas doses de soro e estava melhor, quando uma terceira foi injetada na corrente sanguínea da garota.

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‘A punição eu já estou tendo’, diz auxiliar de enfermagem acusada da morte de Stephanie

G1

Stephanie Teixeira, de 12 anos, morreu ao ter vaselina injetada na veia. Ela tinha ido a hospital de SP para se tratar de uma virose.

Auxiliar de enfermagem Katia Aragaki chega a delegacia para prestar depoimento

A auxiliar de enfermagem Katia Aragaki, de 26 anos, suspeita de injetar vaselina em vez de soro na veia de Stephanie Teixeira, de 12 anos, contou ao “Fantástico” detalhes sobre a troca que resultou na morte da menina, na madrugada do dia 4 de dezembro. “Esse instante de que eu olhei pra garrafa, mas não vi, esse momento que meu cérebro desligou, esse instante eu não tenho como fugir, como escapar”, disse. “Tudo o que eu tinha, tudo o que eu sempre amei na minha vida acabou. Acabou tudo”.

Pela primeira vez, a auxiliar de enfermagem falou diante das câmeras sobre o erro que marcou sua vida para sempre. Ela só aceitou dar entrevista com a condição de que seu rosto não fosse mostrado por inteiro e relembrou os acontecimentos do dia 3 de dezembro, quando Stephanie deu entrada no Hospital Municipal São Luiz Gonzaga, na Zona Norte de São Paulo.

A auxiliar conta que trabalhava no hospital havia um ano e meio. Naquele dia, ela estava escalada para o turno da tarde. “Cheguei lá, peguei plantão, como de costume. Por volta das três horas [da tarde], a Stephanie deu entrada”, lembra. A menina tinha sintomas de virose, como mal-estar e vômitos.

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Mulher é acusada de matar bebê com facada em Barra do Choça

Correio

O marido da acusada achou o corpo da criança em casa.

Uma mulher teria matado o filho recém nascido no município de Barra do Choça, na região Sudoeste da Bahia neste final de semana. Elizângela Silva Ferreira com aproximadamente 23 anos deu entrada no hospital da cidade na madrugada de sábado (25) com uma forte hemorragia.

Os médicos teriam constatado que a placenta saiu e que a paciente tinha acabado de ter um bebê. O marido da acusada achou o corpo da criança em casa e o levou para a unidade hospitalar, mas nada pôde ser feito. De acordo com o diretor do hospital de Barra do Choça, Orcione Ferreira Guimarães Júnior, o corpo da criança apresenta marcas de agressões e facada.

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Polícia reconstitui crime de criança morta em suposto ritual de magia negra

do Correio*

A garota, segundo investigações da 24ª Delegacia (Vera Cruz), teria sido morta pela própria mãe, Rita de Cássia Santana Silva, 41 anos.

Rita passará por exame de sanidade mental

Está marcada para esta terça-feira (17) a reconstituição da morte da menina Janaína Santana de Jesus, 5 anos, no município de Vera Cruz. A garota, segundo investigações da 24ª Delegacia (Vera Cruz), teria sido morta pela própria mãe, Rita de Cássia Santana Silva, 41 anos, que hoje será submetida a um exame de sanidade mental.

O corpo de Janaína foi encontrado em 9 de agosto, uma segunda-feira, próximo a uma lagoa, em estado avançado de decomposição, com perfuração atrás da orelha e sinais de estrangulamento. Quando foi presa, após a morte da filha, Rita informou à polícia que residia no bairro da Federação, em Salvador, e que teria fugido para a Ilha de Itaparica após denunciar traficantes. Na casa dela, na Ilha, foram encontrados objetos ligados à magia negra.

Na TV, suposta amante de Bruno nega acusações, diz que desconhece Eliza e que casaria com o goleiro

do G1

Fernanda Gomes de Castro concedeu, ao vivo, uma entrevista exclusiva no programa de Ana Maria Braga, da Rede Globo. Ela disse que nunca foi para nenhum motel com Macarrão e Eliza.

A suposta namorada do goleiro Bruno, Fernanda Gomes de Castro, afirmou, nesta quinta-feira (22), que esteve em um motel em Contagem (MG) com Bruno, na mesma época em que Eliza Samudio teria sido morta. Em entrevista a Ana Maria Braga, no programa “Mais Você”, ela negou, no entanto, a existência de outro carro, com Macarrão e Eliza.

“Fui para Belo Horizonte com o Bruno para participar de um jogo do time que eles têm lá. Ele resolveu me mostrar onde nasceu e onde foi criado. Fomos lá. Depois ele disse que iria me levar para comer o melhor bolinho da região. E então fomos dormir neste motel. Eu e o Bruno somente”, diz.

Segundo a polícia, a recepcionista do motel afirma que, no início de junho, dois carros chegaram ao estabelecimento, cada um com três pessoas. Duas suítes foram alugadas pelo grupo. A polícia trabalha com a hipótese de que duas mulheres faziam parte do grupo: uma delas seria a então namorada do atleta, Fernanda, e outra, Eliza Samudio.

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“Espero que ela não seja solta”, diz promotora que acusa ex-procuradora

do G1

Para ela, tortura psicológica pode ter sido pior do que a física. TJ vai decidir, na terça (18), se acusada aguarda julgamento em liberdade.

A promotora de Justiça Carla Araújo de Castro, que denunciou a procuradora aposentada Vera Lúcia de Sant’ Anna Gomes, 66 anos, acusada de agredir a menina de dois anos que estava sob sua guarda provisória, acredita que a tortura psicológica que a criança sofreu pode ter sido pior do que a física.

“A cada vomitada da menina ela era forçada a tomar mais um copo de leite. A menina vomita, bebe; vomita, bebe. Isso é uma coisa muito séria. Talvez seja até mais sério do que a agressão que mostra a foto dela com os olhos machucados”, afirma a promotora, em seu primeiro desabafo em uma entrevista.

“Causa muita estranheza o que leva uma pessoa a procurar uma adoção, a se submeter a um processo de adoção, que não é simples, que não é rápido, para conseguir ter a guarda de uma menina e maltratá-la”, acrescenta a promotora. “Eu espero que ela não seja solta.” A procuradora aposentada se apresentou à Justiça na quinta-feira (13), depois de ficar oito dias foragida. Vera Lúcia Gomes está no Presídio Nelson Hungria, o Bangu 7, uma unidade feminina. Ela divide a cela com nove detentas – a maioria presa por tráfico de drogas.

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