Coelba: fiação que matou cadela de juiz é de “gato” feito por barraca
Correio
Companhia e prefeitura de Salvador entraram em desacordo sobre de quem é responsabilidade pela fiscalização.
Técnicos da Coelba que estiveram nesta terça-feira (6) no local onde a cadela de um juiz morreu eletrocutada, na praia de Jaguaribe, acreditam que a fiação que ficou no local faz parte de uma ligação clandestinada – conhecida como “gato”.
A cadela da raça labrador do juiz João Batista Alcântara morreu depois de lamber uma fiação que pertencia a uma das barracas demolidas. O juiz chegou a receber um choque também, mas não teve maiores ferimentos. Ele prestou queixa na 12ª Delegacia e pretende processar a prefeitura, a Sucom e a Coelba.
“Foi minha cachorra, mas poderia ser uma criança. O animal tinha 35 kg, o peso de uma pessoa adolescente, muitas vezes. Isso é um absurdo”, disse o juiz à reportagem. Segundo a prefeitura, a responsabilidade para fiscalizar os “gatos” é da Coelba, que diz que no trecho de iluminação pública esta função é da prefeitura. Um laudo sobre o incidente será emitido nesta quinta-feira.

